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Peugeot aposta em câmbio automático para 308

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

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A Peugeot passará a comercializar no Brasil a versão com câmbio automático em seu hacth médio, o 308.

A tentativa da marca é atrair mais clientes apostando no confornto e na confiabilidade de sua transmissão automática de seis marchas na versão Allure 2.0, topo de linha. Até o momento, esse câmbio estava disponível, estranhamente, apenas para o 1.6 THP.

O sistema de transmissão que casa agora com o 2.0 16V flex é feito pela AISIN e já é sucesso de crítica por sua fluência, durabilidade e segurança. Substitui o obsoleto automático de quatro marchas que equipava o carro até então.

A versão, agora mais arisca, garante o fabricante, custará R$ 66.500 e está pronta pra enfrentar os badalados concorrentes Cruze, Focus, Bravo, i30 e Golf.

Os automáticos estão cada vez mais comuns: aprenda a lidar com eles

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

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Com o baixo custo de câmbios automáticos e alternativas mais baratas (como a transmissão automatizada), esse tipo de automóvel tende a ficar cada vez mais comum. Mas para quem nunca dirigiu um veículo assim, algumas dúvidas podem aparecer. Por isso preparamos um pequeno manual para encarar o conforto de um automático sem preocupações.

Se você nunca dirigiu um carro automático, vamos começar descobrindo o que são aquelas letras marcadas no câmbio (P, R, N, D). Todas são siglas em inglês.

P significa “park” (estacionar) e trava as rodas para auxiliar o freio de estacionamento. Deve ser utilizada para estacionar e a maioria dos carros automáticos só desliga e permite tirar a chave do contato com o câmbio nessa posição.

A letra R significa “reverse”, é a marcha à ré. Essa função é acionada com o auxílio de um botão acoplado à manopla de câmbio.

A letra N quer dizer “neutral” e é o popular “ponto morto”. Ele mantém o carro desengatado, fundamental para economizar combustível quando parado em um farol, por exemplo. Isso diminui aquele estigma de que carro automático consome mais.

Finalmente a letra D significa “drive” (dirigir) e é marcha à frente. Com o câmbio nessa posição, o carro anda e troca de marchas, cabendo ao piloto acelerar e frear.

Agora que você sabe disso, chegou a hora de entrar no automático. Dentro do carro, a primeira coisa que você deve reparar: não tem, obviamente, pedal de embreagem, portanto seu pé esquerdo não será utilizado NENHUMA vez.

Olhando para os dois pedais do veículo, existe a vontade de utilizar um pé em cada pedaleira, mas isso não é possível. Ao acionar o freio com o pé esquerdo, provavelmente você dará uma frada muito brusca. O pé esquerdo deve ficar relaxado e imóvel.

Pise no pedal de freio (agora você já sabe: com o pé direito) e dê a partida. Mude o câmbio para a posição D e, só aí, tire o freio de mão (sem retirar o pé do freio). Quando soltar o pedal de frenagem, o carro passará a andar e você deve controlar apenas o acelerador e o freio.

Os câmbios automáticos ainda podem apresentar números ou sinais de “+” e “-“. Nesse caso, são as opções de troca manual. Os números são as marchas e os botões de “+” e “-“ são para trocas sequencias (aumentam ou diminuem as marchas). Mais detalhes, leia nosso post sobre transmissões.

Esperamos ajudar a dar seus primeiros passos para desfrutar, sem complicações ou medos, do conforto de um câmbio automático.

E se tiver outras dicas, mande pra gente.

Você conhece todos os tipos de câmbios e a diferença entre eles?

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

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Se você disse que existem dois tipos de transmissão, automática e manual, saiba que está redondamente enganado. Saiba que existem quatro tipos de câmbios: manual, automático, automatizado e CVT, cada um com uma tecnologia própria.

E nada melhor do que conhecer esses tipos antes de decidir qual carro é melhor para você e não levar “gato por lebre”. Lembrando que não podemos dizer bom e ruim nesse caso, pois tudo depende daquilo que o consumidor deseja e espera de um automóvel.

Conheça esses tipos e veja como funciona cada um,

- Manual: o modelo mais comum no Brasil, essa transmissão funciona travando e destravando diferentes engrenagens de tamanhos diversos para conseguir diferentes velocidades. Para encaixar o conjunto de engrenagens, a transmissão manual precisa de uma embreagem que se ocupa dessa função. A embreagem é acionada por um pedal pelo próprio motorista.

- Automático: esse modelo funciona com um conjunto de engrenagens “planetárias”, que é um jogo igual ao das engrenagens utilizadas na manual, mas concentrado em uma única peça. No lugar da embreagem, essa transmissão conta com um item chamado conversor de torque que reage ao pedal de acelerador, fazendo o encaixe das engrenagens e a troca de marchas.

Dentro do câmbio automático existe a variação “automático sequencial”. Essa opção permite que o motorista troque manualmente as marchas de forma sequencial através de uma alavanca ou de borboletas no volante. Mesmo com essa configuração, o câmbio não é manual justamente pela ausência de embreagem, é uma tecnologia diferente.

- Automatizado: virou febre no país, sobretudo em carros mais baratos. Cada montadora deu um nome para isso: Dualogic, Easytronic, I-Motion… Mas todos são câmbios automatizados. Ao contrário do que muitos pensam, essa transmissão seguem a dinâmica do câmbio manual e não do automático, mas contam com a ajuda de uma embreagem automática e de uma centralina, peça que auxilia no engate das marchas. Na prática, ele se parece muito com o automático sequencial, mas com custo e manutenção muito mais baixos, por ser uma tecnologia herdada do câmbio manual.

O grande problema dessa transmissão é a demora nas respostas, tornando o “tranco” inevitável a cada troca de marchas. Pra isso foi desenvolvido a “embreagem dupla”. Como muitos itens de rua, a dupla embreagem foi herdada das pistas. Funciona, grosseiramente, assim: quando a primeira marcha está engatada e o carro anda, a segunda marcha já fica pronta na outra embreagem. Dessa forma, as trocas podem ser muito mais velozes e os “trancos” são consideravelmente reduzidos.

- CVT: o mais moderno e caro dentre os modelos. Disponível apenas em importados como o Renault Fluence e o Audi A4. CVT é uma sigla em inglês para “transmissão variável contínua”. Como o nome sugere, essa transmissão varia continuamente nas relações de marcha, dando a sensação de apenas uma marcha infinita. Diferentemente de todas as outras transmissões, esse câmbio não possui nenhuma engrenagem, apenas duas polias de diâmetro variável unidas por uma corrente. Dessa forma, não existe “encaixe” e “desencaixe”, por isso pode-se acelerar continuamente e sem trancos, dando a impressão de que o carro jamais troca de marcha.

Lembre-se que não podemos dizer qual é a melhor opção para um automóvel, pois isso depende do que o consumidor e a montadora planejam. Por isso fique de olho e faça um test drive com cada um deles pra conhecer melhor as diferenças.

Cuidados com o câmbio automático

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Cada vez mais o câmbio automático está se tornando parte do cotidiano dos motoristas que enxergam neste antigo artigo de luxo uma boa solução para enfrentar o caótico trânsito das grandes cidades - sem ter que ficarcambioautomatico1 engatando e desengatando a marcha.

Segue então algumas dicas para você manter em ordem a transmissão automática:

1-) Sempre que o carro estiver no plano, em velocidade de cruzeiro, o câmbio automático deve permanecer em “D” (Drive).

2-) Repare no chão da garagem que você para o carro: manchas de fluido avermelhado podem indicar vazamentos.

3-) Mantenha o nível de fluído sempre na marca, nem acima e nem abaixo.

4-) Utilize apenas o fluido indicado no manual do veículo ou da transmissão.

5-) Barulhos estranhos ou trancos nas trocas de marchas é sinal que algo está errado, procure um mecânico.

6-) Siga as orientações de troca de fluido descritos no manual (normalmente a primeira verificação é quando o carro atinge 25 mil Km.

Fonte: G1