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Mercado automotivo aposta em acessórios chamativos

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

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Desde o primeiro filme da franquia Velozes e Furiosos, o mundo automotivo recebeu um febre gigante de customização. Conhecida por tunning, a ideia era mudar absolutamente tudo que se tinha direito o automóvel, desde luz nen sob o carro até detalhes no painel e motor.

Se a febre do tunning extremo desapareceu até dentro da própria franquia, a ideia de customizar completa mais de uma década, reconfigurada, mas longe de estar morta.

Hoje, as montadoras já assumiram boa aprte de acessórios para customização, além de empresas especializadas para esse fim. Mais discretos (mas não muito) que antes, a personificação atinge todos os veículos.

Se antes estava na moda carros de cores berrantes como azul royal, verde limão e rosa shock, hoje o carro branco (estigmatizado como táxi) voltou às ruas. Mas se as cores gritantes não estão mais nas ruas como antes, veja uma listinha de acessórios que podem ser usados para personificação e chamar atenção onde passar. Todos eles já contam com versões oficiais em alguma montadora.

Capa para retrovisor externo: nas concessionárias da Mini, o acessório é instalado nos retrovisores externos. O serviço dura cerca de 30 minutos e os preços são sob consulta. Na Renault, um kit chamado “Look 5P” custa R$ 893 e inclui peças como capa de retrovisor colorida e frisos laterais.

Teto adesivado: Na Fiat, o item está disponível para o Uno. O aplique mais em conta para o teto do carro sai por R$ 184,02. Na Renault, um kit com adesivos para teto e capô custa R$ 352. Os carrinhos da Mini podem ser adesivados com a bandeira da Inglaterra no teto, a inscrição ‘Mini’, a clássica bandeira quadriculada de competições, ou ainda com a letra ‘H’, que remete a um heliporto.

Acabamento interno colorido: A Mini oferece opção de capa do painel de carbono ou com estampa de bandeira quadriculada. Na versão College do Uno, o interior do modelo tem cores azul e vermelha.

Maçaneta adesivada: Com motivos diversos. Comercializadas pela Renault, Fiat e Mini.

Cílios para faróis: eles poder ser pretos, coloridos, longos ou curvados. Queridinho das mulheres, são encontrados em sites de compra pela internet. A Land Rover já prepara uma versão limitada do Range Rover Evoque Sicilian Yellow que contará com cílios amarelos de fábrica.

E aí? Curte alguns desses detalhes no seu carro?

Você conhece todos os tipos de ar-condicionado veicular existentes?

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

dirigindosex

Se antigamente o ar-condicionado veicular era artigo de luxo, hoje ele virou quase item obrigatório. Consumindo menos combustível e potência que outrora (mas ainda “bebendo” mais), é possível e comum carro com motores 1.0 possuírem esse sistema.

Mas a evolução dos ares-condicionados trouxe mudanças, claro. O antes “on/off” hoje dá lugar a vários tipos de controle de temperatura, automatizações e etc. Mas você sabe como funciona cada um deles? Vamos explicar.

Antes, podemos classificá-los em duas frentes: por funcionamento e por número de zonas. A primeira diz se o sistema é automático ou manual e a segunda diz quantas saídas independentes o sistema possui.

Primeiramente, o carro pode ter um ar manual, digital ou digital-automático. O que chamamos de manual nada mais é que o sistema analógico, em que a temperatura não é definida com precisão, apenas por aproximação. Normalmente, funciona girando um botão numa escala de mais frio (azul) para mais quente (vermelho).

O digital tem a vantagem de escolher exatamente a temperatura desejada e, em geral, vai de 17° a perto dos 28° (dependendo do modelo). Porém, ao contrário do que se pensa, esse sistema não consegue manter a temperatura constante na cabine porque o fluxo de ar não é variável.

O digital-automático tem essa vantagem. Ele funciona igual ao digital normal, mas através de sensores, mantém a temperatura escolhida dentro do carro com variações do fluxo de ar.

Definido o funcionamento, vamos às zonas. A maioria dos veículos conta com ar-condicionado “normal”, ou seja, de uma zona. Isso quer dizer que existe uma temperatura e fluxo de ar escolhidos para o interior do veículo.

Duas zonas são aqueles que motoristas e caronas têm temperaturas independentes. Quando, nesses casos, houver saída extra para o banco traseiro, esta não pode ser regulada.

Aí entra em cena o ar de três zonas. Tem um ajuste de temperatura extra e independente para o banco traseiro. E o de quatro zonas? São aqueles que equipam os carros mais luxuosos e tem temperaturas e saídas independentes para motorista, carona, passageiro atrás do motorista e passageiro atrás do carona.

Não me recordo de nenhum caso com múltiplas zonas que o sistema seja analógico.

Não se esqueça de manter as tubulações do ar sempre limpas, fazer as manutenções necessárias e bom proveito.

Desde quando carro é depósito?

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

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Existem pessoas que usam o carro como depósito de todo tipo: guarda coisas compradas no supermercado, vira uma extensão do próprio quarto com objetos de todos os tipos espalhados pelo veículo.

Acontece que essa mania não traz vantagem nenhuma.

Primeiro por uma questão de organização. Não é nada prático deixar objetos que talvez você use em casa dentro do carro. Na hora que precisar daquela “coisinha” e for procurar, não vai saber onde encontrar. Sem contar que carro não é “quartinho da bagunça”.

Outros motoristas, quando vão viajar, esquecem que no destino também tem supermercado e lotam o carro com engradados de bebidas, mantimentos, enfim, vários itens que poderiam ser adquiridos na cidade de destino.

Ainda há aqueles que acumulam lixo no interior e porta-malas do veículo. Não precisamos comentar que isso é no mínimo desagradável e anti-higiênico.

Outro ponto crucial é que toda essa tralha pesa. E carro mais pesado consome mais gasolina. Só para se ter uma ideia, se o carro estiver 100 kg mais pesado (pode parecer muito peso pra tralha, mas imagine que você também vai dar carona pra alguém, 100 kg não é nada) consome quase 10% mais do que deveria.

Então já sabe, no carro o que é do carro, em casa o que é da casa. Carregador móvel de celular, ok. Coleção de revistas do Homem Aranha, não…

5 verdades que muitos deixam de lado

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

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Ontem publicamos aqui cinco mitos da manutenção automotiva que muita gente leva como verdade. Hoje faremos o inverso, vamos esclarecer cinco verdades que muitos têm dúvidas ou então encaram como mentira.

Vamos a elas:

1. Álcool é vantagem quando está até 70% do preço da gasolina. Sim, é verdade. O etanol gera mais potência ao motor, mas também faz menos quilômetros por litro. Para saber se vale a pena abastecer com etanol, ele precisa estar, no máximo, até 70% do preço da gasolina. É só pegar a calculadora (todo celular tem uma, sem desculpas) e fazer as contas.

2. Guiar com o pé na embreagem prejudica o carro. É verdade. Manter o pé na embreagem, mesmo que “só apoiado”, faz uma pressão desnecessária no pedal e diminui a vida útil de alguns componentes. A principal peça danificada é o disco da embreagem, caso ele quebre, você pode ficar na rua sem conseguir trocar marchas.

3. Carro novo precisa amaciar. Mesmo com os avanços tecnológicos, o motor 0 km precisa ser amaciado por um tempo. Claro que hoje em dia esse tempo é bem mais curto que há dez anos, por exemplo. Os manuais do carro explicam inclusive qual a quilometragem em que o motorista deve evitar pisadas muito fundas.

4. Ar-condicionado consome combustível, mas vidros abertos na estrada consomem mais. Isso ainda gera dúvida entre os proprietários, mas o ar-condicionado faz o motor consumir cerca de 10% a mais de combustível, além de pequena perda de potência (sensível em carros com motor fraco). Mas circular com os vidros abertos numa estrada a mais de 90 km/h altera a aerodinâmica significativamente e faz o carro consumir mais do que se estivesse com o ar-condicionado ligado, pois a entrada de vento lateral vai fazer muita força contrária e obrigar o motor a trabalhar mais forte para manter a velocidade.

5. Guinchar um veículo automático pode danificar a caixa de câmbio. Sim, mas só se for rebocado de forma errada. O carro automático não “consegue” rodar o eixo da tração com motor desligado. A maioria dos veículos do Brasil tem tração dianteira, então ser rebocado pela frente não é problema, mas caso você não tenha certeza da tração de seu automóvel, o mais recomendado são os guinchos tipo plataforma, usado pelas maiores seguradoras.

É isso, pessoal. Esperamos ter colaborado e se tiver dúvidas ou dicas, mande pra cá.

Berlin oferece passeio guiado em mini Hot Rods

terça-feira, 6 de agosto de 2013

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Você sabe o que é um Hot Rod? Hot Rods são veículos antigos modificados quase que completamente e com motores potentes. Nas modificações, vale muito cromado, motor a mostra, pneus enormes, escapamentos grandes e etc.

Se você curte esses carros, olha só esse passeio turístico de Berlin. Lá é possível alugar “mini” Hot Rods para um giro guiado pela cidade. São duas opções: de dia, passando pelos principais pontos turísticos da cidade; ou de noite, pelos bairros mais agitados.

Os veículos são feitos à mão, e a sensação do motorista é de estar quase sentado no chão. O valor é de 39 euros por hora, e é preciso contratar o serviço por no mínimo duas horas. Os clientes têm que possuir carteira de motorista. Capacetes podem ser alugados à parte.

Muito interessante. Você participaria?