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Reembolso de IPVA a proprietários de veículos roubados

sexta-feira, 16 de abril de 2010

48,7 mil proprietários de veículos roubados no Estado de São Paulo tiveram uma ótima notícia no dia de ontem (15/04). O governo de São Paulo anunciou que irá devolver R$ 12,8 milhões de IPVA (Imposto sobre a Propriedaderoubo_de_carro de Veículos Automotores) aos donos de carros que foram lesados após pagarem o imposto.

A medida vale para os carros roubados em 2009 e o reembolso será proporcional ao número de meses em que o motorista ficou sem o veículo e os valores ficarão à disposição do proprietário –na data da ocorrência– no banco Nossa Caixa.

Segundo a Secretaria da Fazenda do Estado as devoluções serão pagas em quatro lotes até o final de abril. Se o roubo ocorreu no primeiro trimestre de 2009, a data de reembolso será 15 de março. Se ocorreu no segundo trimestre, o reembolso será em 31 de março. Roubo no terceiro trimestre, 15 de abril. Por fim, se teve o carro roubado no quarto trimestre, a data de reembolso será em 30 de abril.

Agora alguns detalhes importantes:

1-) O contribuinte que estiver inadimplente não poderá resgatar o valor enquanto houver a pendência.

2-) O contribuinte precisa ter feito o boletim de ocorrência para ter o benefício.

3-) No caso de recuperação do veículo, volta a ser devido o IPVA no exercício em que ela ocorrer, proporcionalmente aos meses que restarem até o final do respectivo ano.

4-) As datas de liberação dos recursos são, de acordo com a época do roubo ou furto.

Para consultar o valor da restituição, o contribuinte deve acessar a área do IPVA no site da Secretaria da Fazenda.

Fonte: Folha de São Paulo

Do que é composto o preço de um carro importado?

sexta-feira, 5 de março de 2010

Porque veículos que custam relativamente barato no exterior chegam ao país com preço tão elevado? O “vilão” tem um nome, os impostos.

Mais de uma dezena de taxas são cobradas desde o momento do embarque até a chegada do automóvel à concessionária e, posteriormente, à garagem do consumidor.

Além dos impostos, existe outro componente que acrescenta custo no valor de um carro vindo do exterior, a chamada tropicalização, nome pelo qual é conhecida a adaptação necessária para um automóvel europeu circular por aqui.

Confira são os impostos que encarecem o preço final:

tabelapreco

Fonte: Uol

IPI reduzido continua

terça-feira, 30 de junho de 2009

Os que pretendem adquirir o primeiro veículo 0km ou aqueles que desejam trocar o carro podem voltar a sorrir.

A Receita Federal divulgou hoje que o IPI continuará reduzido para veículos novos, mas subirá gradualmente entre outubro deste ano e janeiro de 2010.

Veja como ficará o IPI mês a mês:ipireduzido

Tipo de automóvel — – Até setembro - Outubro - Novembro - Dezembro - Janeiro/2010

1.0 (gasolina ou flex) — – Isento — – 1,5% — – — 3% — – — — 5% — – — – 7%

Acima de 1.0 e abaixo de 2.0 — 6,5% — – 8% — – — 9,5% — – — – 11% — – 13%
(gasolina)

Acima de 1.0 e abaixo de 2.0 — 5,5% — – 6,5% — – 7,5% — – — – 9% — – — 11%
bicombustíveis (flex)

Fonte: Folha de São Paulo

Prorrogação da redução do IPI

terça-feira, 31 de março de 2009

Foi prorrogada por três meses a redução do IPI para veículos automotores.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, informou que o corte inclui agora um acordo para a manutenção do emprego no setor:

“A indústria automotiva é importante para o país porque é uma cadeia produtora que chega a representar 23% do PIB industrial”, disse Mantega

Agora, até o final de junho os carros de passeio com motores 1.0 estarão isentos de IPI, e aqueles com motor entre 1.0 e 2.0 pagarão 50% do imposto.

A tabela do IPI para automóveis com validade até o final de março é a seguinte: carros de até 1.000 cilindradas terão alíquota reduzida de 7% para zero.

Carros acima de 1.000 até 2.000 cilindradas movidos à gasolina terão IPI reduzido de 13% para 6% e movidos a álcool ou flex, de 11% para 5,5%.

Carros acima de 2.000 cilindradas terão IPI mantido em 25% para os à gasolina e em 18% para os a álcool e flex.

Picapes de até 1.000 cilindradas terão redução do IPI de 8% para 1%; e de 1.000 até 2.000 cilindradas terão redução geral de 8% para 4% no IPI.

Uma medida adicional do pacote anunciado nesta segunda é a eliminação da Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) no preço das motocicletas — a alíquota era de 3%.

Fonte: Reuters

Impostos e taxas triplicariam o valor do Nano

segunda-feira, 30 de março de 2009

Muitos brasileiros manifestaram o interesse em adquirir um Nano se ele vier para o Brasil, inclusive nos comentários do blog.Mas aqui vai uma notícia que não irá animar os pretendentes ao carro indiano: impostos e custos adicionais fariam o carro indiano Nano chegar no Brasil com um preço três vezes maior.

Se na na Índia, o carrinho de três metros custará US$ 2.103,82, ou cerca de R$ 4.628,43, no nosso país ele não sairia por menos de R$ 14.500.

Para chegar a este valor foram considerados: impostos, frete para o transporte, custos com despachantes, os custos do porto e ainda a margem do revendedor.

Mesmo com este aumento, o Nano ainda seria o veículo mais em conta do mercado, tomando o lugar do Uno Mille 1.0 Flex de duas portas, o mais barato atualmente e que sai por cerca de R$ 21.754, sem qualquer opcional.

Os custos da “viagem” do Nano até o Brasil.

Para se trazer um veículo de qualquer parte do mundo (fora Mercosul) para o Brasil, o revendedor paga quatro taxas ao Estado: Imposto de Importação (II); Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI); Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM).

Para os veículos abaixo de 1.000cc, os conhecidos carros mil, as alíquotas dos tributos são: II, 35%; IPI, 7%; ICMS, 12%, que correspondem a um percentual de 61,78% sobre o valor do Preço Base da Índia.

O AFRMM equivale a 25% do valor do frete marítimo que, por sua vez equivale a 3,5% do preço na Índia. O resultado é um adicional de R$ 4.158,37.

Para receber o carro num porto brasileiro é preciso desembaraçá-lo, ou seja, passar por toda a burocracia da Receita Federal para importação, pagar despachante, taxas, armazém para desembaraço do veículo, movimentação no porto e outros custos de operação. Isto representa mais R$ 571,97.

Até aí, o carro custaria R$ 9.358,77.

Mas falta um custo importante, a margem do importador. Dentro dela, não está apenas seu lucro, mas o custo para manter as concessionárias, a rede de distribuição, outros impostos e seus funcionários. Hoje, ela é, em média, de 35,46%. O que dá R$ 5.141,23.

No fim, somando todos estes custos, o carro sairia por R$ 14.500. Ainda valeria a pena?

Fonte: O Globo