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Arrumando o carro atingido por enchente

terça-feira, 3 de março de 2009

Consertar o carro atingido por enchente é possível, mas o preço e o tempo necessários para o serviço dependerão da gravidade dos danos. Uma coisa é certa: se demorar, estraga mais.

Existem três níveis de comprometimento que as enchentes causam:

1-) Atinge até o assoalho apenas. Mais simples, esse reparo requer trocar óleos de câmbio e de diferencial, entre outros. Além da parte mecânica, também será necessário lavar o interior e substituir feltros.

2-) O nível intermediário é caracterizado quando a água atinge o painel e compromete a parte elétrica. Há, ainda, risco de danos ao motor. Se ocorreu calço hidráulico, a retífica é imprescindível. Na cabine, será necessário tirar o painel, lavar bancos e trocar feltros.

3-) Caso o carro seja totalmente coberto pela água, terceiro nível, o comprometimento mecânico e elétrico é mais extenso. O veículo nunca voltará a ser o que era. É possível reparar, mas o carro tem de ser completamente desmontado.

Para a manutenção, os preços são variados:

Em casos mais simples, a mecânica parte de R$ 300. Já a tapeçaria vai de R$ 500 até R$ 2mil. O serviço leva cerca de três dias para ficar pronto;

Se a água chegar ao painel, reparar os módulos eletrônicos pode custar R$ 15 mil. Retificar o motor vai de R$ 3 mil a R$ 8 mil. Nesse caso, refazer a tapeçaria parte de R$ 1.500 e leva dez dias;

Em submersão total, além dos reparos mecânicos acima, tratar a tapeçaria parte de R$ 10 mil e o serviço demora 40 dias.

Em casos de enchente ou queda de postes, cabos elétricos e árvores sobre o veículo, a maioria dos seguros dá direito a indenização.

Qualquer paulistano que teve o veículo avariado por enchente, danificado em virtude de queda de árvores ou mesmo engolido por um buraco, por exemplo, pode acionar a Prefeitura na Justiça e exigir indenização pelos prejuízos.
A Eletropaulo paga os prejuízos causados a proprietários de veículos danificados por queda de postes ou cabos elétricos.

Fonte: Estadão