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Como escolher uma oficina de reparação

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

 

Mesmo cuidando super bem de seu automóvel, chega uma hora que é preciso levá-lo para fazer um pequeno reparo nem que seja mecânico, elétrico ou funilaria, e a dúvida que a maioria dos motoristas encontra nestas horas, é de onde levar seu automóvel, como escolher uma boa oficina de reparação e são diversos os fatores que contam na hora da escolha.

Colocando por prioridade, a primeira necessidade é o preço ser justo, seguido por um bom atendimento, pessoas qualificadas e respeito ao prazo. Se juntar todos estes itens e conseguir encontrar em um único local parece ser impossível, segue alguns critérios que é muito importante o motorista seguir.
Antes de tudo é preciso conhecer bem o local, este contato é fundamental. Observe tudo detalhadamente, veja se a oficina tem uma recepção, claro não é necessário que seja totalmente sofisticado, que seja um local reservado para atender os clientes. Ao explicar o defeito, se um atendente fizer cara feia ou julgar que seja um reparo muito complicado, indica que o que ele realmente quer é valorizar o serviço, o que muitas vezes não é a realidade.
Parece um tanto quanto fútil, mas repare se os funcionários trabalham de uniforme, se estiver muito sujo é um mau sinal. Veja se o local é bem conservado, organizado, limpo e se é bem iluminado, pois são estes pequenos detalhes que revelam o a forma que o dono da oficina encara as coisas.
Se for deixar o carro, mesmo que seja apenas para fazer um orçamento, lembre-se que tudo deve ser muito bem explicado e um prazo deve ser estipulado. Ao deixar o carro, a oficina deve emitir uma ficha detalhando o estado do veículo, nível de combustível, equipamentos e acessórios, quilometragem, entre outros.

Dependendo do tipo de conserto a oficina necessita de ferramentas especificas para tal reparo. Se for funilaria, uma boa estufa ou cabine de pintura é essencial. Se for mecânica ou elétrica, são necessários equipamentos modernos para realizar uma correta avaliação, já que os carros atuais dispõem de bastante eletrônica embarcada.
Contudo, nada adianta possuir equipamentos de ultima geração se os funcionários não forem qualificados, e uma forma de saber o quanto eles entendem do assunto é procurar os diplomas nas paredes, afinal, toda oficina faz questão de deixar em local visível os treinamentos que seus funcionários tiveram.
Mas fiquem sempre bem atento a esses diplomas, bons cursos são ministrados pelo Serviço Nacional da Indústria (SENAI), pelo ASE, sigla vinda do inglês Automtive Service Excellence (Excelência nos Serviços Automotivos). Essa instituição não tem fins lucrativos e organiza testes de conhecimentos que valem diplomas.
A própria oficina pode ser diplomada pelo Instituto da Qualidade Automotiva (IQA) que fornece um certificado baseado pela organização, equipamentos e ferramentas que a empresa dispõe.

Lembre-se que o melhor preço é o mais justo, muitas oficinas podem lhe oferecer a opção de substituir uma peça que já esteja com sua vida útil quase no final, esta opção de escolha demonstra o quanto à oficina é correta. Importante também prestar atenção nas peças a serem trocadas, mesmo que o motorista não conheça as melhores marcas, exija sempre peças de qualidade.
Com o serviço finalizado a oficina deve apresentar todas as peças trocadas e emitir a nota fiscal com tudo discriminado, alem de indicar o prazo de garantia do serviço. Com estes cuidados certamente o motorista ira evitar aborrecimentos na escolha de uma oficina.
Vale ressaltar que, se gostar do serviço, do atendimento e da qualidade do trabalho, mantenha o estabelecimento na sua agenda de contatos, pois uma boa oficina você não encontra em qualquer esquina.

Fonte: G1