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Campanha agressiva e necessária na Bélgica alerta para a importância do cinto de segurança

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

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Nunca é demais lembrar e alertar para o uso de mecanismos de segurança. O cinto é o mais básico e fundamental de todos e seu uso é obrigatório.

Na Bélgica, portanto, iniciou-se uma campanha agressiva e necessária de conscientização. O país afirma que a maior causa de mortes no trânsito de lá é a negligência dos condutores e passageiros, que simplesmente não colocam o cinto de segurança.

Por isso que, para chamar a atenção dos condutores, um carro foi pendurado por cordas em Bruxelas a uma altura de 60 metros, e sofreu uma queda livre de cerca de 10 metros. O impacto equivale equivalente a um choque de carro a 50 km/h. E o estrago é absurdo.

A ação foi iniciada porque, segundo o governo, a adesão ao uso do item mais importante de segurança no carro está estagnada desde 2012. De acordo com levantamento divulgado nesta quinta-feira, 65% das pessoas que morreram em acidentes em rodovias no país não usavam cinto de segurança.

Intitulada “Sans ceinture, le choc est plus dur” (“sem cinto, o choque é mais duro”), o vídeo e as fotos da queda e do impacto serão divulgado até setembro. Fique de olho aqui quando publicarmos. E aproveite para pensar a respeito da própria segurança de daqueles que transitam contigo no carro.

Cinto de segurança é fundamental também para o banco de trás

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

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Mesmo sendo obrigatório o seu uso, a falta de fiscalização fez com que o brasileiro deixasse de usar cinto de segurança no banco de trás dos veículos. Isso revela traços importantes e tristes da nossa cultura no trânsito.

Primeiro, vamos a um dado: segundo o IBGE, 62,7% dos passageiros que transitam no banco de trás de carros ou vans não usam cinto de segurança.

Outro dado: no caso de uma colisão frontal, o corpo de uma pessoa pode atingir uma força de até 50 vezes maior que seu peso. No caso de trafegar sem cinto, um passageiro no banco de trás pode se matar e matar o motorista ou o carona apenas com a colisão.

Para se ter uma ideia desse valor, com uma pancada a 75 km/h, um homem com 75 kg causaria um impacto equivalente ao peso de um rinoceronte no banco da frente: cerca de 4 toneladas.

Ainda assim o uso não “vingou”. E aí que entra um problema sério de nossa cultura no trânsito (e na sociedade em geral).

Dificilmente os motoristas tem consciência da gravidade que pequenas atitudes geram no trânsito, vivendo uma falsa sensação de segurança que não condiz com a realidade. Quando interrogados sobre a questão, muitos insistem em dizer que “só um não fará diferença”.

Então vemos nas entrelinhas o problema: ao contrário do que ocorre em países em que o trânsito é considerado seguro (Suécia e Noruega, por exemplo), nós não vemos a solução como uma somatória de simples e pequenos detalhes. Parece que aguardamos alguma “força maior” agir, como o Estado (que, sem dúvida alguma, pouco faz, restringindo-se a punir e fiscalizar, mas não a educar).

O acidente não é uma força da natureza que não se pode controlar. É resultado do nosso comportamento, da imprudência, da embriaguez ao volante e do excesso de velocidade.

Pense nisso sempre que pegar o carro e nunca deixa de tomar providências simples como exigir que todos os presentes do veículo usem cinto de segurança.

Mercedes convoca novo recall da Sprinter no Brasil

quarta-feira, 7 de julho de 2010

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Não, este post não é repetido. Depois de convocar no último dia 15 um recall do seu modelo Sprinter para verificar o desgaste excessivo do terminal do cabo do freio de estacionamento, a montadora alemã volta a realizar um chamamento para correção de um novo problema.

Desta vez os envolvidos são os proprietários de veículos Sprinter fabricados entre setembro de 2009 e abril de 2010 para verificar os cintos de segurança.

Segundo a Mercedes-Benz do Brasil o torque de aperto dos parafusos de fixação dos cintos de segurança dianteiros pode estar fora do padrão de especificação

Confira os chassis dos veículos envolvidos:

Modelo: 311, 313 e 413 van, furgão e chassi
Data de fabricação: 24 de setembro de 2009 e 20 de abril de 2010
Chassis: (não sequenciais) 8AC903672AE023662 a 8AC903662AE029771

A fabricante informa que o atendimento deve ser agendado para ser realizada a fixação dos cintos de segurança do condutor e do passageiro dianteiro.

Em caso de dúvidas a Mercedes coloca a disposição o telefone 0800 970 90 90 e o site www.mercedes-benz.com.br.

Fonte: Auto Esporte.

Recall: Volvo do Brasil do XC60

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

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O ano está acabando, mas sempre existe tempo para mais um recall. A Volvo do Brasil convoca as 1.621 unidades do crossover XC60, modelo 2010, vendidos no país.

Ao contrário do que estamos acostumados a ver, o problema do carro da Volvo está no cinto de segurança do motorista. Segundo a fabricante, a tampa do painel de controle dos ajustes do banco do motorista pode se soltar em casos de colisão lateral, prejudicando o funcionamento do cinto de segurança.

Para arrumar o problema os proprietários devem comparecer a uma concessionária da marca para que - gratuitamente - seja substituída a tampa do painel de controle. O serviço leva cerca de uma hora, para maiores informações a Volvo deixa o seguinte telefone: 0800 707 7590.

Fonte: Carsale

Ford apresenta o cinto inflável

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

cintoinflavel

A Ford anuncia uma mudança que poderá revolucionar o quesito segurança nos veículos. A partir do ano que vem, os modelos americanos do utilitário esportivo Explorer virão com o cinto de segurança inflável, uma mistura de cinto de segurança convencional e um airbag.

A engenhoca, que ficará instalada no assento traseiro da caminhonete, foi projetada para minimizar os impactos sofridos pelos passageiros, na cabeça, pescoço e tórax.

No caso de uma colisão lateral ou frontal, sensores determinarão a necessidade de acionamento do sistema (se não houver necessidade ele funcionará como um cinto convencional). O cinto infla em 40 milésimos de segundo e, quando expandido, cobre uma área do corpo cinco vezes maior que o de um cinto convencional, o que também ajuda a distribuir melhor as forças de contato quando houver uma colisão.

Futuramente a montadora pretende incorporar esta novidade em outros veículos da marca e utilizá-lo em carros fora dos Estados Unidos.

Fonte: Carsale