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Na estrada: ar-condicionado ou vidro aberto?

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Uma dúvida que muitos condutores têm é se na estrada vale mais a pena andar com o vidro aberto ou utilizar o ar-condicionado. O que consome menos combustível? Bom, pela lógica, andar com o ar ligado aumenta simcarrovidroestrada o consumo de combustível, mas na estrada existe a exceção desta regra.

Nas estradas, com o vidro do automóvel aberto e você a uma velocidade maior que 70 km/h cria-se o chamado arrasto, ou seja, o vento entra pelas janelas e “segura” o veículo e isto faz com que o motor seja mais exigido, com maior desgaste e consumo de combustível.

 

Já com os vidros fechados e ar ligado, evita-se a criação deste atrito aerodinâmico, tonando a viagem mais econômica. Já na cidade o consumo de combustível será maior utilizando o ar-condicionado do que se estivesse com os vidros abertos.

Resumindo então:  Se estiver a mais de 70 km/h feche as janelas e ligue o ar.

Para finalizar, uma curiosidade: O compressor do ar-condicionado dos carros funciona de forma constante, portanto não importa se você estiver utilizando o ar na potência 1,2,3 ou 4, o consumo de combustível será sempre o mesmo.

Fonte: G1

Troca de filtros

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Os filtros de ar, óleo e combustível são baratos, descartáveis e rápidos de trocar, porém, muitos proprietários acabam não respeitando critérios básicos de manutenção, aparecendo problemas devido a desatenção.

Saiba quando trocar cada filtro:

Filtro de óleo

Com o tempo, os filtros vão entupindo, diminuindo a pressão de óleo dentro do motor e comprometendo a lubrificação. Então é hora de fazer a substituição, sempre junto com a troca de óleo - não a cada duas trocas, como muitos dizem por aí.
Isso por dois motivos básicos:

- O óleo novo pode levar para dentro do motor as impurezas que estão no filtro velho;

-O filtro velho pode obstruir a passagem de componentes do óleo que não deveriam ser filtrados;

O óleo mal filtrado também provoca um desgaste prematuro das peças do motor, como pistões, cilindros, anéis, válvulas e mancais.

Filtro de ar

O filtro é projetado para rodar 5 000 km em condições severas ou 10 000 km em condições intermediárias. 7 500 km é o valor indicado é a média desses casos.

E não é só na hora da troca que o proprietário precisa estar atento com o filtro de ar e sim quando limpar. O dono do carro deve evitar a atrocidade de limpar a peça com um jato de ar, a pressão do ar abre a malha de filtragem, diminuindo a capacidade de absorção de impurezas.

O resultado é que o fluxo de ar para dentro do motor se torna muito maior que o ideal, e as impurezas da atmosfera acabam passando impunemente.

Outro ponto importante na hora de substituir o filtro é aspirar os resíduos que restaram no reservatório no momento da troca e não deixar o local aberto por muito tempo. Cuidado, muitos mecânicos passam só um paninho, que além de não remover as impurezas que ficaram ali, ainda pode soltar mais sujeira que acaba entrando no motor.

Filtro de combustível

A gasolina, o álcool ou o diesel que utilizamos são manipulados diversas vezes até chegarem a nossos carros absorvendo impurezas do ar e dos reservatórios nos quais foram armazenados no percurso. Daí a importância do filtro, que barra essas partículas e impede que comprometam os componentes de injeção, como a bomba de combustível e os bicos injetores, ainda mais delicados.

A troca é determinada pelo fabricante e varia de acordo com o veículo.

O tipo de filtro também varia de acordo com o tipo de combustível utilizado. Os filtros para gasolina são feitos de alumínio, enquanto os de automóveis a álcool, de plástico, porque o álcool reage com o alumínio e entope a passagem do combustível.

Por isso, além das trocas periódicas especificadas no manual do proprietário, recomenda-se substituir imediatamente o filtro em caso de utilização de combustível ou adulterado.

Fonte: Terra

Veículos rebaixados

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Qualquer alteração em algum componente do carro pode comprometer a carroceria e principalmente a dirigibilidade, portanto é preciso ter muita cautela se desejar rebaixar seu veículo.

O método mais utilizado para rebaixar um veículo é o corte das molas. Outra opção seria a compressão ou o destemperamento das molas. Em qualquer dos casos, essa prática diminui o curso dos amortecedores e, conseqüentemente, a vida útil de todos os componentes da suspensão. Existem amortecedores e molas especiais para essa finalidade, mas o custo é muito alto e o tempo de instalação é demorado.

O carro rebaixado tende a ser mais estável, mas compromete o conforto, sendo que o risco mais é a possibilidade de trincas e rachaduras no monobloco, principalmente nas áreas próximas as torres dos amortecedores.

O rebaixamento da suspensão é uma prática legalizada desde que a resolução 262 do Contran entrou em vigor (1º de maio). A resolução não permite o uso de molas com regulagem de altura, então não estão homologados os sistemas com rosca e a ar.

Quem for alterar a altura do veículo deve levar o carro para uma inspeção que avaliará a modificação. Essa inspeção só pode ser realizada em local cadastrado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (inmetro). Se aprovada a alteração, será emitido o Certificado de Segurança Veicular (CSV).

Após, leve o veículo ao Detran para acrescentar ao documento a inscrição como consta na nova resolução.

Fonte: G1