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Enchentes - O que fazer se seu carro for atingido

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

enchente

A cada verão, chuvas torrenciais costumam provocar enchentes que podem provocar muitos problemas em nossos automóveis. Mas, mesmo depois de atravessar uma enchente com aparente sucesso, não há garantias de que o carro não tenha sofrido alguma avaria.

O próprio proprietário do veículo pode ficar atento ao comportamento do carro após passar pelo trecho alagado. Segundo engenheiros, a água é capaz de provocar problemas em diversos componentes do carro, inclusive no motor, até 5 mil quilômetros depois da situação.
Portanto é recomendável verificar alguns itens:
1. Um deles é o filtro de ar. “Folhas ou barro dentro do filtro são sinais de que a água pode ter entrado no sistema”, ressalta Reinaldo Nascimbeni, supervisor de serviços técnicos da Ford. “No caso de ter acúmulo de água, o indicado é retirar o filtro e enxugá-lo e depois, eventualmente, efetuar a troca da peça”, sugere Carlos Henrique Ferreira, consultor técnico da Fiat.

2. Barulhos diferentes no motor também são um sinal de que a água pode ter provocado estragos.
3. O próprio estado do óleo dá sinais de que algo está errado. Se ao puxar a vareta o óleo está com uma aparência e textura que lembram maionese, por exemplo, provavelmente entrou água no sistema.
4. As correias podem apresentar ruídos, sinal de ressecamento e risco de rompimento.
5. Os componentes elétricos também merecem atenção, pois há perigo de curtos. “Os componentes elétricos geralmente são muito bem vedados, mas é bom sempre checar. E ainda verificar a parte funcional do veículo, como lâmpadas e buzina”, orienta José Fernando Penteado, colaborador do Comitê de Veículos Leves da SAE Brasil ¬ Sociedade de Engenheiros da Mobilidade.
6. Uma verificação na parte de baixo do automóvel é quase obrigatória. Afinal, a água costuma arrastar lixo e toda sorte de objetos.
7. Alguns câmbios de automóveis têm uma janela perto da embreagem, onde pode entrar água. Segundo especialistas, a embreagem pode chegar a patinar por um tempo, mas depois o sistema seca normalmente.
8. Durante travessia de um trecho alagado pode haver perda de aderência da correia auxiliar ¬ correia poly-v ¬, que pode não tracionar e afetar o funcionamento da direção hidráulica e do motor por conta da tensão do alternador. Mas, geralmente, trata-se de um problema temporário, que se normaliza em poucos minutos.
9. Após a enchente também orienta-se verificar se a água ficou acumulada em alguma parte do veículo: cantos, contornos de carroceria e afins, pois a água pode provocar corrosão.

Como enfrentar um alagamento?

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

alagamento

A recomendação é unânime. O melhor mesmo é evitar atravessar trechos alagados e esperar a água baixar. Mas existem as dicas básicas caso seja inevitável encarar as enchentes com o carro.

Primeiro, uma análise visual da situação. Se a água cobriu mais da metade da roda dos carros, a travessia torna-se muito arriscada.

Para encarar a água, por sua vez, o ideal é engatar uma marcha baixa (primeira ou segunda), manter a aceleração constante, uma velocidade máxima de 15 km/h e, de preferência manter as rotações entre 2.500 e 3 mil giros. De forma alguma trocar de marcha, ou reduzir e depois acelerar. Essas mudanças podem gerar ondas e o sistema aspirar água.

Depois de atravessar a enchente, é bom ficar atento aos freios. A água pode encharcar pastilhas e lonas de freio, prejudicando a eficiência da frenagem em um primeiro momento. Por isso, recomenda-se trafegar em baixas velocidades e frear de forma constante o veículo. “O que deve ser feito é pisar no freio levemente, sem frear totalmente o carro, para aquecer o disco e as lonas, por uns 40 ou 50 metros. Esta prática limpa, inclusive, a sujeira acumulada no disco e lonas”, explica Paulo Roberto Garbossa, consultor da ADK Automotive.

Fonte: UOL

O asfalto Antienchente

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Voltamos para a pauta sobre soluções para resolver o problema das enchentes no Brasil e principalmente na capital paulista.

A Universidade de São Paulo (USP) criou, por meio do seu Laboratório deasfalto Hidráulica da Escola Politécnica, uma é uma nova tecnologia de asfalto. A inovação tecnológica garante que as águas acumuladas no asfalto não ultrapassem a altura da sarjeta

Segundo o professor de engenharia hidráulica da Escola Politécnica da USP José Rodolfo Martins, responsável pela pesquisa, “O asfalto fica tão poroso quanto a areia da praia”.

A intenção é que o asfalto poroso, que pode ser usado em grandes áreas impermeáveis (como estacionamentos), crie um revestimento - graças a absorção - que retarde em 50% a velocidade com que as águas chegam aos rios e córregos da cidade.

Fonte: Folha de São Paulo

Alagamentos, qual a solução?

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Ontem São Paulo voltou a sofrer de um velho e conhecido problema, os alagamentos. Ao todo foram mais de 70 pontos em que a água bloqueou ou dificultou a passagem dos carros, causando transtorno e dificultando a vida dosenchente paulistanos.

Fruto de um crescimento urbano desordenado, este é um problema recorrente que precisa de uma solução, mas qual seria?

Para o prefeito Gilberto Kassab, uma alternativa seria a implementação de bombas adicionais no Rio Tietê para escoar mais rápido a água das chuvas. O mesmo seria indicado para o Rio Pinheiros.

Esta seria uma medida cabível, mas não a solução de todos os problemas. Vocês, leitores, foram afetados pelas enchentes? Qual solução prática e possível vocês dariam? O espaço dos comentários é de vocês.

Dez invenções automotivas

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

De vez em quando colocamos aqui no blog algumas invenções curiosas que os cientistas e estudantes criam para os carros. Desta vez vai um pcotão com dez “inovações” para o mundo das quatro rodas:

1-) Carro que não deixa bêbado dirigir: A montadora japonesa Toyota criou em parceria com a empresa Hino um dispositivo que mede o teor alcoólico do hálito do motorista e pode bloquear a partida do automóvel caso o limite tolerável seja ultrapassado.

2-) Carro-trem: O projeto do Instituto Avançado de Ciência e Tecnologia da Coreia do Sul (KAIST) transfere para o asfalto a energia elétrica que estaria no motor do carro, A eletricidade vem de faixas eletromagnéticas fixadas na rua. O carro capta a energia elétrica a partir de tiras embutidas na estrada A energia é armazenada em uma pequena bateria, um quinto do tamanho das baterias normalmente utilizadas, permitindo ao veículo ter energia suficiente para rodar cerca de 80 quilômetros.

3-) O GPS que ajuda a fazer a curva: Desenvolvido pela Nissan, o pedal inteligente faz a conexão entre o controle de distância do veículo e os dados dos mapas de navegação do GPS, com informações em tempo real, para ajudar o motorista desacelerar ou frear o carro assim que entra em uma curva.

4-) O carro submarino: O Rinspeed Squba é Impulsionado por duas hélices e chega a fazer 20 km/h debaixo d’água.carrosubmarino

5-) O carro movido a chocolate: O carro, de 2 mil cilindradas, chega a percorrer oito quilômetros com um litro de biodiesel feito com restos de chocolate.

6-) O carro movido a água: A água é colocada no tanque e um gerador transforma o hidrogênio que retira da água em energia, proporcionando uma autonomia de uma hora guiando a 80 km/h.

7-)Carro-fantasma: O automóvel batizado com o nome de Caroline, da Universidade Técnica de Braunschweig, na Alemanha, conta com vários sensores acoplados na carroceria. O sistema permite ao motorista tirar as mãos do volante enquanto o carro é conduzido automaticamente.

8-) O carro que estaciona sozinho: O monitor do sistema de navegação identifica a vaga disponível no estacionamento. Em seguida, o motorista pode colocar o câmbio automático na posição “P” (parking) e descer do carro. Ao acionar o controle remoto, os sensores ajudam a levar o veículo para a vaga. Se preferir, o motorista pode ficar dentro do carro.

9-) O carro que lê as placas de velocidade: O sistema desenvolvido pela empresa Hella utiliza uma câmera que detecta as faixas que separam as pistas, alertando o motorista para mudanças de faixas involuntárias, e ainda “lê” as placas de trânsito de limites de velocidade, detector de altura e de proibido ultrapassar.

10-) O Banco direção: Um “banquinho-robô” que se move para onde quem está sentando sobre ele quiser. Basta mover o corpo para o lado que queremos ir e o equipamento nos leva.

Fonte: G1