Salão de SP - Mesmo com o lançamento do Dodge Durango, Viper é a estrela do estande da Chrysler

30-10-2012-11

E não é pra menos. Pela primeira vez em solo brasileiro, um dos muscle cars (apelido de carros americanos potentes e com motor enorme, como Camaro, Mustang e Maverick) mais icônicos da história era a atração mais aguardada do Salão do Automóvel de SP.

Renomeado de SRT Viper, sua produção tinha sido descontinuada em 2010 (quando a Chrysler comprou a Dodge, fabricante do automóvel). De volta, trazendo as linhas curvas e a frente gigante que lhe redeu status de “mito” nos anos 90, o Viper traz melhoras àquilo que já era ótimo em seus antecessores.

Segundo o fabricante, a nova carroceria tem partes em alumínio, aço e fibra de carbono, o que o torna mais leve e maleável, portanto mais seguro contra torções e colisões. Mas bater um carro desses pode ser fatal.

Mesmo com o confiável controle de tração e de estabilidade, somados aos pneus especialmente desenvolvidos para a máquina e a suspensão e chassi que beiram a perfeição, o motor do “garoto” é um V 10 sem turbos (não poderia ser diferente) de 8.4 litros que produzem “apenas” 648 cv de potência e 82,8 kgfm de torque. Isso a versão que está no salão, chamada de SRT (“Street and Racing Tecnology”), pois existe outra configuração chamada GTS, ainda mais potente e esportiva!

Além do Viper, a Chrysler apresentou o SRT Charger e o SRT Grand Cherokee. E o lançamento do novíssimo Dodge Durango (um belo SUV). Porém, o Viper é a estrela no estande. Digo mais, é a estrela do Salão de SP (sim, mais que a Ferrari e os Porsches). Para aqueles que, como eu, são apaixonados por muscle cars, a visita ao Anhembi já vale a pena para vê-lo.

Ah, no meio disso tudo, uma má notícia: o mercado brasileiro ainda não está na mira da Chrysler para comercializar o SRT Viper. Outro motivo para correr pra lá e ver essa joia rara da indústria automotiva.

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