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Brasileira, BMW Serie 3 será bicombustivel

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

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Com o início das produções em Santa Catarina, a BMW mostra-se realmente animada com sua chegada ao país. Mesmo sem praticamente alterar em anda o valor dos veículos, alguns projetos mostram preocupação com o mercado nacional.

A principal novidade é que a Serie 3 produzida aqui será flex, ou seja, rodará com gasolina e/ou etanol. O modelo fotografado pelo internauta Rodrigo Perini foi um 320i com a inscrição “ActiveFlex”.

Este será o primeiro carro turbinado com tecnologia flex do mundo. O 3201 é um belo sedã com motor 2.0 biturbo de quatro cilindros capaz de entregar 184 cv de potência.

No Brasil, a tecnologia flex funciona como um valioso diferencial de marketing e essa ação pode ser um ponto importante para a fabricante cair ainda mais nas graças do consumidor final antes de finalizar sua fábrica brasileira.

Mercedes garante carros flex no Brasil

terça-feira, 8 de outubro de 2013

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Quando a Mercedes anunciou a fábrica no Brasil, uma das questões levantadas é se os carros montados aqui seriam bicombustíveis ou manteriam a configuração dos europeus (movidos apenas a gasolina).

A montadora então pronunciou-se e garantiu: tanto o Classe C, quanto o GLA (primeiro carros nacionalizados da marca) serão flex, ou seja, poderão ser abastecidos tanto com gasolina quanto com etanol. A decisão foi tomada tendo em vista a preferência do público brasileiro.

A tecnologia flex será implantada no motor 1.6 turbo atual (que equipa tanto o Classe C quanto o GLA). Porém, antes mesmo de serem nacionalizados (em 2016), os modelos chegam ao Brasil ano que vem com motor movido apenas a gasolina.

Sobre o preço, a Mercedes já anunciou que não haverá redução em relação aos exemplares importados dos mesmos modelos.

Completa o tanquinho!

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

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Apesar da desconfiança de alguns ainda hoje, carros bicombustível é uma realidade.Os mais modernos e tecnológicos dispensam o uso do tanque de partida a frio, o popular “tanquinho” (aquele reservatório de tampa vermeha perto do para-brisas), mas a grande maioria precisa dele.

Algumas lendas e inseguranças, porém, rondam a existência desse reservatório, o quanto ele consome, quando reabastecer e etc. Vamos tentar ajudar.

Primeiramente, ele consome realmente pouquíssima gasolina poruqe não é utilizado quase nunca! O tanquinho apenas entra em uso na hora de dar a partida.

E não só qualquer partida. Por conta de softwears bem programados, ele só entra em funcionamento se o carroe stiver abastecido de etanol, apenas em temperaturas abaixo de 18 graus e só na hora da partida mesmo. Portanto, fique tranquilo, ele quase não “bebe”.

Outro detalhe: ele não precisa estar sempre cheio. Pela metade, sua funcionalidade já é perfeita. E, por ser de pouco, porém útil, uso, gasolina adtivada nele é gastar a toa, não faz nenhuma diferença.

JAC Motors aposta em motor bicombustível para crescer no Brasil

quinta-feira, 4 de abril de 2013

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Que as marcas chinesas já notaram grande potencial no mercado brasileiro não é novidade pra ninguém. Mesmo depois de um 2012 catastrófico para os novos carros importados, por conta do alto IPI (a redução era só para nacionais). Sem outra saída, a Jac Motors decidiu recomeçar.

Traçou novas metas de venda e trouxe novidade. Primeiro foi o simpático e pequeno J2. Agora o hatch J3 Sport, versão esportiva de seu carro mais popular.

O J3 tem novo motor, mas não espere algo muito potente (quem vai a uma concessionária chinesa procurando um “superesportivo chinês”?). O lance da Jac ainda é “carro completo por preço baixo”.

Nessa estratégia de “completo”, surge o maior atrativo para o consumidor: o motor bicombustível. É o primeiro da marca, uma variação do motor 1.5 que equipa o sedã J5. A boa notícia é que o motor da Jac dispensa aquele tanquinho de gasolina para partida a frio (finalmente perto de extinção).

Mas ainda vale a pena um motor flex? Ou melhor, faz mesmo diferença?

No caso do J3, sim.

O motor maior (o anterior era de 1.3 ou 1.4 litros) na versão flex é mais arisco e desenvolto. Sem contar que traz vantagens em uma futura venda, quando os compradores, mesmo usando apenas um dos combustíveis, preferem motores flex (tem mais a ver com o “lado psicológico” da coisa).

A nova motorização também consome menos e traz menos ruídos para a cabine. Isso porque ele funciona em baixas rotações.

Ótimo recomeço para um montadora que “apanhou” tanto em 2012. Vamos ver que mais novidades a Jac está planejando.