Posts com a Tag ‘cambio’

Embreagem dura não é bom sinal

terça-feira, 29 de outubro de 2013

29-10-2013-1

Como já falamos aqui algumas vezes, o carro “manda sinais” quando algo não vai bem. Nem sempre é possível notá-los, pois as mudanças são gradativas na maioria das vezes e os condutores acabm se acostumando com o defeito.

A embreagem é o maior exemplo dessa mudança gradual. Normalmente ela endurece, ou “pesa”, aos poucos e passam, por isso, despercebida a mudança. Depois da embreagem ficar dura e o problema não for corrigido, é comum sentir dificuldade de engatar a primeira marcha e a marcha à ré. Elas começam a “arranhar”. Então parece que o motor está sem força, pois o carro trepida para sair do lugar.

O que fazer?

Procurar um mecânico de confiança com urgência. Urgência mesmo!

O problema não está no motor, e sim na embreagem que patina e não transfere a força do motor para o câmbio e, consequentemente, para as rodas. Nesta última situação, convém deixar o telefone do guincho à mão, pois a qualquer momento você poderá ficar a pé. Para resolver o problema é necessário levar o veículo a uma oficina e substituir o kit completo, composto de platô, disco e atuador hidráulico.

Como sempre, melhor que remediar é prevenir. Por isso uma revisão periódica se faz necessária. E evite desgastar a embreagem à toa, como manter o pé apoiado sobre o pedal enquanto dirige ou segurar o carro em subidas com o auxílio dela.


Peugeot aposta em câmbio automático para 308

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

23-10-2013-1

A Peugeot passará a comercializar no Brasil a versão com câmbio automático em seu hacth médio, o 308.

A tentativa da marca é atrair mais clientes apostando no confornto e na confiabilidade de sua transmissão automática de seis marchas na versão Allure 2.0, topo de linha. Até o momento, esse câmbio estava disponível, estranhamente, apenas para o 1.6 THP.

O sistema de transmissão que casa agora com o 2.0 16V flex é feito pela AISIN e já é sucesso de crítica por sua fluência, durabilidade e segurança. Substitui o obsoleto automático de quatro marchas que equipava o carro até então.

A versão, agora mais arisca, garante o fabricante, custará R$ 66.500 e está pronta pra enfrentar os badalados concorrentes Cruze, Focus, Bravo, i30 e Golf.

Freemont troca 4 por 6. E também 87 por 95…

quinta-feira, 20 de junho de 2013

20-06-2013-1

A versão 2014 do FIAT Freemont passará a contar (finalmente) com câmbio automático de seis marchas. Acredite ou não, mas seu câmbio atual é de apenas quatro velocidades.

Além do novo câmbio, o SUV conta com nova central multimídia, mas apenas na versão top de linha. Ele traz tela de 8,4″ touchscreen, navegador GARMIN, câmera de ré, DVD e entrada para cartão de memória SD, além das funções usuais do U-Connect 4.3, tais como viva voz via Bluetooth, CD MP3 com USB, AUX IN e áudio streaming.

Mesmo sem alterar a potência e o motor, o desempenho está melhor com o novo câmbio, fazendo de 0 a 100 em 12,3 segundos de acordo com a montadora.

O problema é a outra mudança: de preço. O Freemont passa a ser bem mais caro. Produzido no México e importado para o Brasil, o carro na versão de entrada passa de R$ 87.160 a R$ 95.000 e na passa de R$ 93.160 a R$ 102.000.

Você conhece todos os tipos de câmbios e a diferença entre eles?

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

08-01-2013-1

Se você disse que existem dois tipos de transmissão, automática e manual, saiba que está redondamente enganado. Saiba que existem quatro tipos de câmbios: manual, automático, automatizado e CVT, cada um com uma tecnologia própria.

E nada melhor do que conhecer esses tipos antes de decidir qual carro é melhor para você e não levar “gato por lebre”. Lembrando que não podemos dizer bom e ruim nesse caso, pois tudo depende daquilo que o consumidor deseja e espera de um automóvel.

Conheça esses tipos e veja como funciona cada um,

- Manual: o modelo mais comum no Brasil, essa transmissão funciona travando e destravando diferentes engrenagens de tamanhos diversos para conseguir diferentes velocidades. Para encaixar o conjunto de engrenagens, a transmissão manual precisa de uma embreagem que se ocupa dessa função. A embreagem é acionada por um pedal pelo próprio motorista.

- Automático: esse modelo funciona com um conjunto de engrenagens “planetárias”, que é um jogo igual ao das engrenagens utilizadas na manual, mas concentrado em uma única peça. No lugar da embreagem, essa transmissão conta com um item chamado conversor de torque que reage ao pedal de acelerador, fazendo o encaixe das engrenagens e a troca de marchas.

Dentro do câmbio automático existe a variação “automático sequencial”. Essa opção permite que o motorista troque manualmente as marchas de forma sequencial através de uma alavanca ou de borboletas no volante. Mesmo com essa configuração, o câmbio não é manual justamente pela ausência de embreagem, é uma tecnologia diferente.

- Automatizado: virou febre no país, sobretudo em carros mais baratos. Cada montadora deu um nome para isso: Dualogic, Easytronic, I-Motion… Mas todos são câmbios automatizados. Ao contrário do que muitos pensam, essa transmissão seguem a dinâmica do câmbio manual e não do automático, mas contam com a ajuda de uma embreagem automática e de uma centralina, peça que auxilia no engate das marchas. Na prática, ele se parece muito com o automático sequencial, mas com custo e manutenção muito mais baixos, por ser uma tecnologia herdada do câmbio manual.

O grande problema dessa transmissão é a demora nas respostas, tornando o “tranco” inevitável a cada troca de marchas. Pra isso foi desenvolvido a “embreagem dupla”. Como muitos itens de rua, a dupla embreagem foi herdada das pistas. Funciona, grosseiramente, assim: quando a primeira marcha está engatada e o carro anda, a segunda marcha já fica pronta na outra embreagem. Dessa forma, as trocas podem ser muito mais velozes e os “trancos” são consideravelmente reduzidos.

- CVT: o mais moderno e caro dentre os modelos. Disponível apenas em importados como o Renault Fluence e o Audi A4. CVT é uma sigla em inglês para “transmissão variável contínua”. Como o nome sugere, essa transmissão varia continuamente nas relações de marcha, dando a sensação de apenas uma marcha infinita. Diferentemente de todas as outras transmissões, esse câmbio não possui nenhuma engrenagem, apenas duas polias de diâmetro variável unidas por uma corrente. Dessa forma, não existe “encaixe” e “desencaixe”, por isso pode-se acelerar continuamente e sem trancos, dando a impressão de que o carro jamais troca de marcha.

Lembre-se que não podemos dizer qual é a melhor opção para um automóvel, pois isso depende do que o consumidor e a montadora planejam. Por isso fique de olho e faça um test drive com cada um deles pra conhecer melhor as diferenças.

Volvo faz recall do C30

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

c30

Carro novo, importando, ano 2010 e já com defeito! Ninguém merece, né? Mas é o que está acontecendo com os não tão felizes proprietários de veículos da Volvo.

A empresa está convocando um recall do modelo C30 (ano 2010) para a substituição da transmissão automática. Foi constatado que existe a possibilidade de vazamento interno, o que pode impedir a mudança de marchas de acordo com o pretendido pelo condutor.

E o que acontece quando não colocamos a marcha correta? O carro poderá sofrer solavancos ou até mesmo a parada repentina do motor.

Confira os chassis envolvidos:

YV1MK755BA2181105 a YV1MK755BA2184545

Ficou na dúvida se o seu carro está ou não envolvido no recall? Entre em contato com a Volvo pelo tel. (0800) 707-7590 ou pelo site www.volvocars.com.br.

Fonte: Carsale