
Imagine um filme de ficção científica. Carros que fazem tudo, coisas que a gente nem consegue imaginar e algumas chegam até a serem engraçadas, de tão absurdas. Se você imaginou algo “comerciável” (ou seja, anda de carros voadores ou que andem sozinhos), então você pensou em algo próximo do novo Mercedes Classe S. Provavelmente, você pensou em algo menos completo que o novo sedã da marca.
Se você acha que estou falando de LEDs por todo lado (é o primeiro veículoa não ter NENHUMA lâmpada convencioanl), ABS, computador de bordo completíssimo, GPS, controle de trajetória, airbags, sensor de estacionamento, embreagem dupla e controle de tração, saiba que isso é o mínimo.
Se pensou em poltronas traseiras individuais que reclinam 43º e apoio completo para as pernas, no estilo avião primeira classe, ainda é pouco (sim, o Classe S só comporta quatro pessoas).
Quando falamos de coisas próximas a ficção científica, estamos dizendo que as poltronas têm 14 pontos de massagem para os passageiros e telas individuais para o banco traseiro. Mas ainda é pouco.
O carro tem uma câmera frontal tridimensional que calcula os desníveis do solo e ajusta imediatamente a suspensão a ar para cada buraco e ondulação. Em conjunto com radares ao redor do carro, esse sistema reconhece pedestres, obstáculos e tráfego em cruzamentos de dia ou de noite para poder prevenir e minimizar acidentes.
O estabilizador de velocidade é ativo, ou seja, ao ligar o piloto automático, o Classe S acelera, freia, mantém a distancia e até para de acordo com o carro da frente. Inclusive segue o veículo da frente em curvas longas, se esse for o desejo do motorista. Nesse caso, a direção funciona de forma autônoma.
O console central possui inúmeros comandos e, claro, telefonia. Como se não bastasse, a Mercedes informa que o carro tem 156 botões no total (para todos os passageiros), duas telas de alta definição de 12,3 polegadas (movidas por um processador Intel) e perfume ativo, que limpa o ar através de ionização e depois solta odor para deixar o ambiente mais agradável.
É o limite de conforto e luxo que um carro pode chegar antes da invenção de carros voadores que dispensam motoristas. Ele chega ao Brasil por cerca de R$800 mil.

















