Arquivo de janeiro de 2011

Nike lança tênis inspirado no carro DeLorean

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

carro

Já virou febre licenciar marcas famosas para a produção de acessórios e roupas do mundo fashion.

A Nike lançará um tênis para “homenagear” o famoso carro que contracenou na trilogia “De Volta para o Futuro”, o DeLorean DMC-12, com uma série limitada de 1.000 pares do tênis Dunk 6.0.

O calçado tem inspirações no carro, como a cor prateada do aço inox, material utilizado no DeLorean. O calçado, por sua vez, remete as lanternas do esportivo. Segundo a fabricante, o 6.0 Dunk SE DeLorean vai ser vendido a partir de novembro por US$90 (cerca de R$ 155, sem taxas).

nike

Fotos oficiais da nova Ferrari vazam na web

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

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A Ferrari revelou as primeiras imagens e informações oficiais de seu novo conceito, o FF - Ferrari Four.

O esportivo, foi mostrado em um evento restrito a convidados especiais, realizado nos Estados Unidos, a expectativa é de que a novidade seja apresentada oficialmente no Salão do Automóvel de Genebra, na Suíça, em março.

Informações preliminares dão conta de que a FF seja equipada com um bloco V12 de 6,25 litros capaz de despejar 660 cavalos de potência, a 8.000 rpm, para as quatro rodas. O torque é de 69,6 kgfm a giros.

E com todos estes atributos, estima-se que a FF acelere de 0 (zero) a 100 km/h em apenas 3,7 segundos e atinja a velocidade máxima de 335 km/h.

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Fonte: UOL

Enchentes - O que fazer se seu carro for atingido

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

enchente

A cada verão, chuvas torrenciais costumam provocar enchentes que podem provocar muitos problemas em nossos automóveis. Mas, mesmo depois de atravessar uma enchente com aparente sucesso, não há garantias de que o carro não tenha sofrido alguma avaria.

O próprio proprietário do veículo pode ficar atento ao comportamento do carro após passar pelo trecho alagado. Segundo engenheiros, a água é capaz de provocar problemas em diversos componentes do carro, inclusive no motor, até 5 mil quilômetros depois da situação.
Portanto é recomendável verificar alguns itens:
1. Um deles é o filtro de ar. “Folhas ou barro dentro do filtro são sinais de que a água pode ter entrado no sistema”, ressalta Reinaldo Nascimbeni, supervisor de serviços técnicos da Ford. “No caso de ter acúmulo de água, o indicado é retirar o filtro e enxugá-lo e depois, eventualmente, efetuar a troca da peça”, sugere Carlos Henrique Ferreira, consultor técnico da Fiat.

2. Barulhos diferentes no motor também são um sinal de que a água pode ter provocado estragos.
3. O próprio estado do óleo dá sinais de que algo está errado. Se ao puxar a vareta o óleo está com uma aparência e textura que lembram maionese, por exemplo, provavelmente entrou água no sistema.
4. As correias podem apresentar ruídos, sinal de ressecamento e risco de rompimento.
5. Os componentes elétricos também merecem atenção, pois há perigo de curtos. “Os componentes elétricos geralmente são muito bem vedados, mas é bom sempre checar. E ainda verificar a parte funcional do veículo, como lâmpadas e buzina”, orienta José Fernando Penteado, colaborador do Comitê de Veículos Leves da SAE Brasil ¬ Sociedade de Engenheiros da Mobilidade.
6. Uma verificação na parte de baixo do automóvel é quase obrigatória. Afinal, a água costuma arrastar lixo e toda sorte de objetos.
7. Alguns câmbios de automóveis têm uma janela perto da embreagem, onde pode entrar água. Segundo especialistas, a embreagem pode chegar a patinar por um tempo, mas depois o sistema seca normalmente.
8. Durante travessia de um trecho alagado pode haver perda de aderência da correia auxiliar ¬ correia poly-v ¬, que pode não tracionar e afetar o funcionamento da direção hidráulica e do motor por conta da tensão do alternador. Mas, geralmente, trata-se de um problema temporário, que se normaliza em poucos minutos.
9. Após a enchente também orienta-se verificar se a água ficou acumulada em alguma parte do veículo: cantos, contornos de carroceria e afins, pois a água pode provocar corrosão.

Como enfrentar um alagamento?

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

alagamento

A recomendação é unânime. O melhor mesmo é evitar atravessar trechos alagados e esperar a água baixar. Mas existem as dicas básicas caso seja inevitável encarar as enchentes com o carro.

Primeiro, uma análise visual da situação. Se a água cobriu mais da metade da roda dos carros, a travessia torna-se muito arriscada.

Para encarar a água, por sua vez, o ideal é engatar uma marcha baixa (primeira ou segunda), manter a aceleração constante, uma velocidade máxima de 15 km/h e, de preferência manter as rotações entre 2.500 e 3 mil giros. De forma alguma trocar de marcha, ou reduzir e depois acelerar. Essas mudanças podem gerar ondas e o sistema aspirar água.

Depois de atravessar a enchente, é bom ficar atento aos freios. A água pode encharcar pastilhas e lonas de freio, prejudicando a eficiência da frenagem em um primeiro momento. Por isso, recomenda-se trafegar em baixas velocidades e frear de forma constante o veículo. “O que deve ser feito é pisar no freio levemente, sem frear totalmente o carro, para aquecer o disco e as lonas, por uns 40 ou 50 metros. Esta prática limpa, inclusive, a sujeira acumulada no disco e lonas”, explica Paulo Roberto Garbossa, consultor da ADK Automotive.

Fonte: UOL

Prefeitura de SP anuncia redução no limite de velocidade

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Verkehrsschilder

A prefeitura de São Paulo anunciou ontem (10/01) que uma das metas no plano de ações na área de transportes inclui a redução e a padronização da velocidade máxima nas vias da cidade.
A medida tem como objetivo diminuir o número de mortes no trânsito em 10% ao longo do ano. Além dessa, outras ações pretendem diminuir o número de morte como a construção de 24 quilômetros de ciclovias, campanhas de proteção ao pedestre e ao ciclista, implantação de faixas iluminadas, melhora na sinalização e modernização de semáforos.
Dos R$ 409 milhões previstos no plano de ações, R$ 57 milhões serão destinados para a redução dos acidentes, que hoje representam cerca de 1.300 mortes por ano.
Segundo o secretário municipal de Transportes, Marcelo Branco, o objetivo é fazer com que as pessoas saibam de forma intuitiva quais as velocidades na cidade e dependam menos da sinalização. Os novos limites de velocidade ainda não foram definidos, mas nenhuma rua vai ter a velocidade aumentada.