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Por que o carro consome mais na cidade do que na estrada?

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

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Todos sabem isso, qualquer carro faz consumo melhor na estrada se comparado à cidade. Os motivos, muitos podem imaginar.

Ao trafegar na estrada, o motorista encontra menos curvas e praticamente nenhum semáforo (apenas em algumas rodovias com trecho urbano). O “para e anda” é muito menor, mesmo em situações críticas como ano novo e carnaval, quando o volume de carros é gigante.

Mesmo nessas situações, não dá nem pra comparar com o trânsito diário de uma cidade e com as inúmeras paradas que os cruzamentos exigem (mesmo aqueles que não têm semáforo).

Outro detalhe é que na estrada é possível manter uma marcha alta (quinta ou sexta, dependendo do modelo). As marchas menos são mais fortes e, consequentemente, mais gastonas (basta notar como a rotação sobe rápido em primeira marcha e devagar em quinta).

Por isso que mesmo quando não se enfrenta trânsito lento na cidade, o consumo tende a ser maior, pois a cidade exige que o veículo trafegue em marchas mais baixas.

Andar em linha reta também economiza combustível. Aí a questão é a força que o motor faz pra “empurrar” um carro na curva. A força é maior porque é distribuída desigualmente entre as rodas, mas não pode deixar de manter a velocidade do veículo.

Portanto, é impossível fazer na cidade o consumo que se tem nas estradas, mas ao evitar caminhos com muitas curvas e semáforos, é possível ter alguma economia. O caminho mais curto não é necessariamente o mais econômico.

Coisas que talvez você nem imagine que faz seu carro “beber” mais

segunda-feira, 29 de julho de 2013

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O combustível está caro, todos sabem. E se tem algo que ninguém quer é que o carro consuma mais do que deveria. Acontece que alguns detalhes esquecidos por quase todos os motoristas podem influenciar diretamente no consumo do automóvel. Listamos alguns, confira.

Todos sabem que o popular “pé de chumbo” faz o carro beber mais. Ou seja, se você tem a mania de acelerar muito, pode esperar um consumo alto. O mesmo vale para combustível de má qualidade. Um mistura ruim não queima por completo e  gasta mais do que deveria.

Mas outros detalhes também contam. Andar com o carro desalinhado, por exemplo, faz o motor forçar mais e, consequentemente, consumir mais combustível. Quer uma analogia? Você já foi a um supermercado e empurrou um carrinho com as rodas tortas? Para fazê-lo andar, você precisa fazer mais força.

O mesmo acontece com um automóvel desalinhado. Mas com a direção hidráulica, o motorista nem percebe que o carro está puxando para um dos lados e esquece-se de alinhá-lo. Por isso é recomendado uma revisão a cada 10 mil km rodados.

A mesma lógica aplica-se a pneus murchos. O carro que roda com a calibragem abaixo do ideal faz mais força porque tem mais atrito e aderência ao solo. Calcula-se que para cada 4 libras abaixo do ideal, consome-se 15% mais de combustível! Calibrar pneu é de graça e não leva mais de 5 minutos. Vale a pena uma verificação a cada 15 dias; além de poupar combustível, aumenta a vida útil do pneu e forma menos suspensão e direção.

Outra peça fundamental que quase ninguém se importa é a vela do motor. As velas são responsáveis pela faísca que fará a combustão da mistura ar/combustível. Se elas não estão em dia, essa combustão não acontece como deveria e a parte não queimada do combustível é “jogada fora” pelo escapamento.

Sabe quando você quer acender o fogão e a faísca está fraca? Então você aperta o botão por mais tempo e a cozinha fica cheirando gás? É a mesma coisa: o gás que ficou cheirando foi “jogado fora” porque não queimou. Assim é o motor do carro.

Vale a pena trocar as velas a cada 20 mil km (ou no tempo recomendado pela montadora).

Como um carro 2.0 pode “beber” menos que um carro 1.6 na estrada?

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

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Muita gente já se perguntou isso. Por que o carro do meu amigo consome menos que o meu, mesmo tendo um motor maior? A resposta é simples: porque não é apenas o tamanho do motor que interfere no consumo.

O peso do carro é um fator determinante, por exemplo. Em uma viagem longa, se seu carro estava mais pesado que o dele, provavelmente precisou exigir mais do motor para atingir os mesmo 100 km/h, por exemplo. Ainda mais considerando que o seu carro era menos potente, é natural que tenha bebido mais.

Ar-condicionado também consome combustível. Além do peso, você trafegou com o ar “no talo” todo o trajeto? Então terá que pagar por isso.

Se os vidros estavam todos escancarados, o vento vai gerar uma resistência também. Isso fará o motor trabalhar mais para manter a velocidade. Mais consumo.

Porém existe um dispositivo em quase todos os carros acima de R$ 55 mil que quase ninguém usa e pode ajudar (e muito) para um baixo consumo. É o tal do Cruise Control, ou o velho e bom piloto automático.

Ao contrário de mitos que se ouve por aí, esse dispositivo também equipa carros de câmbio manual.

É simples: você seleciona a velocidade que pretende trafegar (por exemplo, o limite da rodovia) e pronto. Usa o pé direito apenas para frear e no clicar de um botão retoma a velocidade programada, rodando sempre dentro da velocidade permitida, sem nem sequer medo de multas.

Mas por que isso auxilia o carro a beber menos? Como a velocidade é constante, o motor nunca “gira em vão”, ou seja, nunca alonga a marcha mais do que deveria. Além disso, o carro com esse equipamento é programado para sempre atingir a velocidade desejada da forma mais suave e econômica possível. O resultado é um consumo baixo.

Verifique no manual de seu carro se ele possui esse mecanismo. Vale a pena aprender a usá-lo, principalmente para viagens longas.

Alguns mitos e verdades sobre o consumo de combustível

segunda-feira, 19 de julho de 2010

combustEm caso de trânsito compensa desligar o motor? Carros menores são mais econômicos que os modelos maiores? Transmissão automática gasta mais ou menos que os carros manuais?

Enfim, muitas dúvidas permeiam a cabeça do condutor quando falamos em consumo de combustível, mas o que é mito e o que é verdade? Confira no post de hoje alguns esclarecimentos.

Carro pequeno nem sempre é mais econômico: Com novas tecnologias como motores híbridos, injeção direta, turbo, caixa de marchas de até oito velocidades, pneus com baixa resistência à rolagem e melhoramentos aerodinâmicos, é possível que carros médios e até sedãs grandes consigam bons números no consumo.

Trocar o filtro de ar não ajuda a reduzir o consumo de combustível: Os novos modelos equipados com sistemas de injeção mudam automaticamente a mistura ao receber menos ar do que deveriam, logo a troca do filtro de ar não irá melhorar o consumo do modelo, e sim aumentar sua potência.

Transmissão automática pode, em alguns casos, proporcionar um consumo melhor do que um automóvel manual: Graças aos avanços tecnológicos em relação às transmissões automáticas, estas muitas vezes se equivalem e até superam seus equivalentes com câmbio manual.

A idade do automóvel não aumenta seu consumo: Quando um carro faz a manutenção corretamente durante sua vida, útil o motor segue oferecendo praticamente o mesmo consumo de combustível.

Em muitos casos é melhor desligar o motor: É um mito que o motor consuma mais gasolina ao ser ligado que deixando-o alguns instantes desligado. Vale a pena desligar o motor durante, por exemplo, o trânsito dos grandes centros urbanos. O motor de arranque o único que sofrerá algum desgaste.

Gasolina Premium não melhora o consumo: A menos que o motor do automóvel tenha sido desenvolvido especialmente para este tipo de gasolina, não há grandes benefícios ao utilizá-la em veículos “normais”.

Fonte: MotorDream

Consumo de óleo é menor na cidade?

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

oleo

Isto não passa de um mito. Ao contrário do que a maioria dos motoristas acredita, o consumo do óleo do motor ou mesmo o período de troca do lubrificante na cidade não é menor em relação ao uso na estrada.

Nas rodovias a velocidade é constante, com períodos prolongados de funcionamento, o que proporciona o correto aquecimento e resfriamento do motor, ou seja, nada mais é do que o uso em condições normais. Já na cidade, o veículo faz inúmeras paradas e o motor não funciona como deveria, assim o uso é mais severo.

Fonte: G1