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Tipos de óleo

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

A boa lubrificação é essencial para a longevidade do motor. É fundamental usar óleos de boa qualidade e respeitar os prazos de troca que constam no manual do proprietário. Para escolher o óleo ideal é preciso saber os significados das siglas e dos números relacionados à viscosidade e ao nível de aditivos e também os tipos de óleos disponíveis.

Segue abaixo os tipos de óleos:

MINERAIS MULTIVISCOSOS: são os mais comuns no mercado. Adequados para motores convencionais de qualquer cilindrada, têm a viscosidade adaptada à temperatura de funcionamento do motor, atingindo os principais pontos de lubrificação com eficiência mesmo no inverno, quando há maior resistência ao escoamento do lubrificante pelas galerias de óleo. Mas, com o tempo, provocam carbonização principalmente no cabeçote e nas sedes de válvula, caso não sejam usados aditivos especiais para evitar o problema.

SEMI-SINTÉTICOS: são os de base sintética e mineral, recomendados para motores mais potentes e que atingem um nível de rotação acima da média. Por terem menor quantidade de compostos de carbono mineral, provocam menos carbonização das câmaras de combustão, o que facilita a entrada e saída dos gases de admissão e escape, além de evitar problemas de batida de pino. Outra propriedade desse tipo de óleo é a de formar uma película protetora nas paredes dos cilindros, diminuindo o atrito entre as partes móveis durante a partida.

SINTÉTICOS: são os mais caros, usados nos carros das categorias mais importantes do automobilismo mundial pela curva de viscosidade constante, independentemente da temperatura de funcionamento do motor, e por não provocarem carbonização. Também podem ser usados nos modelos esportivos com alta taxa de compressão ou nos turbinados. Devem ser usados desde os primeiros quilômetros, por causa dos aditivos dispersantes, que desprendem a carbonização (o uso tardio pode entupir as galerias de óleo). O único problema em usá-los em carros convencionais é o desperdício de dinheiro.

Os óleos sintéticos não são os mais indicados para os carros 1.0, só porque estes trabalham em regime de alto giro. Para escolha do óleo, o que conta é o nível de potência e a taxa de compressão, e não a faixa de giro do motor. Portanto, carros econômicos pedem óleos também de preço mais acessível, como os minerais.

Fonte: Uol

Mecânicas

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Mulheres cansadas de serem enganadas pelos mecânicos ou tendo que aturar o machismo constante em repreensão às mulheres ao volante, tem a chance de aprender em um curso rápido de mecânica algumas coisas que podem lhe ser úteis no dia-a-dia, sendo o curso somente para mulheres.

São 4h de curso onde cada aluna recebe uma apostila da parte teórica, em sala têm-se a parte visual, aprendem até como funciona um motor, entre outras funcionalidades.
O intuito deste curso é auxiliar as mulheres para que consigam resolver algum problema mínimo que venha ocorrer com seu carro e seguir para algum local próximo onde tenha uma assistência mecânica.

Você mulher que ainda não teve a oportunidade de fazer esse curso, segue 5 dicas úteis para você conseguir resolver algum probleminha simples com seu carro e não ficar apavorada sem noção do que fazer.

1.Quando o carro aquece:
Verifique o nível do fluido de refrigeração, ele tem que trabalhar no meio, entre a marca do máximo e do mínimo.

2. Quando o freio dá problema:
Se estiver com uma luz no painel acendendo ou quando o pedal de freio fica mais duro, verifique se não está faltando o fluido de freio.

3.Se o carro estiver fazendo barulho:
Verifique se há óleo, pois muitas vezes a falta de óleo pode ser a causa do barulho ou do problema no motor.

4. Se o carro estiver falhando:
Verifique se soltou algum cabo ou haste que comanda este sistema.

5.Problema na bateria:
Se a luz da bateria no painel estiver acesa, verifique se não soltou algum cabo ou alguma correia que aciona o sistema de recarga da bateria.

 

Fonte: UOL

Quer que eu cheque o óleo ?

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

É difícil pararmos no posto de gasolina sem o frentista perguntar: “Quer que dê uma olhadinha no óleo? “.  Checar esse fluído é essencial! Pois, com o passar do tempo ele tende a perder a viscosidade, o que faz com que aja o atrito das peças do motor,  comprometendo o funcionamento deste,  prejudicando sua vida útil,  o desempenho e até aumentando o consumo de combustível.

Você deve fazer as trocas de óleo dentro dos limites de quilometragem estabelecidos para cada tipo de fluído.  E além disso, acompanhar o nível do óleo, pois com o uso do carro ele tende a baixar, e enquanto não chega a hora de trocá-lo novamente, você deverá  completar o nível.

Geralmente, os frentistas dos postos não se atentam a marca do óleo que você já utiliza, o aconselhável, é ficar sempre com a mesma marca e o tipo de óleo que você já possui no reservatório do motor. Por isso, as montadoras aconselham trocar ou completar o óleo em concessionária autorizada. Mas, se você tomar toda a cautela, é possível realizar a troca em postos de serviço ou até mesmo sozinho. É importante também, fazer a medição com o motor do carro frio, aguardar pelo menos três minutos com o carro desligado, para que todo o óleo do motor escorra para o cárter e você faça uma avaliação do nível correta.

Para saber qual é o lubrificante adequado para seu veículo consulte o “Manual do Proprietário” na seção referente a manutenção.

Fonte: G1