Arquivo de janeiro de 2013

Vazam fotos do novo sedã pequeno da GM

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

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A GM vai mesmo lançar um novo três volumes baseado no Onix. Reformulando toda sua linha dede 2012, o sedãzinho deve pintar já em fevereiro. O carro está pronto e vazaram fotos.

Fotos e nome: Prisma. Sim, da nova linha da GM é único carro que manteve o nome de seu sucessor. O velho Prisma (gerado a partir do Celta) saiu de linha também em 2012.

A versão “flagrada” conta com o mesmo motor 1.4 LTZ do Onix (pelo menos isso é o que indica o nome Prisma LTZ em sua traseira) e traços muito mais charmosos que a geração anterior do pequeno sedã.

Algumas semelhanças, porém, foram mantidas. Caso da traseira alta e das linhas fortes da carroceria, dando a impressão do carro ser maior e mais imponente do que realmente é. O antigo Prisma trazia influencias do Vectra em seu terceiro volume, o novo traz influências do Cobalt.

Beleza ele tem de sobra. Vamos aguardar seu lançamento em fevereiro e ver se o desempenho e conforto correspondem à altura. Voltaremos a falar disso.

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A maioria das marcas ainda ignora o pós-venda

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

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As montadoras no Brasil iniciaram uma espécie de “guerra das garantias”, o que tornou um diferencial às marcas recém-chegadas ao país. A maior garantia oferecida é da JAC Motors: seis anos contra defeito de fabricação.

Porém, as longas garantias, aos poucos, estão abrindo o olho do consumidor para aquilo que julgo o principal problema das concessionárias do país. A prestação de serviços e um programa convincente de pós-venda. O consumidor passa a pensar: “vale a pena estar amarrado em um contrato de seis anos se o serviço prestado pela montadora for ruim”?

O fato é que as próprias marcas acreditam que seu papel resume-se a construir carros e vendê-los rapidamente. Para isso, existem milhares de diferenciais para compra: marketing de primeira, promoções, ajuda governamental… Mas uma negligência cruel para prestação de serviço pós-venda.

Tirando casos de carros caríssimos e hiperexclusivos, um pós-venda diferenciado é inexistente. Pense assim: quantas pessoas você conhece (incluindo você mesmo) que, findo o prazo da cobertura da garantia, tem vontade de retornar às redes oficiais para serviços como troca do filtro de óleo?

Os motivos para não voltarmos lá são inúmeros. O preço dos serviços é irreal. Em 30 segundos qualquer pessoa acessa a internet, faz as contas e percebe que o preço cobrado pela manutenção periódica na rede autorizada é ridículo. E finaliza com o fato que para trocar óleo e seu filtro levam o dia todo (em uma prestadora de serviços qualquer, o trabalho é feito em meia hora).

Some a isso o fato de não abrirem aos sábados, salvo raríssimas exceções (quem, hoje em dia, tem tempo para ir trocar o óleo em horário comercial?).

No fim das contas, a rede autorizada é apenas uma revendedora de carros. Tanto é verdade que seus funcionários vendedores ainda ganham mais dinheiro com a venda do veículo, nãos e importando em criar um vínculo com o consumidor e dar a devida atenção ao pós-venda.

Por mais bizarro que pareça, ainda acreditam que basta o consultor mecânico ter as mãos limpas, atender o cliente num balcãozinho adesivado com a logomarca, deixar ao lado a garrafa de café, água e substituir a palavra “problema” pela palavra “inconveniente” que estão fazendo um programa diferenciado de pós-venda. Mas continuam cobrando R$ 150 num filtro de óleo.

Ninguém duvida que a montadora seja especialista no próprio produto, então porque não usar isso? Existe sim a possibilidade de manter uma relação saudável e duradoura com o cliente desde o momento da compra até as revisões, as manutenções forçadas ou de rotina, serviços de funilaria e conveniência. E, antes de tudo, rever os preços abusivos e absurdos. Veja o que as seguradoras passaram a oferecer nos últimos dez anos, mudando o foco de apenas “roubos e batidas” para serviços cada vez mais completos.

Opções têm, basta querer se reestruturar.

Uma pequena discussão sobre a idade mínima para tirar a CNH

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

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Sempre ouvimos a indagação dos jovens em relação à idade mínima para dirigir no Brasil. Como todos sabem, para tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), a pessoa precisa ter 18 anos completos. Nos EUA, com algumas restrições, um jovem de 16 anos pode fazer o mesmo. Mas seria possível isso no Brasil?

Os jovens, ansiosos para dirigir, argumentam que o comportamento de um adolescente norte-americano e de um brasileiro não é tão diferente. Alguns ainda defendem que dirigindo com 16 anos e só tendo acesso à bebida alcoólica com 18, de certa forma isso “ensinaria” a pessoa a não ingerir álcool ao volante.

No parágrafo acima, porém, encontramos problemas sérios na argumentação.

Primeiramente é complicado dizer que o comportamento dos adolescentes é parecido, pois o grande exemplo dos jovens brasileiros ainda é os pais. Os adultos brasileiros desconhecem, em geral, o Código Nacional de Trânsito e desrespeitam leis com frequência. Desde estacionar em vaga reservada a idosos ou portadores de deficiência física quando não o são até dirigir embriagado. É isso que os filhos veem.

Em relação ao álcool, o argumento de que apenas com 18 a pessoa tem acesso a bebida é uma falácia enorme. Os jovens tem acesso livre a qualquer tipo de bebida muito cedo. Muito se dá pela boa aceitação social em relação ao álcool, por isso beber em público não é mal visto. Por isso que dirigir embriagado não é chocante para a maioria das pessoas.

Se adultos são, em sua maioria, imaturos demais para avaliar o perigo de dirigir sob o efeito do álcool, o que dizer de jovens? Acreditar que adolescentes não irão dirigir bêbados porque “a lei proíbe a venda de bebidas alcoólicas a menores de idade” é um argumento fantasioso. Fruto de desconhecimento ou de má fé.

É um debate muito mais alimentado pela vontade feroz de jovens dirigirem do que pela necessidade de mudar algo no trânsito. Isso não traria mais segurança para ninguém. E conhecendo a ferocidade e periculosidade do tráfego cotidiano, essa medida apenas colocaria mais gente em risco.

Hyundai HB20 já gera versões: a bola da vez é o aventureiro HB20X

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

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Quando um carro faz sucesso no mercado, é natural que versões apareçam. Em maior ou menos quantidade, sempre um sucesso é seguido de um lançamento baseado no modelo.

Imagine se o HB20, sucesso imediato e um dos principais lançamentos do ano de 2012, ficaria fora dessa. De jeito nenhum. A Hyundai, inteligentemente, juntou o sucesso de seu carro com a aceitação do público em relação aos cross, o HB20 recebe a versão HB20X, com ar aventureiro.

De olho diretamente nos concorrentes VW CrossFox e Renaut Sandero Stepway, a coreana vai oferecer o HB20X apenas com motorização 1.6 litros de 16 válvulas.

Como esperado para esse segmento, o carro recebe itens externos e internos para deixa-lo com visual inspirado no off road e suspensão elevada em relação ao original. Duas versão são oferecidas: Style e Premium.

Ambas as opções são bem equipadas de série, contando com ABS, airbag duplo, ar-condicionado, rodas de liga leve exclusivas aro 15’, direção hidráulica, trio elétrico e computador de bordo  e a versão Premium acrescenta ao pacote itens como sensor de estacionamento, acendimento automático dos faróis e alarme com sensor de inclinação.

As duas têm alternativa de câmbio manual ou automático (lembrando que, assim como o HB20 “original”, a transmissão oferecida não é automatizada, mas automática de fato). O preço divulgado é competitivo e o visual é mais atraente que dos concorrentes. Tem tudo para, assim como o HB20, ser sucesso imediato. Confira:

Style manual – R$ 48.755

Style automático – R$ 51.955

Premium manual – R$ 51.255

Premium automático – R$ 54.455

Procon obriga Hyundai-Caoa a convocar Veloster para recall

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

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A Hyundai-Caoa convocou o Veloster com teto solar para recall, em uma ação motivada por uma intimação do Procon.

Segundo o Procon, uma falha no robô que realiza a montagem do veículo pode ter avariado o vidro superior, deixando-o mais frágil e com risco de trincar mesmo com o carro parado. O mesmo motivo motivou um recall do veículo nos EUA, porém no Brasil não havia a convocação. Por isso os consumidores foram ao Procon e a ação deu certo.

As 5.852 unidades afetadas foram fabricadas entre novembro de 2011 e 17 de abril de 2012. O início do atendimento nas concessionárias será feito a partir do dia 30 de janeiro. Na ocasião, será feita uma inspeção e a eventual substituição do vidro do teto solar.

Portanto os proprietários dos veículos com chassis de KMHTC61CBCU040341 a KMHTC61CBCU053122 e de KMHTC61CBDU054386 a KMHTC61CBDU070223 devem procurar a concessionária mais próxima a partir do próximo dia 30.

A Hyundai-Caoa afirmou que o recall será divulgado nos meios de comunicação a partir do próximo sábado (dia 26). Para mais informações, entre em contato com a Central de Relacionamento com o Cliente Hyundai pelo telefone 0800-556545 e no site www.caoahyundai.com.br.

Não deixe de realizar o recall, já discutimos aqui no blog a importância desse procedimento. É para a sua segurança e de todos os passageiros.