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Ferrari que Schumacher usou em 1997 vai a leilão

terça-feira, 5 de novembro de 2013

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Um dos carros pilotados por ninguém menos que Michael Schumacher em 1997 vai a leilão no Reino Unido.

O modelo é a Ferrari F 310 B. O motor é 3.0 turbo V10 de 730 cv (não, o comprador não pode dar uma voltinha com ela pela rua). O maior piloto de todos os tempos usou esse carro especificamente na Bélgica daquele ano pela primeira vez (os pilotos dificilmente usam o mesmo carro mais de uma vez na temporada).

Curiosamente, essa mesma unidade foi usada pelo companheiro de equipe de Schummy, Eddie Irvine, no GP de Monza. Outra curiosidade: esse carro não venceu nenhuma corrida: foi segundo colocado nas mãos do alemão e oitavo nas mãos do inglês.

Outra curiosidade: em 1997, o campeão da F-1 foi o canadense Jacques Villeneuve. Ainda assim, o leilão será um sucesso, afinal é um carro pilotado pelo multicampeão Schumacher. O valor inicial estimado para o F 310 B varia de € 750 mil (R$ 2,25 milhões) a € 950 mil (R$ 2,85 milhões).

Rodízio de veículos: Ruim com ele, pior sem ele

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Não parece, mas há 13 anos os paulistanos já convivem com o rodízio de veículos. Odiado por muitos e visto como uma boa solução por outros, o sistema que proíbe carros de circularem de acordo com sua placa e diavelolenta davelolenta semana pode estar perto de seu fim.

Tido como solução, hoje o rodízio perdeu seu efeito graças ao aumento da frota de São Paulo que cresceu 40% desde o ano de sua implantação.

A velocidade média dos veículos caiu 33% no horário de pico da tarde entre 1997, último ano antes da regra, e 2009 no corredor Consolação/Rebouças/Eusébio Matoso, o único monitorado pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) para avaliar os efeitos da restrição.

Antes da vigência do rodízio, o tráfego fluía a uma média de 17,5 km/h entre as 17h e as 20h. No ano passado, o índice caiu para 11,7 km/h.

A própria CET reconhece que os resultados obtidos estão abaixo do esperado. Uma coisa não há como negar, se o rodízio não existisse, provavelmente estes índices seriam bem piores, fica a conclusão, Rodízio: ruim com ele, pior sem ele.

Fonte: Estado de São Paulo