Arquivo de setembro de 2008

Ihh, fui multado!

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Desde segunda-feira, São Paulo está sem 40 radares que fiscalizam o trânsito. O contrato com a empresa que fornece o serviço terminou e a nova contratada ainda não começou a operar.
O Brasil possui radares em todos os estados, cidades e estradas. Implantados e monitorados pelos departamentos de trânsito ou até mesmo pelas prefeituras de cada município.Existem radares de velocidade (móveis ou fixos), radares para monitorar os faróis, corredores de ônibus e até mesmo placa de veículos. A tecnologia chegou às cidades para fiscalizar, mas já existe um aparelho que vem dentro dos  GPS dos automóveis que funciona como um “anti-radar”, avisando o condutor quando há um radar próximo.

 Mas como os radares calculam a velocidade dos veículos?

São três os sistemas utilizados para o registro de infratores por excesso de velocidade:

Radar fixo de velocidade: Na pista são instalados três sensores, também chamados de laços detectores, que formam um campo magnético. Eles estão ligados a um computador e à câmera fotográfica, geralmente instalada em um poste na lateral da pista. Quando o carro passa pelo primeiro sensor, o campo magnético é interrompido até que a massa metálica do veículo passe pelo segundo. Automaticamente o sistema calcula a velocidade do carro de acordo com o tempo de interrupção desse campo magnético. Caso a velocidade seja superior à permitida, a imagem captada pela câmera é digitalizada e registrada em um disco rígido, no instante em que o carro passa pelo terceiro sensor.

Radar móvel de velocidade: São duas as opções de equipamento móvel. Um funciona com dois feixes de laser, o computador dispara a câmera em função do tempo de interrupção dos feixes quando o carro passa, no caso de a velocidade ser superior à permitida. O outro modelo emite uma microonda oblíqua em um ângulo de 20 graus em relação à pista. O computador, então, calcula o tempo que essa onda leva para fazer o percurso. Os modelos móveis utilizam uma máquina fotográfica convencional e são capazes de fiscalizar até três faixas ao mesmo tempo. Porém não  há o registro da imagem caso os sensores identifiquem mais de um carro passando pelo ângulo de fiscalização no momento do disparo.

Lombada eletrônica: A câmera é instalada em um totem, aproximadamente 15 metros à frente dos sensores, e a imagem registrada é da frente do veículo. O motorista sabe se está sendo multado, pois logo abaixo da câmera está um indicador digital com a velocidade do carro no momento exato em que passou pelos sensores. Se houver infração, uma luz vermelha se acende e um flash é disparado.

Lembre-se que os radares existem por falta de colaboração da população no trânsito que burlam as leis e arriscam a segurança de todos no trânsito. Dirija com cuidado e respeite os limites de velocidade.

Fonte: G1

Dirija ecologicamente

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Hoje o governo irá submeter à consulta pública o plano nacional de mudança climática que tem como objetivo reduzir a emissão de CO2 na atmosfera. Uma das substituições previstas é a troca gradativa do uso gasolina por álcool nos carros nacionais, essa ação além de reduzir os impactos no meio ambiente irá também, diminuir a dependência pelo petróleo.

Todos sabem que os veículos são um dos principais vilões na emissão de CO2,  por isso já existe o movimento Eco Drive que ensina os motoristas a dirigir de forma ecológica para diminuir o consumo de combustível, diminuir as emissões de poluentes e aumentar a segurança no trânsito.O movimento defende que nos últimos anos a tecnologia dos motores e a performance dos automóveis evoluíram rapidamente, mas os motoristas não adaptaram o estilo de direção. A direção ecológica se adapta à tecnologia moderna dos motores e diminui o consumo de combustível em 5 a 10%.

As principais diretrizes para dirigir de maneira ecológica são:

  1. Manter a velocidade sempre com baixo giro usando a maior marcha possível. Portanto, mude para a marcha mais alta assim que possível.
  2. Mantenha uma velocidade constante, usando a marcha mais alta possível.
  3. Verifique a pressão dos pneus, para poupar combustível e aumentar o tempo de vida dos mesmos.
  4. Faça uso dos dispositivos instalados para poupar combustível, como computadores de bordo, econômetros e controladores de velocidade.
  5. Livre-se do excesso de peso.
  6. Mude as marchas da 1ª para 3ª em um passo.
  7. Desligue o motor em paradas curtas (> 1 minuto).
  8. Evite acelerações e frenagens desnecessárias. Isso fica mais fácil se você antecipar o tráfego à frente.
  9. Tente usar a energia motriz do carro o máximo possível.
  10. Libere o pedal do acelerador em descidas
  11. Não acelere em subidas
  12. Cheque o óleo e os filtros.

É importante que cada motorista esteja consciente de que a maneira que ele pilota reflete diretamente no consumo de combustível, e que dirigir ecologicamente é uma maneira fácil para contribuir com o meio ambiente.

Fonte: Eco Drive, Limão

Ciclistas

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

O automóvel é cada vez mais um pesadelo urbano, diariamente muitas pessoas perdem seu tempo paradas no congestionamento, além disso, as grandes cidades estão tomando medidas de emrgência como acabar com as vagas na rua para poder liberar mais vias.

Com isso o preço do estacionamento inflacionou muito nos últimos tempos, esta é apenas mais uma das despesas que todos pagam por usar o carro em cidades que não comportam mais esse tipo de transporte individual. A população precisa perceber que também fazem parte do problema do congestionamento e ir atrás de uma solução.

Pensando nisso, o blog Dirigindo Seguro, irá abordar hoje uma das soluções de transportes individuais, a bicicleta.

Não é fácil locomover-se com uma bicicleta nas principais cidades do Brasil, em São Paulo, por exemplo, existe apenas 30 km de ciclovias para 300 mil ciclistas, sendo que mais da metade destas ciclovias, estão dentro de parques. Segundo a secretaria Municipal do Verde do Meio Ambiente, há condições para implantação de 104 km entre ciclovias, ciclo faixas e tráfego compartilhado no município de São Paulo, mas não existem projetos em andamento. Com isso não há estímulos para o uso de bicicletas como transporte.

Se uma parte da verba para transporte fosse revertida para novas ciclovias a quantidade de veículos diminuiria em grandes proporções, desafogando o trânsito.

Há pouco tempo os ciclistas de São Paulo ganharam o direito de entrar com suas bicicletas nos trens da CPTM durante o final de semana, (sábado das 14 h até domingo), nos metros é permitido o acesso de segunda à sexta das 20h30min até o fim da operação e aos sábados a partir das 14 horas até domingo no fim da operação, facilitando a locomoção para parques e ciclovias.

Está longe das grandes cidades brasileiras terem condições para utilização em massa de bicicletas como transporte. Os ciclistas como os motoristas possuem diretos e deveres.

Com algumas regras básicas eles conseguem andar pela cidade com bastante segurança:

* obedeça às leis de trânsito;
* sempre sinalize suas intenções;
* use roupas claras ou chamativas;
* mantenha os refletores limpos;
* evite ruas e avenidas movimentadas;
* mantenha-se à direita e na mão de direção;
* procure pedalar mantendo uma linha reta;
* aprenda a ouvir o trânsito;

Fonte: Yahoo

Está tudo parado!

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Nas metrópoles do mundo um problema vem crescendo ao longo dos anos: o trânsito! Mas por que isso está acontecendo? As principais cidades não param de crescer em sua extensão, população e economia. Mais gente tem dinheiro para comprar um veículo ou utilizar o transporte público, sendo necessários colocar mais ônibus nas ruas.No Brasil, a capital do congestionamento é a grande São Paulo tendo 16 mil km de vias. Existem várias formas de começar um congestionamento, as vias são como artérias e veias do corpo humano, sempre se cruzam. Agora imagine veias pequenas que chegam a uma artéria jogando fluidos com intensidade, ela fica com muita pressão e não tem uma área de escape que sustente esse fluxo, os fluidos diminuem a velocidade e seguem o percurso lentamente. A mesma coisa ocorre quando algum carro quebra, as vias ficam entupidas, fluindo lentamente por onde está desbloqueado.

Com tantos carros e ônibus, os paulistanos passam em média 2 horas por dia no trânsito. Uma pesquisa realizada pelo Ibope concluiu que 25% da população paulistana fica mais de 2 horas no trânsito e 5% mais de 4 horas todos os dias úteis. Para melhorar a qualidade do tráfego, mais da metade da população (54%) aprova rodízio de veículos de dois dias, e a rejeição ao pedágio urbano caiu dez pontos percentuais, de 84% em 2007 para 74% em 2008.

A população está demonstrando que não agüenta mais o trânsito pesado e quer colaborar. Segue abaixo algumas dicas para ser usadas por qualquer cidadão independente da cidade que reside:

- De carona ou vá de carona com seus colegas;
- Use os transportes públicos;
- Não feche cruzamentos;
- Não pare em fila dupla;
- Não pare em lugares proibidos;
- Vá a pé ou de bicicleta;

Fonte: Uol

Dia Mundial Sem Carro

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Ontem foi comemorado o 10º dia mundial sem carro, a primeira comemoração foi realizada na França em 1998, a partir desse momento vários países aderiram a causa que chegou no Brasil em 2001.Desde então, todo dia 22 de setembro é voltado a combater a poluição do ar e a emissão excessiva de gases de efeito estufa pelos automóveis.

Foi constatado que para se obter um resultado significativo no combate a poluição do ar, a população teria que abrir mão de seus carros, pelo menos por um dia, obviamente essa meta não é alcançada. No Brasil em 2005, cerca de 43 municípios participaram da causa, já em 2008 este número caiu para 32. Os paulistas, por exemplo, não aderiram causando até mais trânsito do que nas outras 3 segundas-feiras anteriores, cerca de 50,3 Km ante 49,7 Km.

Não é somente nesse dia que devemos nos preocupar com questões do meio ambiente. Temos várias alternativas que poluem menos, como andar a pé, de bicicleta, pegar transporte público ou até mesmo uma carona com seus colegas.

Mas se você não abre mão de seu carro, prestre atenção nas 5 dicas para não impactar tanto o meio ambiente:
1. Cheque os pneus - é a maneira mais eficiente e prática do ponto de vista energético. Quanto mais vazios, mais os pneus entram em atrito com o solo, obrigando o motor a trabalhar mais e a gastar mais combustível. Cheios demais, por outro lado, eles reduzem a dirigibilidade e provocam o desgaste prematuro. A calibragem correta é informada no guia do proprietário do carro.
2. Vá de aditivada - contém elementos químicos detergentes, que a longo prazo ajudam a manter o motor limpo. Com isso, há uma redução nos índices de emissões de poluentes, especialmente para quem utiliza o carro em distâncias curtas, condição em que o motor trabalha em temperaturas abaixo do ideal.
3. Visite uma oficina - leve seu carro a uma oficina para checar a regulagem do motor. Itens como velas, filtro de ar e catalisador têm influência direta na emissão de poluentes. Se a preocupação ambiental não for suficiente, saiba que um carro mal regulado pode gastar até 40% mais combustível.
4. Dirija com consciência - preste atenção no modo como você dirige. Quem ao usar o acelerador, ao invés de utilizar de forma gradual, estica demais a troca de marchas, consome mais combustível e emite mais poluentes. Antecipar as paradas, reduzindo a velocidade em vez de usar o freio, também evita o desperdício de energia. E use o ar-condicionado somente quando for indispensável, para reduzir o consumo de combustível.
5. Lave você mesmo - Dê preferência a produtos biodegradáveis e troque a mangueira pelo balde, para não desperdiçar água.

Fonte: Quatro Rodas,  Folha de São Paulo