Arquivo de janeiro de 2009

Roubo de carro

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Hoje em dia os ladrões não se preocupam se está de dia ou de noite para roubar um veículo.

Veja como foi fácil levar esse carro em poucos segundos.

Todos os lugares onde paramos nossos veículos estão sujeitos a algum tipo de furto.

E para encontrar o carro é muito complicado. Uma opção é ter um seguro que vai cobrir o valor do seu carro se não encontrado. Mas se for encontrado todo depenado, você terá q ficar com o mesmo carro.

Eu já fui roubado uma vez e depois de um mês recebi a notícia que encontraram meu carro. Foi até o local retira-lo e tive uma péssima surpresa.

Meu carro estava sem as rodas, todo riscado, e sem varias outras peças. Na parte interna o banco estava rasgado e todo imundo.

O Seguro cobriu, mas não ficou como eu gostaria.

Hoje em dia tenho seguro e rastreador, pois se me roubarem novamente posso encontrar meu veículo na hora, fora outros benefícios do rastreador como monitorar onde está meu carro se por acaso eu empresta-lo, ter desconto no seguro e também poder bloquear o carro quando eu quiser.

Quem se interessou pelo rastreador, esse é o que eu uso: CLIQUE AQUI.

Abraço!

Combustível CO2

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

A empresa Origo Industries da Irlanda revelou uma tecnologia que poderá colocá-la no centro das atenções.

Uma nova forma de reaproveitamento do CO2 emitido pelos carros, o carro vai captura o gás diretamente do escapamento e poderá convertê-lo em combustível.

A conversão do gás em combustível se dará por meio de um pequeno dispositivo que poderá ser instalado na casa da pessoa e utiliza algas no processo. Será possível gerar 2.500 litros de combustível por ano.

As empresas de todos os segmentos estão se conscientizando, evoluindo tecnologicamente, mas pensando no meio ambiente.

Fico muito feliz com esse tipo de novidade!

Abraço!

Fonte: Terra

Troca de filtros

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Os filtros de ar, óleo e combustível são baratos, descartáveis e rápidos de trocar, porém, muitos proprietários acabam não respeitando critérios básicos de manutenção, aparecendo problemas devido a desatenção.

Saiba quando trocar cada filtro:

Filtro de óleo

Com o tempo, os filtros vão entupindo, diminuindo a pressão de óleo dentro do motor e comprometendo a lubrificação. Então é hora de fazer a substituição, sempre junto com a troca de óleo - não a cada duas trocas, como muitos dizem por aí.
Isso por dois motivos básicos:

- O óleo novo pode levar para dentro do motor as impurezas que estão no filtro velho;

-O filtro velho pode obstruir a passagem de componentes do óleo que não deveriam ser filtrados;

O óleo mal filtrado também provoca um desgaste prematuro das peças do motor, como pistões, cilindros, anéis, válvulas e mancais.

Filtro de ar

O filtro é projetado para rodar 5 000 km em condições severas ou 10 000 km em condições intermediárias. 7 500 km é o valor indicado é a média desses casos.

E não é só na hora da troca que o proprietário precisa estar atento com o filtro de ar e sim quando limpar. O dono do carro deve evitar a atrocidade de limpar a peça com um jato de ar, a pressão do ar abre a malha de filtragem, diminuindo a capacidade de absorção de impurezas.

O resultado é que o fluxo de ar para dentro do motor se torna muito maior que o ideal, e as impurezas da atmosfera acabam passando impunemente.

Outro ponto importante na hora de substituir o filtro é aspirar os resíduos que restaram no reservatório no momento da troca e não deixar o local aberto por muito tempo. Cuidado, muitos mecânicos passam só um paninho, que além de não remover as impurezas que ficaram ali, ainda pode soltar mais sujeira que acaba entrando no motor.

Filtro de combustível

A gasolina, o álcool ou o diesel que utilizamos são manipulados diversas vezes até chegarem a nossos carros absorvendo impurezas do ar e dos reservatórios nos quais foram armazenados no percurso. Daí a importância do filtro, que barra essas partículas e impede que comprometam os componentes de injeção, como a bomba de combustível e os bicos injetores, ainda mais delicados.

A troca é determinada pelo fabricante e varia de acordo com o veículo.

O tipo de filtro também varia de acordo com o tipo de combustível utilizado. Os filtros para gasolina são feitos de alumínio, enquanto os de automóveis a álcool, de plástico, porque o álcool reage com o alumínio e entope a passagem do combustível.

Por isso, além das trocas periódicas especificadas no manual do proprietário, recomenda-se substituir imediatamente o filtro em caso de utilização de combustível ou adulterado.

Fonte: Terra

O seguro vai pagar?

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Segue abaixo as maiores dúvidas dos segurados:

O CARRO É USADO NO INTERIOR, MAS FOI ROUBADO NA CAPITAL
No interior, o índice de roubos é menor, então o seguro é mais barato. Essa diferença pode levar o segurado a cair na tentação de informar que o endereço de pernoite do carro é o do sítio do fim de semana, não a residência na cidade. Isso é fraude e a seguradora pode não pagar a indenização.

O SEGURADO MUDOU DE ENDEREÇO, MAS NÃO AVISOU A SEGURADORA
Isso pode ocorrer quando o motorista renova automaticamente sua apólice e só informa a seguradora depois que o sinistro ocorreu. Na maioria das vezes, não existe má-fé, mas mesmo assim a seguradora pode se recusar a pagar a indenização.

EMBRIAGADO, O SEGURADO BATE O CARRO
A seguradora precisa de uma prova de que o motorista estava bêbado para que possa alegar embriaguez e não pagar a indenização. O teste de bafômetro realizado pelo policial serve, mas se o motorista se negar a fazer o teste, o policial pode fazer constar a recusa no boletim de ocorrência e informar que havia aparência de embriaguez. Caso contrário, o não-pagamento da seguradora pode ser contestado judicialmente.

O CARRO PASSOU A NOITE FORA DA GARAGEM E FOI ROUBADO                                                                               A maioria das seguradoras indeniza o segurado se for possível provar que o carro dormia todos os dias na garagem e passou só uma noite fora. Porém, se ela provar que o carro dormia na rua habitualmente, pode se recusar a pagar. Algumas apólices têm uma cláusula adicional, que diz que a seguradora não é responsável se o carro estiver fora de uma garagem entre a meia-noite e 6 horas da manhã, por exemplo.

O CARRO ESTÁ COM IMPOSTOS OU PARCELAS DO SEGURO ATRASADOS
Se o veículo for roubado antes de o seguro ser quitado, o que falta pagar será descontado da indenização. O mesmo vale para os impostos atrasados e multas não pagas.

O SEGURADO VIAJOU PARA O URUGUAI E BATEU OU FOI ROUBADO                                                                       A grande maioria das apólices só vale no território nacional. Quem viaja para o exterior precisa se garantir, pois os sinistros que ocorrem depois da fronteira só estão cobertos se isso constar na apólice. Caso contrário, o segurado não tem direito à indenização.

UM MANOBRISTA BATEU O CARRO
Por lei, as empresas que atuam com manobristas em São Paulo precisam ter um seguro, que deve ser acionado em caso de roubo ou acidente (e elas são obrigadas a pagar a franquia). O problema é que há várias empresas que atuam na informalidade e não têm seguro. Nesses casos, o segurado tem de fazer um boletim de ocorrência e acionar sua seguradora, que vai então cobrar da empresa responsável pelo manobrista.

UM AMIGO OU A NAMORADA LEVOU O CARRO EMPRESTADO E HOUVE UM ACIDENTE
Se o amigo for maior de 18 anos, tiver habilitação válida, não estiver embriagado e usar o carro eventualmente, a seguradora pagará. Se algum desses quatro pré-requisitos não for cumprido, ela pode se recusar. Mas se a namorada usa seu carro uma vez por semana, isso configura uso habitual. Para ter direito à indenização, é preciso incluí-la como motorista e pagar mais por isso.

O SEGURADO RESOLVEU ASSUMIR A CULPA NO LUGAR DE OUTRO MOTORISTA QUE NÃO TEM SEGURO
Um motorista sem seguro arrebenta o carro de outro que tem. O segurado assume a culpa pelos dois acidentes, mas o outro paga a franquia. Parece um acordo bom para os dois lados, só que isso é fraude. Para evitá-la, as seguradoras podem reconstituir os acidentes e verificar se há divergências com o que o segurado informou.

Fonte: Quatro Rodas

Termos dos mecânicos

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

No post Peças de carros, escrevi o significado de algumas peças. Como existe muitos termos utilizados pelos mecânicos, fiz outra lista com mais alguns termos:

Altura de rodagem
É à distância do solo em relação a um ponto de referência no chassi ou carroceria do carro. Toda a geometria de suspensão e direção é baseada em uma altura de rodagem padrão. Essa altura tende a diminuir com o tempo e com a quilometragem do veículo. Isso ocorre devido à deformação das molas da suspensão. Por isso, a altura do solo deve ser verificada nas revisões periódicas e, enquanto for possível, deve ser ajustada - até o momento em que a troca das molas será necessária.

Calço hidráulico
É um fenômeno que provoca danos ao motor por causa da aspiração de água, que pode entrar no sistema de admissão de ar quando, por exemplo, se trafega em um trecho alagado. Nesse caso, a água, que não se comprime, entra nos cilindros e impede que os pistões sigam o curso normal. O motor, que até o momento da aspiração da água estava em funcionamento, fará força para girar e assim provocará um forte golpe, que entortará as bielas - peças nas quais os pistões são fixados - entre outros inúmeros problemas.

Equalizador de escape
É um tubo que liga os dois canos de escapamento nos sistemas de escape duplo em motores em V, principalmente do tipo V8 (oito cilindros em V). O equalizador é a junção dos canos após os coletores de escapamento e, como o nome já diz, tem a finalidade de equilibrar as pressões de todos os cilindros.

Linha de cintura
É o ponto de encontro entre a parte lateral da carroceria de metal com o começo da área envidraçada. O termo é muito utilizado pelos estilistas e projetistas de automóveis.

Peso em ordem de marcha
É o peso de um automóvel usado como referência na indústria automotiva. Para chegar a essa medida é preciso deixar o veículo com todos os elementos essenciais para o funcionamento. O tanque de combustível cheio e o nível de todos os líquidos, como óleos e água, no ponto máximo. Além disso, o estepe deve estar calibrado bem como todas as ferramentas, como a chave de rodas, em seus devidos lugares.

Tucho
Trata-se de uma peça cilíndrica que recebe movimento por meio do ressalto do comando de válvulas. O movimento gerado pelo ressalto segue então para a vareta da válvula, que por sua vez aciona o balancim que faz a válvula abrir e fechar. Na prática, o comando atua como um martelo, que bate no tucho, que empurra a vareta, que encosta no balancim e abre e fecha a válvula. O tucho pode ser mecânico, como descrito acima, ou hidráulico (alimentados pelo próprio óleo do motor). O hidráulico costuma ser mais silencioso e também consegue manter o mecanismo sem folga, mesmo com a variação de temperatura, que pode ocasionar variações dimensionais.

Túnel de vento
Consiste de uma sala fechada com temperatura e pressão atmosférica controladas. Ela conta com um dispositivo de grandes dimensões, que nada mais é que um tubo no qual um enorme ventilador produz corrente de ar de alta velocidade. Um veículo em tamanho normal ou em escala é submetido a essa corrente de ar e seus efeitos são estudados a fim de se obter o melhor coeficiente aerodinâmico para o automóvel. Com base nesse estudo, são determinadas as características aerodinâmicas do carro, tais como o arrasto, que influi diretamente no desempenho e consumo.

Fonte: G1