A poluição sonora torna-se cada vez mais um grande problema nos grandes centros. Os transtornos causados por ela são tão significativos quanto os causados pela poluição do ar.
Moradores de áreas que possuem muito barulho durante a noite têm dificuldade para dormir, o que causa a irritação durante o dia e dificulta a absorção da memória recente. E o barulho durante o dia, dentro de carros, ônibus, motos ou caminhões colaboram para o estresse já causado pelos congestionamentos.Além da perda auditiva, os ruídos
altos constantes podem gerar zumbidos no ouvido e o barulho dos veículos 24 horas por dia também causam outros efeitos, como irritabilidade, falta de concentração, estresse e até perda de memória.
Um estudo recentemente realizado na Suécia com mais de 24 mil voluntários de 18 a 80 anos e publicado no periódico “Environmental Health” constatou que viver próximo a ruas barulhentas pode aumentar a pressão arterial. O risco de manifestar a doença é 45% maior para moradores de áreas com ruídos acima de 64 decibéis (volume que os pesquisadores compararam com o barulho de uma máquina de lavar louças). Uma rua de tráfego intenso tem cerca de 70 db e vias expressas, 85 db.
Catalisadores falsos, além de contribuírem diretamente para o crescimento da poluição sonora, provocam o aumento direto do consumo do combustível, além de causar uma mudança nas taxas de contrapressão, que causam alterações no sistema de injeção, arraste de óleo do motor e desgaste prematuro de peças.
Fonte: Alfapress Comunicações


e janeiro de 2014. Neste período os carros de passeio e comerciais leves (utilitários, picapes, jipes etc.) que saírem de fábrica deverão emitir 33% menos poluentes, em média.
economia eficiente de energia), sediado em Washington (EUA), listou os 12 carros mais e menos verdes (melhores e piores carros para o meio-ambiente de 2008.
