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O “curtir automotivo”

quarta-feira, 3 de julho de 2013

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Essa foi a ideia do inventor Maurício de Oliveira Gois. Baseado no dispositivo fundamental do Facebook, ele pensou como seria interessante ter um “curtir automotivo”.

A situação seria agradecer ou mesmo curtir alguma atitude no trânsito, substituindo aquela “buzinadinha amistosa” ou mesmo o braço pra fora pra fazer o “joinha” quando alguém te dá passagem, por exemplo.

O objeto nada mais é que um luminoso com o desenho de uma mão fazendo a expressão de positivo que, quando acionado, acende. A ideia é que este item fique instalado no vidro traseiro do automóvel, com acionamento interno, perto do volante.

Mas nem adianta sair procurando um por aí, caso tenha curtido a ideia. O projeto já tem proteção legal, mas não está à venda ainda. Aguarda empresas e parceiros que queiram investir nele.

Gostou do dispositivo? Você teria ideia de algum outro dispositivo que poderia equipar os carros?

O que acontence se engatar a ré com o carro em movimento?

terça-feira, 10 de março de 2009

Essa é uma daquelas perguntas curiosas que surgem na cabeça de muitas pessoas. Enquanto dirige seu carro, você imagina que seria muito fácil mover a alavanca de câmbio para a posição “R” a qualquer momento.

Você provavelmente também nunca consideraria ser vencido por sua curiosidade, pois sabe que se tentasse poderia causar algum dano à transmissão do carro.

Antes vamos entender como funciona a “ré”:

O mecanismo de marcha ré de qualquer carro com transmissão manual é incrivelmente simples. Existe uma árvore que recebe movimento do motor e que possui uma engrenagem usada para a marcha ré.

Existe uma outra árvore que aciona as rodas e que também possui uma engrenagem para esse fim.

Para fazer a marcha ré, uma terceira engrenagem é literalmente empurrada entre aquelas duas engrenagens, ficando tudo engrenado. Essa terceira engrenagem faz a árvore que leva movimento às rodas inverter seu sentido de rotação, resultando no veículo dar ré.

Ou seja:

Se fosse realmente tentarmos engatar a marcha ré enquanto o carro trafega em uma rua ou estrada, aquela terceira engrenagem que precisa ser posicionada entre as duas tentará se engrenar com elas e uma estaria girando velozmente na direção contrária.
O que você vai ouvir (e sentir na alavanca de câmbio) é um som de um forte arranhar causado pelos dentes golpeando-se uns contra os outros.

Todavia, não há como ocorrer o engrenamento e, assim, nada acontecerá. O câmbio não vai explodir.

O carro também não vai parar e andar de ré contra o tráfego. Normalmente, o único momento em você realmente consegue colocar o carro em marcha ré é quando ele está parado.

Todavia, alguns modelos possuem sincronizador de marcha ré e é possível engatá-la com o veículo andando para frente, mas em velocidade muito baixa, abaixo de 5 km/h.

Acima dessa velocidade o sincronizador não dará conta e haverá o mesmo ruído de arranhar e a ré não se engrenará de modo algum também.

Nos câmbios automáticos a ré simplesmente não engata estando o veículo em movimento para frente, salvo em velocidades bem baixas, a exemplo do caso de caixa manual com ré sincronizada. O sistema possui salvaguarda interna para evitar isso.

Fonte: Hsw.com

As cores e letras das placas dos carros

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Placas 

Em São Paulo encontramos placas de carro nas cores preta, azul, branca, vermelha e etc. Mas, afinal, qual é a lógica das letras e cores nas placas dos carros?

No caso das letras, cada estado tem suas combinações próprias distribuídas pela frota local em ordem cronológica de licenciamento ou emplacamento. Na capital paulista as disponíveis são de: Série inicial - BFA-0001 e Série final - GKI-9999

Mas e as cores? O que elas representam?

Cinza: As mais usadas, identificam os automóveis particulares.

Branca: Colocadas em automóveis oficiais.

Vermelha: Aplicadas em veículos como táxis, ônibus, caminhões e lotações - os chamados “veículos de aluguel”.

Azul: Carros em teste de montadoras. Quando há as letras “CC”, significa que são de consulados.

Verde: Oficinas e lojas as utilizam para demonstrar que o carro está passando por test drive.

Verde e Amarela: São colocadas em veículos de autoridades federais dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

Preta: Em automóveis antigos, são um atestado de que o modelo, em geral de colecionador, é todo original.