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Prejuízo das enchentes

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

No verão, sempre chove pancadas de chuva alagando certos lugares. Em Santa Catarina, além de grande parte da população ter perdido sua casa, muitas pessoas perderam seus carros inundados.

As pessoas que tem o seguro vão recorrer, mas muitas vezes não vão receber o dinheiro ou o carro novo. Para não correr o risco de não receber e ficar a par de tudo que seu seguro cobre, basta tomar alguns cuidados.

Respeite o questionário de avaliação de risco preenchido antes de assinatura do contrato, no qual é perguntado, por exemplo, se o motorista possui estacionamento fechado para o veículo e se a utilização é profissional ou lazer.

Avise a seguradora de qualquer alteração como mudança de endereço.

Solicite as condições gerais da apólice antes de assinar o contrato. Nela, estão obrigações e direitos das partes contratantes, glossário com as principais definições, período de carência, riscos excluídos e critério de reajuste.

Todos os planos básicos têm cobertura contra colisão, incêndio, roubo e submersão total ou parcial do veículo em água doce.

Se o carro fica com água abaixo do painel, às vezes é passível de recuperação, mas quando o motor é afetado, se aproxima de uma perda total.

O proprietário só corre o risco de ficar sem cobertura, se for caracterizado por laudos técnicos que houve agravamento de riscos, mas isso dificilmente acontece.

Mas para quem não tem o seguro, se o carro ficar alagado o prejuízo é grande, pois os órgãos públicos não se responsabilizam pelo prejuízo. Se o carro tiver salvação o proprietário vai desembolsar no mínimo de R$ 2 mil a R$ 3 mil com consertos e higienizações.

Fonte: G1

Como agir em enchentes

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Nesta época do ano tornam-se muito freqüentes além do calor, as chuvas e conseqüentemente as enchentes, são nestas horas que o carro é mais exigido.

Para que você não fique no meio do caminho, certos cuidados têm de ser tomados com o veículo e normas de conduta no trânsito podem evitar que os planos para quem se arrisca a passar pelo alagamento não acabem com o carro.

Mecânicos especialistas, dizem que além de evitar acidentes, manter o carro conservado é ter uma certeza a mais que ele não quebrará quando o motorista mais precisará dele. No caso de enchentes, aconselham que o condutor encoste o carro em um lugar mais alto e espere a chuva passar.

Porém, como nem sempre pode ser feito isto, outra opção é traçar uma rota alternativa para dias chuvosos, evitando assim locais com probabilidades maiores de alagamento. Mas se não tiver jeito e o condutor tiver que realmente passar pelo alagamento, aconselha-se que mantenha a aceleração constante e trafegue devagar, segunda marcha no máximo.

No caso, se a água estiver na metade da roda é melhor nem arriscar, afinal os problemas mais comuns em dias de enchentes é água no motor. Com o sistema encharcado, o pistão empenha a biela e, conseqüentemente, trava o motor. Isto acontece porque se o carro morre instintivamente o condutor irá dar a partida novamente, fazendo com que o motor puxe água.

Se tiver que passar pelo caminho alagado, deixe sempre uma distância razoável e segura para o outro carro, de modo que se o da frente parar o que está vindo atrás consiga desviar. E nunca seja o primeiro, deixe que alguém vá antes, assim você conseguirá observar se tem algum buraco e o nível da água.

Recomenda-se que deixem o carro funcionando por certo tempo depois de passar por ruas alagadas, para retirar a umidade do sistema, além de fazer uma revisão nos faróis, borrachas de vedação, pneus e desembaçador.

No caso do carro ficar ilhado, é bem mais complicado, já que 90% das seguradoras declaram perda total e podem alegar imprudência do motorista e não pagar o seguro.

Fonte: Uol