Agora esfriou: como fica o motor flex?

30-07-2013-1

Mesmo depois de 10 anos no mercado e com sucesso absoluto, o motor bicombustível gera dúvidas e desconfianças. Sobretudo quando o assunto é abastecer com etanol.

Primeiramente, é importante saber que não apenas o combustível, mas no frio, muitas peças e componentes precisam de mais atenção. Pneus, bateria, limpadores, cuidados extra com a carroceria…

Mas vamos ao tanque de combustível. É comum sentir dificuldade de ligar o carro abastecido com etanol. Para evitar tal desconforto, é fundamental manter o reservatório de partida, popular “tanquinho”, abastecido com gasolina de qualidade e nova.

Mas não é só o álcool o responsável por tal dificuldade. Mesmo em modelos atuais equipados com sistemas que dispensam a utilização do reservatório de gasolina para injetar o combustível na partida a frio, a vela de ignição tem papel fundamental no sucesso da partida do motor em dias frios. Nesse caso, os veículos com vela desgastada também vão apresentar dificuldade de partida em dias com temperaturas baixas.

Mas se você usa etanol o ano todo e, no frio, decide mudar por completo para gasolina, saiba que não há problema algum. Porém, é necessária a atenção nesta mudança. O ideal é que antes de deixar o carro com motor desligado por um longo período (como uma noite inteira), o veículo rode pelo menos 10 km para que o sistema de controle do motor reconheça o novo combustível presente no tanque e reprograme a estratégia de funcionamento, inclusive durante a partida a frio.

O frio não tem segredos, mas não custa nada dar uma atenção extra para seu veículo.

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