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Rodízio de veículos: Ruim com ele, pior sem ele

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Não parece, mas há 13 anos os paulistanos já convivem com o rodízio de veículos. Odiado por muitos e visto como uma boa solução por outros, o sistema que proíbe carros de circularem de acordo com sua placa e diavelolenta davelolenta semana pode estar perto de seu fim.

Tido como solução, hoje o rodízio perdeu seu efeito graças ao aumento da frota de São Paulo que cresceu 40% desde o ano de sua implantação.

A velocidade média dos veículos caiu 33% no horário de pico da tarde entre 1997, último ano antes da regra, e 2009 no corredor Consolação/Rebouças/Eusébio Matoso, o único monitorado pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) para avaliar os efeitos da restrição.

Antes da vigência do rodízio, o tráfego fluía a uma média de 17,5 km/h entre as 17h e as 20h. No ano passado, o índice caiu para 11,7 km/h.

A própria CET reconhece que os resultados obtidos estão abaixo do esperado. Uma coisa não há como negar, se o rodízio não existisse, provavelmente estes índices seriam bem piores, fica a conclusão, Rodízio: ruim com ele, pior sem ele.

Fonte: Estado de São Paulo

Chassi: O RG do automóvel

terça-feira, 23 de junho de 2009

Por mais que o termo chassi tenha caído em desuso após os carros mais modernos utilizarem um monobloco em sua fabricação, esta palavra ainda continua popular quando queremos mencionar a identificação de um automóvel.

Cada carro possui um número de produção e nesta “linha de códigos”, cada letrinha possui uma função como: local onde foi fabricado, o ano de fabricação, a marca, modelo e seu número dentro da linha de montagem.

Confira abaixo um “mapa” e saiba identificar cada informação do chassi, o rg do autmóvel:

chassi

Fonte: G1

Carro clonado

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Os carros recebem uma série numérica que é gravada no chassi, motor, vidros e carroceria. Esses números são registrados com uma máquina especial, instalada na linha de montagem, já os vidros saem marcados da fornecedora.

Existe um controle rigoroso dentro das fábricas por parte do Denatran, mas os criminosos conseguem acesso a todos os números do veículo, inclusive ao Renavam. As quadrilhas anotam o número da placa de um veículo na rua, cor e o modelo e puxam todas as informações sobre o veículo para fazer a clonagem.

Os peritos só conseguem identificar a diferença porque a cópia nunca é perfeita, já que a máquina e o processo utilizado não são os mesmo das fabricantes.

É preciso ficar ligado para não comprar um carro clonado, e acontece muito. Na hora que as pessoas vão fazer o seguro que descobrem, mas normalmente dá tempo de devolver o carro.

Para evitar problemas durante a compra do veículo você deve consultar o histórico do carro por meio de despachantes ou do próprio Detran.

No caso do seu carro for clonado e vierem multas, a única coisa que pode ser feita é justificar com algum documento anexo que prove o local onde esteve o verdadeiro carro no momento da infração, como um bilhete de estacionamento, no site do Denatran há as instruções para o procedimento.

Já para descobrir se o carro está irregular, basta fazer uma vistoria de chassi no Ciretran (Circunscricional Regional de Trânsito) da cidade.

 Fonte: G1