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Suspensão e seus componentes

quarta-feira, 6 de maio de 2009

1-) Amortecedores

Função: Diferentemente do que muita gente pensa, o amortecedor não é responsável por absorver aquelas pancadas quando o carro cai num buraco. O amortecedor funciona como um freio, que pára as oscilações da mola, causadas pelas irregularidades do piso. Ou seja, mantém o contato permanente entre o pneu e o solo.

Problemas: Os amortecedores com durabilidade comprometida provocam o desgaste prematuro dos pneus, risco de aquaplanagem (perda de contato do pneu com o solo devido à lâmina de água que se forma na pista), balanço excessivo do carro, ruídos na suspensão e perda de estabilidade.

Troca: Não acredite na recomendação de troca aos 30 mil quilômetros, pois podem durar menos ou (muito) mais do que isso, dependendo da suspensaoutilização (peso, tipo de piso etc.). Um amortecedor somente deve ser trocado após um apurado e criterioso exame visual, no qual se verifique o estado de componentes como bucha, selo, haste etc., além de possíveis vazamentos.

2-) Molas helocoidais
Estão presentes na maioria dos conjuntos de suspensão dos carros de passeio.

Função: Garantir a sustentação do veículo e ajudar a absorver impactos.

Troca: O estado das molas deve ser verificado sempre que se fizer o alinhamento da direção/suspensão ou a cada cinco mil quilômetros. Se os elos estiverem marcados, significa fadiga na mola, interferindo no alinhamento da direção.

3-) Componentes
Existem vários componentes do sistema de suspensão que devem ser checados durante uma revisão:

Batente: Protege o amortecedor no final do curso, reduzindo o batimento da mola. Deve ser verificado ao fazer o alinhamento ou qualquer manutenção da suspensão. Se estiver danificado, vai comprometer a ação e a durabilidade do conjunto amortecedor/mola.

Pivô: Permite a articulação da roda e sustenta o peso do conjunto de suspensão. Verifique a cada cinco mil quilômetros ou em todo alinhamento.
Terminal de direção: Transmite o movimento da caixa de direção para as rodas. Verifique a cada cinco mil quilômetros em todo alinhamento.
Bucha da suspensão: Articula o braço inferior da suspensão, evitando folgas e ruídos. Verifique a cada cinco mil quilômetros ou em todo alinhamento.

Tirante da barra estabilizadora: Barra auxiliar que atua na torção da barra estabilizadora e em conjunto com o amortecedor. Verifique a cada cinco mil quilômetros ou em todo alinhamento.

Fonte: IG

Amortecedor

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Muita gente fala que o prazo definido para durabilidade do amortecedor é de 40 mil quilômetros, e que deve ser feita a troca. Mas na verdade é pura enganação, não existe ao certo uma quilometragem para a troca, pois depende de como o veículo foi usado.

Se o veículo roda sobre estradas de terra esburacadas, pode ter seus amortecedores destruídos aos 10 mil quilômetros, outros, que circulam somente dentro da cidade em que ruas e avenidas são asfaltadas e planas, podem atingir tranquilamente os 100 mil quilômetros, sem qualquer problema.

O amortecedor deve ser trocado apenas depois de algumas avaliações, existe um equipamento chamado Shocktester, que mede a ressonância da suspensão de um carro sobre uma plataforma e ajuda bastante a identificar problemas com o amortecedor. Mas a máquina não tem os parâmetros para comparação de todos os veículos vendidos no Brasil e existem apenas 100 unidades nos pontos de venda da empresa em todo país.

A Monroe desenvolveu um sensor que consegue medir o funcionamento do amortecedor, mas a análise visual também é muito importante, para verificar se o componente sofreu alguma pancada, se está empenado ou se apresenta algum vazamento.

Existem os amortecedores recondicionados, mas eles podem expor ao risco você e sua família, não devem ser usados. Primeiro é economicamente inviável recondicionar amortecedores, para se conseguir dar a ele as mesmas características originais, o custo seria igual ou até maior de um novo.

O amortecedor não amortece a pancada, isso é tarefa das molas, o que ele faz é impedir as oscilações da carroceria provocadas pela mola. Manter os amortecedores em bom estado é fundamental para o equilíbrio do carro, principalmente em curvas e em pisos irregulares. Rodar com amortecedor desgastado pode significar uma saída de pista fatal numa curva ou ao trafegar sobre asfaltos remendados e lombadas, mesmo em baixas velocidades.

Ao contrário do que sugere o nome, o amortecedor não amortece a pancada, pois isso é tarefa das molas. O componente impede as oscilações da carroceria, provocadas pelas molas. Manter os amortecedores em bom estado é fundamental para o equilíbrio do carro, principalmente em curvas e em pisos irregulares. Ou seja, rodar com amortecedor desgastado pode significar uma saída de pista fatal numa curva ou ao trafegar sobre asfaltos remendados e lombadas, mesmo em baixas velocidades.

Fonte: Vrum

Veículos rebaixados

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Qualquer alteração em algum componente do carro pode comprometer a carroceria e principalmente a dirigibilidade, portanto é preciso ter muita cautela se desejar rebaixar seu veículo.

O método mais utilizado para rebaixar um veículo é o corte das molas. Outra opção seria a compressão ou o destemperamento das molas. Em qualquer dos casos, essa prática diminui o curso dos amortecedores e, conseqüentemente, a vida útil de todos os componentes da suspensão. Existem amortecedores e molas especiais para essa finalidade, mas o custo é muito alto e o tempo de instalação é demorado.

O carro rebaixado tende a ser mais estável, mas compromete o conforto, sendo que o risco mais é a possibilidade de trincas e rachaduras no monobloco, principalmente nas áreas próximas as torres dos amortecedores.

O rebaixamento da suspensão é uma prática legalizada desde que a resolução 262 do Contran entrou em vigor (1º de maio). A resolução não permite o uso de molas com regulagem de altura, então não estão homologados os sistemas com rosca e a ar.

Quem for alterar a altura do veículo deve levar o carro para uma inspeção que avaliará a modificação. Essa inspeção só pode ser realizada em local cadastrado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (inmetro). Se aprovada a alteração, será emitido o Certificado de Segurança Veicular (CSV).

Após, leve o veículo ao Detran para acrescentar ao documento a inscrição como consta na nova resolução.

Fonte: G1

Buracos

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Ruas e estradas, tirando raras exceções, estão cada vez mais esburacadas, aumentando o risco de danificar os pneus e componentes da suspensão.

Para evitar os buracos dirija com uma boa distância do carro da frente e com muita cautela, mas se por acaso for pego por algum desses buracos, a saída é procurar uma boa oficina.

O custo dos danos causados por buracos vária muito dependendo do carro e do estrago, pode custar de R$ 80, que é um valor aproximado de um pneu para carros populares, até R$300, sendo necessário a troca da bandeja, braço de suspensão, molas e buchas.

Se o estrago for causado pelo buraco e não pelo desgaste normal das peças da suspensão, o seguro pode ser acionado.

Segue algumas dicas:

- Nunca pise no freio sobre um buraco, pisando, 70% do peso do carro é transferido para frente, podendo causar danos graves à suspensão dianteira.

- Não passe em poças d´agua em alta velocidade. Elas podem esconder verdadeiras crateras.

- Calibre os pneus semanalmente e com os pneus frios. Pneus vazios facilitam a formação de bolhas e rasgos

- Pressionar com força os cantos da carroceria para testar os amortecedores. O carro oscilando mais de uma vez e meia, vale verificar a necessidade de substituí-los.

- Se as molas estão desgastadas entre os elos é sinal de desgaste excessivo.

- Substitua as molas a cada 50 mil quilômetros.

- Faça alinhamento e balanceamento a cada 10 mil quilômetros, ou se as rodas e suspensão foram danificadas por batidas e riscos profundos.

Fonte: Uol