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Gasolina brasileira começa bem 2014

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Uma boa notícia passou despercebida no meio de tanta coisa. Desde o dia primeiro de janeiro, a gasolina distribuída no Brasil passou a ter menos enxofre.

Em 2014, a gasolina terá 50 ppm (partes por milhão) de enxofre. Essa mistura e chamada de S-50. Antes da nova medida, a gasolina nacional poderia contar, dentro da lei, com absurdos 800 ppm.

Ao longo dos anos, a Petrobras já tinha reduzido esse valor, mas legalmente, nada tinha sido feito até agora. A medida traz benefícios aos motores futuros, com tecnologias avançadas e os atuais. Nestes haverá redução de depósitos e contaminação do óleo, diminuição de poluentes, além de menor teor de aromáticos e olefínicos.

Por fim, a gasolina S-50 é menos sujeita a oxidação e impurezas, logo ela causa menos dano ao tanque, ao óleo e aos bicos injetores, pois não cria aquela “goma” de resíduos, muito comum nas gasolinas de menor qualidade.

Assim, o combustível fóssil se alinha às melhores especificações mundiais, embora alguns países já ofereçam a S-10. No Brasil, apenas a gasolina Podium, da Petrobras, tem essa especificação.

Rodas terão que passar por testes de qualidade

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Visando maior segurança, as rodas dos automóveis, caminhões e outros veículos de terão que se submeter a diversos testes de qualidade antes de serem postas no mercado. Atualmente elas já se sujeitam a algumas normas antes de serem comercializadas, mas a certificação - por enquanto - ainda não é obrigatória.

O Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) será o responsável por realizar testes específicos para cada tipo e material e, caso aprovadas, as rodas receberão um selo de certificação que será rodas13obrigatório para permitir sua comercialização e uso.

Segundo o Inmetro as rodas comercializadas atualmente possuem diferenças de fabricação que com a trepidação resultante do uso, provocam o afrouxamento e soltura de parafusos de fixação das rodas, além de rachaduras e eventual quebra.

A medida irá afetar principalmente as rodas comercializadas no mercado de opcionais e reposição. Se aprovada, os fabricantes terão prazo de 12 meses para adequar seus produtos e mais seis meses para iniciar sua comercialização.

Fonte: AutoEstrada