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2013 foi o ano dos recalls

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

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Já falamos aqui inúmeras vezes sobre recalls, o que eles são e porque acontecem. Também divulgamos vários através do nosso blog, mais do que qualquer outro ano. Isso porque o número de retornos convocados pelas montadoras bateu o recorde este ano.

Ao todo foram 72 casos de diversas montadoras. Os motivos mais comuns foram sistemas de combustível e airbags, com nove chamados cada; freios (seis), e fechamento de portas, vidros, capô, capota e teto solar (quatro).

Alguns modelos mal saíram das lojas e já voltaram para inspeção, no estilo “lançou, chamou”, como Fiat Strada 2014 e o Ford Focus 2014. Eles já foram vendidos com uma convocação marcada.

O número alarmante de recalls tem o lado bom e o lado ruim.

O lado positivo é que mostra preocupação da montadora co os detalhes e uma política eficiente no pós-venda. O lado negativo é que revela um baixo controle de qualidade, uma pressa indescritível para lançar um produto novo e um certo descaso com as linhas de produção, que deveriam, ao menos, ser revistas em 2014.

Você participou de alguma dessas convocações? Conte pra gente.

345 mil veículos foram chamados para recall em 2012

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

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Desde janeiro de 2012, 345 mil veículos, entre carros e motocicletas, foram convocados de volta à oficina para reparos de fabricação.

Os motivos para os donos serem convocados para reparar defeitos são variados, desde riscos de vazamento de combustível até infiltrações de água no motor. No entanto, nem sempre todos os carros daquele modelo necessitam do conserto quando o dono é convocado.

Um recall é feito por lotes de fabricação, identificados pelo número do chassi. Também é importante ressaltar que um recall não tem data de validade: o motorista pode ir a qualquer momento à oficina. Porém é importante que vá o quanto antes, pois todos os defeitos de fabricação podem colocar todos os passageiros em risco.

Caso não se faça o reparo em até 12 meses após seu anúncio, essa informação estará no campo de observações do CRLV quando o proprietário realizar o licenciamento do ano seguinte. O serviço prestado pela montadora no recall é necessariamente gratuito.

O maior recall do ano foi da Citroën, que convocou 97.238 unidades do C4 à oficina. Logo depois vem a Toyota que precisou chamar 30.049 unidades entre Corolla, RAV4 e Camry.

O motorista pode acessar o site do Procon-SP ou do Ministério da Justiça para saber se seu veículo está envolvido em algum recall. Vale a pena conferir para já começar 2013 com o carro em dia.

Rodízio de veículos: Ruim com ele, pior sem ele

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Não parece, mas há 13 anos os paulistanos já convivem com o rodízio de veículos. Odiado por muitos e visto como uma boa solução por outros, o sistema que proíbe carros de circularem de acordo com sua placa e diavelolenta davelolenta semana pode estar perto de seu fim.

Tido como solução, hoje o rodízio perdeu seu efeito graças ao aumento da frota de São Paulo que cresceu 40% desde o ano de sua implantação.

A velocidade média dos veículos caiu 33% no horário de pico da tarde entre 1997, último ano antes da regra, e 2009 no corredor Consolação/Rebouças/Eusébio Matoso, o único monitorado pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) para avaliar os efeitos da restrição.

Antes da vigência do rodízio, o tráfego fluía a uma média de 17,5 km/h entre as 17h e as 20h. No ano passado, o índice caiu para 11,7 km/h.

A própria CET reconhece que os resultados obtidos estão abaixo do esperado. Uma coisa não há como negar, se o rodízio não existisse, provavelmente estes índices seriam bem piores, fica a conclusão, Rodízio: ruim com ele, pior sem ele.

Fonte: Estado de São Paulo