Arquivo de fevereiro de 2009

Calibragem com Nitrogênio

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

A calibragem dos pneus requer alguns cuidados. Para acertar na pressão, o primeiro passo é que eles estejam frios.

Outra dica é que a calibragem seja feita com nitrogênio ao invés de ar comprimido, já que esse gás mantém a pressão constante em todas as temperaturas e por mais tempo, fazendo com que os pneus sofram menos desgaste.

O nitrogênio é um gás inerte, não inflamável, ou seja, ar seco sem oxigênio. Esse gás mantém a pressão do pneu constante em todas as temperaturas e se ocorrer alguma alteração na pressão, ela será bem pequena.

A grande vantagem do nitrogênio em relação ao ar comprimido é que ele não se dilata, o que ocorre bastante com o ar comprimido, uma vez que em sua composição a umidade é elevada, ou seja, quando aquecido ocorre evaporação e em conseqüência perda da pressão.

Já o nitrogênio mantém a calibragem por mais tempo, facilitando a vida do motorista que vai precisar verificar a pressão menos vezes, se comparado ao uso do ar comprimido.

O resultado disso é que o pneu pode sofrer menos desgaste, já que a pressão se manterá dentro dos limites estabelecidos pelo fabricante.

O uso do nitrogênio é muito empregado em competições, em que a performance exige precisão de segundos. Mas vale ressaltar que a manutenção do pneu é que garante sua longevidade, ou seja, mesmo com nitrogênio a inspeção da pressão é necessária, embora em tempos mais espaçados.

É importante efetuar a calibragem dos pneus quando ainda frios, ou seja: o carro deve estar parado há uma hora, no mínimo, ou não ter rodado mais de três quilômetros em velocidade reduzida.

Feito isso, é importante ficar atento quando for necessário corrigir as pressões com os pneus quentes.

Nessas circunstâncias é preciso tomar as seguintes precauções indicadas pela marca Michelin: não desinflar o pneu, aumentar em 4 PSI (0,3 BAR) a pressão recomendada pelo fabricante e respeitar as diferenças de pressões entre eixos. Assim que tiver a oportunidade, verificar as pressões com o pneu frio.

Fonte: G1

As cores e letras das placas dos carros

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Placas 

Em São Paulo encontramos placas de carro nas cores preta, azul, branca, vermelha e etc. Mas, afinal, qual é a lógica das letras e cores nas placas dos carros?

No caso das letras, cada estado tem suas combinações próprias distribuídas pela frota local em ordem cronológica de licenciamento ou emplacamento. Na capital paulista as disponíveis são de: Série inicial - BFA-0001 e Série final - GKI-9999

Mas e as cores? O que elas representam?

Cinza: As mais usadas, identificam os automóveis particulares.

Branca: Colocadas em automóveis oficiais.

Vermelha: Aplicadas em veículos como táxis, ônibus, caminhões e lotações - os chamados “veículos de aluguel”.

Azul: Carros em teste de montadoras. Quando há as letras “CC”, significa que são de consulados.

Verde: Oficinas e lojas as utilizam para demonstrar que o carro está passando por test drive.

Verde e Amarela: São colocadas em veículos de autoridades federais dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

Preta: Em automóveis antigos, são um atestado de que o modelo, em geral de colecionador, é todo original.

Como “ler” os pneus?

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Em um post anterior, vimos como manter o pneu sempre em boas condições. Mas para cuidar certinho do pneu, você deve conhecê-lo por completo.

Para isto ensinamos neste artigo, como ler a nomenclatura dele (aquilo que vem escrito do lado).

 

1-) Nome do fabricante.

2-) Logotipo do fabricante

3-) Nome do produto

4-) Características de dimensões e construção:

295 Largura da secção em mm (L)
80 Relação entre altura (H) e largura (L) da secção.
R Indica estrutura radial
22.5 Diâmetro interno do pneu (aro) em polegadas.

5-) Capacidade de carga para montagem em simples ou em duplo, respectivamente, e código de velocidade.

6-) Banda de rodagem ressulcável

7-) Pneu versão sem câmara

8-) Tipo de construção

9-) País de fabricação

10-) Área reservada para gravação do usuário

11-) Símbolo de certificação do INMETRO

12-) Conformidade aos regulamentos DOT (Department of Transportation) dos Estados Unidos.

13-) Construção do pneu e informações sobre carga/pressão conforme regulamentos DOT e ECE.

14-) Conformidade aos regulamentos ECE (Comission Economic for Europe)

Fonte: Pirelli

Posição correta para dirigir o carro

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Falamos diretamente aos caminhoneiros em um post passado sobre o posiciPosiçãoonamento correto e seguro para dirigir. Hoje daremos dicas para os condutores de automóveis.

Dirigir em uma posição desconfortável, além de tornar o percurso desagradável, pode trazer consequências físicas que continuarão presentes depois de você sair do carro.

Mesmo sendo de marcas e modelos diferentes, a maioria dos carros seguem padrões internacionais que fazem com que qualquer pessoa, independentemente do tamanho ou peso, possa encontrar sua posição ideal para dirigir.

Acompanhe algumas dicas:

1-) Quando for possível regular, ajuste a altura do assento para que fique a cerca de 30 cm do chão do carro. Caso não seja, eleve a altura com um acessório, como uma almofada.

2-) Distância: a distância do volante deve permitir que as pernas estejam dobradas em um ângulo de aproximadamente 135 graus.

3-) Inclinação: incline o encosto entre 15 e 25 graus, o que gera um ângulo entre as coxas e os quadris de 110 a 120 graus.

4-) Volante: muitos carros modernos permitem ajustar a altura e a distância do volante. Coloque-o de tal maneira que os braços não fiquem totalmente esticados nem muito dobrados.

5-) Apoio de cabeça: ajuste-o bem perto do centro da cabeça. A parte superior deverá ultrapassar a linha limite da cabeça. O centro de gravidade da cabeça deve ficar apoiado nesse encosto. Se não puder ajustar o apoio de cabeça, ajuste o encosto do banco.
A parte superior do protetor do pescoço deve ficar na linha dos seus olhos ou da parte superior das suas orelhas. Não importa se o apoio de cabeça se projeta para cima. O prejudicial é que fique muito abaixo, porque a cabeça pode ir para trás.

6-) Ajuste o cinto de segurança de modo que a correia superior não passe pelo seu pescoço nem muito abaixo, e sim entre o peito e a clavícula.

7-) Se o carro não tiver portas traseiras, use o banco do carona para a entrada e a saída de passageiros da parte de trás. Assim a posição do motorista não será alterada.

8-) Se o carro for utilizado por mais de uma pessoa, antes de sair ajuste a posição correta para você.

9-) Dirigir com conforto e segurança não depende só da sua posição. É importante que o interior do carro não esteja quente demais, o que causa cansaço e sonolência.

Fonte: Super Simples

Potência dos Carros

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Gol mil, Sandero 1.6, Honda fit 1.4, Golf 2.0. Os nomes dos carros sabemos bem o que é, mas o que significa o número que vem depois deles? Eles representam nada mais do que a potência do carro em questão. Um pouco de física:

Potência: É o trabalho realizado pelo motor em um intervalo de tempo. No sistema métrico, a potência é expressa em cavalos-vapor (cv), que equivale a 75 mkgf (metro kilograma força).

Um mkgf, por sua vez, corresponde ao trabalho gasto para se elevar a massa de um quilograma a um metro de altura ao nível do mar.

Um cavalo-vapor também equivale a 0,9863 hp - sigla de horse power, unidade de potência do sistema inglês.Motor

A potência pode ser apresentada então, tanto em cv ou em hp, lembrando que um número em hp vale mais se comparado ao cv. No Brasil a medida utilizada é cv.

A potência é medida em um dinamômetro, equipamento que impõe uma resistência ao motor e mede a quantidade de potência que o motor pode produzir contra ela. Para se conceber a potência é feita uma conta com os dados do motor:

A = Área da cabeça do pistão em cm²;
L = Curso do pistão em cm;
n = Número de cilindros do motor;
x = Número de rotações por cilindro, entre dois cursos de expansão. (Quatro tempos, x = 2);
N = Número de rotações por minuto (rpm);
D = Cilindrada total do motor em cm³;

A cilindrada do motor é o volume de deslocamento do pistão, ou seja, o curso dos pistões e o diâmetro do cilindro durante um ciclo completo de um motor de quatro tempos. Para o cálculo final é multiplicado o número de cilindros.

Uma fábrica de automóveis pode arredondar o número da cilindrada obtida em um dos seus carros para cima e dizer, por exemplo, que um Peugeot 207 1.4, cuja cilindrada é 1360 cm3, tem um motor de 1,4 litro.

Isso significa que a cilindrada, ou deslocamento volumétrico desse motor, é de 1,4 litro. A cada duas rotações completas do virabrequim, os quatro pistões recebem o total de 1,4 litro de volume.

Fonte: G1