BMW quer comercializar o i3 no Brasil ainda em 2014

21 de janeiro de 2014

21-01-2014-1

Se o monovolume elétrico da BMW parecia algo distante e difícil de sair do papel em território brasileiro, a empresa já confirmou: em setembro de 2014 ele estará à venda. E fabricado no Brasil.

O grande problema que a montadora enfrentará é o preço. Ainda que o público que compra BMW não liga muito pra isso, o carro chegará caro para um monovolume, por mais confortável e luxuoso que ele seja.

Sem nenhum tipo de isenção ou incentivo fiscal, modelos como o i3 pagam IPI cheio e de carro grande, além dos tradicionais tributos de importação, um pouco aliviados no caso da BMW por conta da construção da fábrica em Santa Catarina. A marca não definiu preço, apenas um limite: “vai custar menos de R$ 200 mil”, afirmou fonte da marca em Detroit.

Ao contrário dos carros elétricos do mundo, o i3 foi criado do zero e é exclusivamente elétrico. “Ainda assim, o i3 é feito para ser usado como um smartphone. Você volta do trabalho, chega em casa e carrega o celular e o carro, todo dia. Deixe oito horas na tomada padrão da sua casa e está carregado”, afirma a BMW.

Apesar disso, o carro é voltado para pessoas com alguma preocupação ambiental e muito, mas muito, dinheiro sobrando, pois ele deve custar quase 4 vezes mais que um monovolume premium no Brasil.

Mercedes promete Classe C brasileiro igualzinho ao alemão, “mas com motor flex”

20 de janeiro de 2014

20-01-2014-1

Se os brasileiros temiam que os carros da Mercedes fabricados por aqui tivessem alguma diferença em relação aos alemães, a montadora tranquilizou-os. A empresa alemã garante que os carros terão primazia em termos de segurança, nível de equipamentos e, mais importante, qualidade construtiva.

Thomas Weber, membro da Diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento da Mercedes, garante que os veículos da marca são os mesmo no mundo todo, sejam eles fabricados na Alemanha, nos EUA, na China ou em qualquer outro país, e com o Brasil não seria diferente. Ele apontou pra uma única mudança que torna o veículo ainda mais completo: a adoção do motor flex.

“Embora sejam iguais em qualquer lugar do mundo, os produtos precisam ser regionalizados. No Brasil, a única diferença será o motor flex,já que o etanol é abundante no Brasil e o consumidor exige esse tipo de tecnologia”, afirmou Weber no Salão de Detroit.

O motor que receberá a tecnologia flex será o 1.6 turbo, de 156 cavalos, o propulsor de maior volume dentro da oferta da Mercedes atualmente. Weber ainda falou de planos futuros para o Brasil e a possibilidade de outros modelos receberem o motor bicombustível: “Você precisa de um volume mínimo de produção para tornar motores bicombustível disponíveis. Portanto, não acredito que em curto prazo motor flex será importante para um Classe S, por exemplo. Para o Classe E? Não sei, talvez”.

Hyundai i30 remodelado ganha motor 1.8 mais potente que o 2.0

17 de janeiro de 2014

17-01-2014-1

O novo i30 está nas lojas. O carro, redesenhado e ainda mais bonito (sim, é possível) mantém traços de seu antecessor. A motorização foi a grande novidade.

O motor 2.0 foi substituído por um 1.8. Acontece que o novo motor entrega 150 cv, cinco a mais que o anterior. Segundo a montadora, o carro, mesmo mais potente, é mais econômico graças à menor cilindrada.

O 2.0 já estava fora de linha com a chegada do motor 1.6 flex de 128 cv em 2013. Esta configuração continuará a existir.

O preço da configuração 1.8 varia entre R$ 71,9 mil e R$ 92 mil, dependendo dos opcionais. O carro está disponível apenas nas cores preta, prata e branca.

Palio Fire passa a ser o carro mais barato do Brasil

15 de janeiro de 2014

15-01-2014-1

Com as novas leis obrigando uso de ABS e airbag em todos os carros nacionais, o Mille saiu de linha. Dessa forma, a Fiat  passou a ter o Palio Fire como carro de entrada. E baixou seu preço.

Até 2013, o Mille era o carro de entrada da Fiat e o Palio partia de R$24.570. Ao ser promovido a primeiro carro, o Palio, com ABS e airbag, parte de R$23.990. Ainda é possível comprar o Mille em estoque de 2013 por R$22.540, mas não faz mais parte do portfólio da montador.

Se você está se perguntando como o Palio ficou mais barato depois de ganhar os itens de segurança obrigatórios, a resposta é simples. Sem o Mille, o preço anterior do Palio é alto para um carro de entrada, então a montadora decidiu baixá-lo.

Mas não era possível baixar antes? Claro que era! Mas aí entra o maior responsável pelo preço de objetos: o mercado. Ele vendia bem a 24 mil, logo a Fiat não tinha motivos pra baixar o preço, já que contava com um carro mais barato.

Gasolina brasileira começa bem 2014

14 de janeiro de 2014

Uma boa notícia passou despercebida no meio de tanta coisa. Desde o dia primeiro de janeiro, a gasolina distribuída no Brasil passou a ter menos enxofre.

Em 2014, a gasolina terá 50 ppm (partes por milhão) de enxofre. Essa mistura e chamada de S-50. Antes da nova medida, a gasolina nacional poderia contar, dentro da lei, com absurdos 800 ppm.

Ao longo dos anos, a Petrobras já tinha reduzido esse valor, mas legalmente, nada tinha sido feito até agora. A medida traz benefícios aos motores futuros, com tecnologias avançadas e os atuais. Nestes haverá redução de depósitos e contaminação do óleo, diminuição de poluentes, além de menor teor de aromáticos e olefínicos.

Por fim, a gasolina S-50 é menos sujeita a oxidação e impurezas, logo ela causa menos dano ao tanque, ao óleo e aos bicos injetores, pois não cria aquela “goma” de resíduos, muito comum nas gasolinas de menor qualidade.

Assim, o combustível fóssil se alinha às melhores especificações mundiais, embora alguns países já ofereçam a S-10. No Brasil, apenas a gasolina Podium, da Petrobras, tem essa especificação.