Posts com a Tag ‘amortecedor’

Amortecedor

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Muita gente fala que o prazo definido para durabilidade do amortecedor é de 40 mil quilômetros, e que deve ser feita a troca. Mas na verdade é pura enganação, não existe ao certo uma quilometragem para a troca, pois depende de como o veículo foi usado.

Se o veículo roda sobre estradas de terra esburacadas, pode ter seus amortecedores destruídos aos 10 mil quilômetros, outros, que circulam somente dentro da cidade em que ruas e avenidas são asfaltadas e planas, podem atingir tranquilamente os 100 mil quilômetros, sem qualquer problema.

O amortecedor deve ser trocado apenas depois de algumas avaliações, existe um equipamento chamado Shocktester, que mede a ressonância da suspensão de um carro sobre uma plataforma e ajuda bastante a identificar problemas com o amortecedor. Mas a máquina não tem os parâmetros para comparação de todos os veículos vendidos no Brasil e existem apenas 100 unidades nos pontos de venda da empresa em todo país.

A Monroe desenvolveu um sensor que consegue medir o funcionamento do amortecedor, mas a análise visual também é muito importante, para verificar se o componente sofreu alguma pancada, se está empenado ou se apresenta algum vazamento.

Existem os amortecedores recondicionados, mas eles podem expor ao risco você e sua família, não devem ser usados. Primeiro é economicamente inviável recondicionar amortecedores, para se conseguir dar a ele as mesmas características originais, o custo seria igual ou até maior de um novo.

O amortecedor não amortece a pancada, isso é tarefa das molas, o que ele faz é impedir as oscilações da carroceria provocadas pela mola. Manter os amortecedores em bom estado é fundamental para o equilíbrio do carro, principalmente em curvas e em pisos irregulares. Rodar com amortecedor desgastado pode significar uma saída de pista fatal numa curva ou ao trafegar sobre asfaltos remendados e lombadas, mesmo em baixas velocidades.

Ao contrário do que sugere o nome, o amortecedor não amortece a pancada, pois isso é tarefa das molas. O componente impede as oscilações da carroceria, provocadas pelas molas. Manter os amortecedores em bom estado é fundamental para o equilíbrio do carro, principalmente em curvas e em pisos irregulares. Ou seja, rodar com amortecedor desgastado pode significar uma saída de pista fatal numa curva ou ao trafegar sobre asfaltos remendados e lombadas, mesmo em baixas velocidades.

Fonte: Vrum

Veículos rebaixados

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Qualquer alteração em algum componente do carro pode comprometer a carroceria e principalmente a dirigibilidade, portanto é preciso ter muita cautela se desejar rebaixar seu veículo.

O método mais utilizado para rebaixar um veículo é o corte das molas. Outra opção seria a compressão ou o destemperamento das molas. Em qualquer dos casos, essa prática diminui o curso dos amortecedores e, conseqüentemente, a vida útil de todos os componentes da suspensão. Existem amortecedores e molas especiais para essa finalidade, mas o custo é muito alto e o tempo de instalação é demorado.

O carro rebaixado tende a ser mais estável, mas compromete o conforto, sendo que o risco mais é a possibilidade de trincas e rachaduras no monobloco, principalmente nas áreas próximas as torres dos amortecedores.

O rebaixamento da suspensão é uma prática legalizada desde que a resolução 262 do Contran entrou em vigor (1º de maio). A resolução não permite o uso de molas com regulagem de altura, então não estão homologados os sistemas com rosca e a ar.

Quem for alterar a altura do veículo deve levar o carro para uma inspeção que avaliará a modificação. Essa inspeção só pode ser realizada em local cadastrado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (inmetro). Se aprovada a alteração, será emitido o Certificado de Segurança Veicular (CSV).

Após, leve o veículo ao Detran para acrescentar ao documento a inscrição como consta na nova resolução.

Fonte: G1