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Confirmado Escort de volta no Brasil

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

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Um dos mais queridos e emblemáticos carros que a Ford já produziu no país está para voltar. Em Xangai, a Ford confirmou o Escort de volta ao Brasil.

Ainda sem muitos detalhes, o carro deve chegar em 20156, mas provavelmente não substituirá o Focus. Ainda sem detalhes maiores, é bem possível que o carro receba um motor de 3 cilindros, o novo queridinho do mercado.

A Ford já confirmou um motor 1.0 de 3 cilindros para o novo Ka, aposentando o 1.0 Rocan que equipava o Fiesta.

A montadora prepara muitos lançamentos para o Brasil nos próximos dois anos, como a chegada de um novo SUV e uma caminhonete grande. Talvez, até 2016, eles tenham o portfólio quase todo modificado.

Vai ficar pequeno

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

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Literalmente. Em 2014 as marcas irão apostar fortemente nos subcompactos. E muitas já se movimentam, veja o que está por vir.

A grande novidade será a chegada do Volkswagen Up. O carrinho é tido como a menina dos olhos da VW, mais que o Golf ou o Jetta. Ele vem com motor 1.0 flex de 3 cilíndros. Sua chegada aquece o mercado dos “nanicos”.

Outra novidade que engrossa o caldo é o novo Ford Ka. Reestilizado, ele deve mudar de nome. O carrinho recebe o sempre lindo design da Ford e deve fazer sucesso por aqui.

O Nissan March será nacionalizado e reestilizado também. Dentre todas as opções, o compacto nipônico deve figurar entre os mais bonitos (competindo com o Ka, talvez). Enfrentará, porém, um grave problema: sua versão top é mais cara que todos os concorrentes.

A chinesa Cherry também redesenhou o QQ, que será, a exemplo do March, nacionalizado. O preço é o maior atrativo desse subcompacto: poderá ser vendido a menos de R$ 20 mil, sendo o carro mais barato do Brasil.

Da china ainda chegam o Jac J2 e o novo Gelly GC 2, marca nova que deve desembarcar aqui em 2014. Há ainda boatos de que a Chevrolet possa diminuir um pouco o Celta e reestilizá-lo para o próximo ano.

Os carrinhos são todos eficientes e charmosos. Um bom preço pode fazer esse segmento ser muito bem quisto pelo mercado interno.

Os mais caros brasileiros

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

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É sabido que o preço de carros no Brasil está entre os maiores do mundo. O público brasileiro gosta de pagar caro (aprece absurdo, mas é verdade). Antes da chegada de Mercedes, BMW e Audi, separamos então os 5 carros mais caros fabricados por aqui.

Interessante notar que a lista é composta exclusivamente por SUVs e pickups grandes, carros de origem rural mas que caiu no gosto do uso urbano e de grnades cidades. Não são carros econômicos ou pequenos, apesar de dificilmente transportar mais de duas pessoas por aqui.

Vamos à lista:

Chevrolet Trailblazer LTZ 4×4 2.8 automático (R$ 162.690): o mais caro do Brasil tem conforto de sobra. Ainda que não seja luxuoso como um sedã, a Trailblazer comporta 7 pessoas em bancos que mais parecem cadeiras de cinema.

Mitsubishi Pajero Dakar HPE 4×4 3.2 automático (R$ 156.490): robustez define o que é esse SUV. O beberrão SUV japonês também comporta 7 passageiros com conforto (não como a Trailblazer, mas não se tem do que reclamar).

Chevrolet S10 LTZ 4×4 2.8 automática (R$ 135.990): a versão pickup da Trailblazer traz os mesmos itens de série do SUV, mas, obviamente, não carrega tantos passageiros. Uma das grandes vantagens da tradicional S-10 é seu bom valor de revenda.

Nissan Frontier SL CD 2.5TD automática (R$ 128.990): a invocada e forte pickup japonesa é aquela que conta com mais itens de segurança da lista, como controle de estabilidade e traçao. Por outro lado, tem menos conforto que as concorrentes.

Mitsubishi ASX CVT (R$ 99.990): importado, ele já era querido pelo brasileiro. Agora fabricado em Goiás, o dinâmico SUV da Mitsubishi continua tendo boas vendas. É um ótimo carro e o mais bonito da lista.

E aí? Gosta desses veículos? Qual seu preferido?

Mercedes opta pelo interior de São Paulo

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

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Depois de algumas especulações de onde seria a fábrica da Mercedes no Brasil, a marca alemã optou pelo interior de São Paulo.

A fábrica responsável apenas pelos carros nacionalizados da marca será em Iracemápolis, a 150 km da capital (região de Limeira). Desde o início, a infraestrutura paulista chamou a atenção dos diretores da marca. Também ficou claro que os carros não seriam produzidos nas mesmas fábricas dos caminhões ou ônibus, em São Bernardo do Campo e Campinas, respectivamente (também São Paulo).

Juiz de Fora (MG) e Rio de Janeiro (RJ) eram outras cidades cotadas, mas saíram logo do páreo. Algumas regiões de Santa Catarina ainda foram cogitadas, mas as chances sempre foram pequenas. Iracemápolis tem cerca de 20 mil habitantes e, segundo medição das Nações Unidas, é o 168º município brasileiro em desenvolvimento humano (seu índice é considerado alto).

O primeiro modelo que começará a ser produzido é o SUV urbano GLA, seguido pelo agora hatch premium Classe A e, depois, pela nova geração do Classe C (que será apresentada em janeiro de 2014 no tradicional Salão de Detroit).

Com fábricas no Brasil, preços de BMW, Audi e Mercedes vão baixar?

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Mercedes-Benz GLA Showcar Studio; 2013

Resposta: não. Ou muito pouco. E existem alguns motivos pra isso.

Primeiro porque mesmo produzindo os carros aqui, a tecnologia deverá ser importada. Isso tem um custo alto, tanto em mão de obra quanto em produtos.

Aí encontramos outro fator: mesmo montando no Brasil, a maioria das peças virão de fora. Num primeiro momento, cerca de 65% das peças dos carros ainda serão de fora.

Outro ponto é que será preciso amortizar od custos. A Audi, por exemplo, precisa vender quaser R$ 500 milhões para recuperar o valor investido no país. Quem paga isso é o consumidor, obviamente.

Mas mesmo assim, não deveria cair cerca de 10% os preços, só por não ter mais a taxa de importação sobre o produto pronto?

Então nos deparamos com o principal motivo dos preços permanecerem iguais. Uma lógica simples de mercado: tem muita gente que compra por esse valor, portanto baixar não soa lucrativo para a montadora.

O que podemos ter é uma queda de 3%, no máximo 5%, do valor por causa da suposta maior facilidade de manutenção e reposição. 10 % é sonhar alto demais e ter preços parelhos com os europeus chega a soar ridículo, dada a improbabilidade de isso acontecer.

Portanto, não se anime tanto. Os carros montados aqui não terão preços melhores e menos abusivos.