Posts com a Tag ‘taxa’

Do que é composto o preço de um carro importado?

sexta-feira, 5 de março de 2010

Porque veículos que custam relativamente barato no exterior chegam ao país com preço tão elevado? O “vilão” tem um nome, os impostos.

Mais de uma dezena de taxas são cobradas desde o momento do embarque até a chegada do automóvel à concessionária e, posteriormente, à garagem do consumidor.

Além dos impostos, existe outro componente que acrescenta custo no valor de um carro vindo do exterior, a chamada tropicalização, nome pelo qual é conhecida a adaptação necessária para um automóvel europeu circular por aqui.

Confira são os impostos que encarecem o preço final:

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Fonte: Uol

Problemas ao pagar a taxa adicional da Inspeção Veicular

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Computadores são assim, suscetíveis a problemas tais quais os seres humanos, e quem está “atrasado” para realizar a Inspeção Veicular está sentindo na pele este problemas “digitais”.

Alguns proprietários (com carros registrados na capital paulista) que não realizaram a vistoria no ano passado einspecionstão enfrentando problemas na hora de pagar os R$ 44,18 referentes a taxa adicional que “desbloqueia” o veículo no sistema.

A Secretaria do Verde e Meio Ambiente informa que um erro no sistema de processamento está impedindo que os pagamentos realizados desde o dia 1º de fevereiro sejam reconhecidos.

A solução encontrada pelo órgão é simples: aqueles que pagaram a taxa adicional, mas que não tiveram o pagamento reconhecido pelo sistema, devem comparecer pessoalmente à Secretaria do Verde e Meio Ambiente.

Os motoristas devem levar o comprovante de pagamento do boleto e a documentação do veículo para a inserção da informação do pagamento no banco de dados.

Além da taxa adicional, o condutor deve pagar a taxa obrigatória de R$ 56,44 para realizar a inspeção deste ano.

O atendimento começou na última terça-feira (23) e pode ser feito das 9h às 17h, na Rua do Paraíso, 387.

Fonte: Agencia Estado

Reembolso da taxa da inspeção veicular pode acabar

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Gilberto Kassab venho com um presente nada agradável depois do natal, o prefeito da cidade São Paulo Gilberto Kassab informou que o direito ao reembolso da tarifa de inspeção veicular pode acabar no ano que vem.kassab

“Agora, há uma lei federal, e essa lei federal provavelmente nos proibirá de restituir [a tarifa].  Já pedi à nossa Procuradoria Geral que se manifeste. Se é jurídico, é evidente que não vamos devolver, não vamos cometer nenhum crime. É uma lei nacional para todas as cidades. É evidente que São Paulo não vai, de maneira alguma, fazer com que a legislação não seja cumprida”, disse o prefeito.

As taxas pagas a partir do dia 1º de janeiro - essas que podem não ter restituição - vão ter aumento com base no Índice Geral de Preços do Mercado (IGPM).

Fonte: G1

Prorrogação da redução do IPI

terça-feira, 31 de março de 2009

Foi prorrogada por três meses a redução do IPI para veículos automotores.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, informou que o corte inclui agora um acordo para a manutenção do emprego no setor:

“A indústria automotiva é importante para o país porque é uma cadeia produtora que chega a representar 23% do PIB industrial”, disse Mantega

Agora, até o final de junho os carros de passeio com motores 1.0 estarão isentos de IPI, e aqueles com motor entre 1.0 e 2.0 pagarão 50% do imposto.

A tabela do IPI para automóveis com validade até o final de março é a seguinte: carros de até 1.000 cilindradas terão alíquota reduzida de 7% para zero.

Carros acima de 1.000 até 2.000 cilindradas movidos à gasolina terão IPI reduzido de 13% para 6% e movidos a álcool ou flex, de 11% para 5,5%.

Carros acima de 2.000 cilindradas terão IPI mantido em 25% para os à gasolina e em 18% para os a álcool e flex.

Picapes de até 1.000 cilindradas terão redução do IPI de 8% para 1%; e de 1.000 até 2.000 cilindradas terão redução geral de 8% para 4% no IPI.

Uma medida adicional do pacote anunciado nesta segunda é a eliminação da Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) no preço das motocicletas — a alíquota era de 3%.

Fonte: Reuters

Impostos e taxas triplicariam o valor do Nano

segunda-feira, 30 de março de 2009

Muitos brasileiros manifestaram o interesse em adquirir um Nano se ele vier para o Brasil, inclusive nos comentários do blog.Mas aqui vai uma notícia que não irá animar os pretendentes ao carro indiano: impostos e custos adicionais fariam o carro indiano Nano chegar no Brasil com um preço três vezes maior.

Se na na Índia, o carrinho de três metros custará US$ 2.103,82, ou cerca de R$ 4.628,43, no nosso país ele não sairia por menos de R$ 14.500.

Para chegar a este valor foram considerados: impostos, frete para o transporte, custos com despachantes, os custos do porto e ainda a margem do revendedor.

Mesmo com este aumento, o Nano ainda seria o veículo mais em conta do mercado, tomando o lugar do Uno Mille 1.0 Flex de duas portas, o mais barato atualmente e que sai por cerca de R$ 21.754, sem qualquer opcional.

Os custos da “viagem” do Nano até o Brasil.

Para se trazer um veículo de qualquer parte do mundo (fora Mercosul) para o Brasil, o revendedor paga quatro taxas ao Estado: Imposto de Importação (II); Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI); Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM).

Para os veículos abaixo de 1.000cc, os conhecidos carros mil, as alíquotas dos tributos são: II, 35%; IPI, 7%; ICMS, 12%, que correspondem a um percentual de 61,78% sobre o valor do Preço Base da Índia.

O AFRMM equivale a 25% do valor do frete marítimo que, por sua vez equivale a 3,5% do preço na Índia. O resultado é um adicional de R$ 4.158,37.

Para receber o carro num porto brasileiro é preciso desembaraçá-lo, ou seja, passar por toda a burocracia da Receita Federal para importação, pagar despachante, taxas, armazém para desembaraço do veículo, movimentação no porto e outros custos de operação. Isto representa mais R$ 571,97.

Até aí, o carro custaria R$ 9.358,77.

Mas falta um custo importante, a margem do importador. Dentro dela, não está apenas seu lucro, mas o custo para manter as concessionárias, a rede de distribuição, outros impostos e seus funcionários. Hoje, ela é, em média, de 35,46%. O que dá R$ 5.141,23.

No fim, somando todos estes custos, o carro sairia por R$ 14.500. Ainda valeria a pena?

Fonte: O Globo