Arquivo de setembro de 2013

2008 já dá as caras pelo Brasil

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

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A Peugeot vai mesmo entrar para o segmento, cada vez maior e melhor, dos SUVinhos, liderado pela EcoSport, mas que já conta com o Duster e o Tracker na briga. E a aposta da francesa será mesmo o belo 2008.

O modelo terá fabricação brasileira sobre a mesma plataforma do compacto 208. Na Europa, o 2008 já começou a ser comercializado no segundo semestre deste ano, logo depois de ser apresentado em salões internacionais.

Ao que parece, já existem modelos prontos fabricados na fábrica de Porto Real (RJ) e rodam camuflados para testes finais. Talvez o veículo chegue às lojas já em 2014, logo após o Salão do Automóvel de São Paulo.

Por ser compacto (4,15 metros de comprimento), o SUVinho deve aproveitar no Brasil a motorização já conhecida do 208, ou seja, um propulsor de 1,5 litro e outro de 1,6 litro, ambos bicombustíveis e dispensando tanquinho suplementar de gasolina para partida no frio.

O que fazer quando se tem a CNH suspensa

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

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Muitos motoristas ficam em dúvidas do que fazer ao ter a CNH suspensa. Par resolver tal impasse, são necessárias medidas simples, mas que requerem atenção.

A CNH é suspensa quando o motorista recebe mais de 20 pontos com multas e infrações ou ao cometer uma única infração gravíssima automaticamente suspensiva. Quando esse limite é atingido, o motorista é notificado pelo Dentran através de uma carta enviada a seu endereço cadastrado junto ao órgão.

Ao receber a notificação, o condutor tem um prazo de 30 dias para apresentar uma defesa pessoalmente no local em que sua CNH está cadastrada (Dentran ou Ciretran de seu município). Caso opte por não apresentar contra argumento ou tenha o recurso negado, o motorista deve entregar sua carteira no órgão expeditor.

O direito de dirigir é suspenso de um mês a um ano, dependendo da situação. Se for reincidente num período de 12 meses, a suspensão varia de seis meses a 2 anos.

Enquanto está suspenso, o condutor deve fazer um curso de reciclagem de cerca de 20 horas em algum CFC de sua cidade.Cumprida a penalidade, o motorista poderá ter a CNH de volta apresentando o certificado de conclusão desse curso.

Vamos completar o óleo?

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

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Muita gente ouve isso no posto e aceita completar o nível do óleo. Mas mesmo pra essa manutenção simples, é importante tomar alguns cuidados.

Primeiramente, checar o nível de óleo é muito fácil e recomendado de vez em quando. Basta puxar uma varetinha no motor facilmente identificada pela argola amarela do puador e olhar. Mas é recomendado que o carro esteja desligado há cerca de 5 minutos e que, ao retirar a vareta, ela deve ser limada e recolocada para, aí sim, medir o nível.

O óleo pode estar ruim e ser preciso trocá-lo. Não dá pra saber se é hora da troca apenas esfregando os dedos, como se vê em alguns postos de gasolina. Antes de tomar essa decisão, consulte o manual do veículo, lá tem as especificações de validade e recomendação de quilometragem para a troca.

Se for só completar, lembre-se de um detalhe: você não deve misturar óleos de marcas e especificações diferetnes. Se antigamente, “qualquer um servia”, hoje em dia os óleos são frutos de pesquisas e trazem muita tecnologia envolvida. Saiba qual o recomendado para seu veículo.

Também importante saber: óleo de carro não precisa de aditivos e não é recomendado usar. Pode ser uma manobra do posto para te vender lagum produto extra. Recuse.Todo óleo moderno já sai pronto para garatir o melhor funcionamento do motor.

Homem registra maior quilometragem com um mesmo carro e vai parar no livro dos recordes

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

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O Guinness Book terá um novo recorde: a maior quilometragem rodada por um mesmo carro. A máquina é um Volvo 1800 S de 1966.

Quanto ele rodou? Cerca de 4,82 milhões de km – equivale a dar a volta ao mundo 120 vezes. A montadora suéca estava presente para registrar a marca, que foi atingida nesta semana.

Curioso é que a marca foi atingida no Alaska, o único estado dos EUA que o proprietário do Volvo, Irv Gordon, nunca tinha visitado. Porém, ele não dirigiu até lá: o carro foi levado de avião para bater o recorde ali.

“Não teve nenhum drama. Só seguimos rodando, de olho no odômetro, para não perder o grande momento”, descreveu o motorista. “Não foi tanto pela questão de alcançar a marca, mas pelas viagens que fiz a fim de conquistá-la e o que experimentei até aqui. Nunca tive a meta de 1 milhão, 2 milhões de quilômetros rodados. Só gostei de dirigir e curtir a vida com o meu Volvo”.

O primeiro dono do carro (comprado novo em 1966) até que chegou longe sem pretensão alguma. E ótima propaganda gratuita pra montadora, famosa por fazer carros duradouros e seguros.

Com fábricas no Brasil, preços de BMW, Audi e Mercedes vão baixar?

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Mercedes-Benz GLA Showcar Studio; 2013

Resposta: não. Ou muito pouco. E existem alguns motivos pra isso.

Primeiro porque mesmo produzindo os carros aqui, a tecnologia deverá ser importada. Isso tem um custo alto, tanto em mão de obra quanto em produtos.

Aí encontramos outro fator: mesmo montando no Brasil, a maioria das peças virão de fora. Num primeiro momento, cerca de 65% das peças dos carros ainda serão de fora.

Outro ponto é que será preciso amortizar od custos. A Audi, por exemplo, precisa vender quaser R$ 500 milhões para recuperar o valor investido no país. Quem paga isso é o consumidor, obviamente.

Mas mesmo assim, não deveria cair cerca de 10% os preços, só por não ter mais a taxa de importação sobre o produto pronto?

Então nos deparamos com o principal motivo dos preços permanecerem iguais. Uma lógica simples de mercado: tem muita gente que compra por esse valor, portanto baixar não soa lucrativo para a montadora.

O que podemos ter é uma queda de 3%, no máximo 5%, do valor por causa da suposta maior facilidade de manutenção e reposição. 10 % é sonhar alto demais e ter preços parelhos com os europeus chega a soar ridículo, dada a improbabilidade de isso acontecer.

Portanto, não se anime tanto. Os carros montados aqui não terão preços melhores e menos abusivos.