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Enchentes provocam aumento no valor da apólice de seguro

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Segundo a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) o número de sinistros causados por fenômenoenchentes naturais na cidade de São Paulo em 2010 foi o dobro do registrado no começo do ano passado.

Mas isto não foi privilegio da capital paulista, as fortes chuvas que atingiram Sul, Sudeste e parte do Centro-Oeste promoveram um aumento recorde de veículos sinistrados em virtude de enchentes.

O efeito deste crescimento será sentido no bolso dos segurados com a alta no preço das apólices. E o aumento não será pouco, ficará entre 10% e 20%. Mais que uma medida preventiva das seguradoras, a intenção de aumentar o preço do seguro será o de criar um “caixa” para cobrir os prejuízos (mão de obra, peças e índices de roubos) que tiveram com os alagamentos neste ano.

E não para por ai, se fenômenos como granizo, chuva e ventos fortes continuarem ocorrendo com mais frequência e intensidade é provável que o valor da apólice suba ainda mais que o reajuste previsto.

Portanto quando for renovar o seguro já se prepare para o susto.

Fonte: G1

Seguro, quanto pagar?

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Para se chegar ao valor do seguro, a seguradora faz um calculo que envolve informações sobre o veículo, a região de tráfego, as características de uso do veículo, seus condutores e sua proteção.

A seguradora verifica se o carro possui um índice elevado de roubo, geralmente os modelos mais caros, os mais vendidos e os esportivos são os alvos dos bandidos.

Também verificam se as peças de reposição são achadas com facilidade e com qual preço. Ainda é verificado o preço da revenda, para sabem se em caso de recuperação do veículo será possível compensar o valor pago por ele, pela seguradora.

O perfil do condutor também é um fator relevante no cálculo. As mulheres levam vantagem, quanto mais velha menor o valor. Com filhos, menor ainda.

Se o proprietário vive em um local que registra muitos casos de roubos, ou furto de carro, o preço será alterado para cima.

Os seguros mais caros são:

- Carros esportivos
São os preferidos para os ladrões usarem como carro de fuga. Além disso, quem tem um carro veloz certamente gosta de andar rápido, aumentando os riscos de acidente.

- Picapes, especialmente as a Diesel
São muito visadas por ladrões. Os modelos maiores tem alto custo de manutenção, estimulando o mercado de peças roubadas. São muito usados por traficantes de drogas.

- Carros importados
As peças são todas cotadas em dólar, encarecendo os consertos.

Dois lados
Para as seguradoras, o melhor perfil é o das mulheres, casadas, com mais de 40 anos de idade e que usam garagem. O pior é o dos homens, solteiros, com menos de 25 anos e que deixam o carro na rua. Para um Mille, as cotações são as seguintes:

Fonte: Carro Web

O seguro vai pagar?

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Segue abaixo as maiores dúvidas dos segurados:

O CARRO É USADO NO INTERIOR, MAS FOI ROUBADO NA CAPITAL
No interior, o índice de roubos é menor, então o seguro é mais barato. Essa diferença pode levar o segurado a cair na tentação de informar que o endereço de pernoite do carro é o do sítio do fim de semana, não a residência na cidade. Isso é fraude e a seguradora pode não pagar a indenização.

O SEGURADO MUDOU DE ENDEREÇO, MAS NÃO AVISOU A SEGURADORA
Isso pode ocorrer quando o motorista renova automaticamente sua apólice e só informa a seguradora depois que o sinistro ocorreu. Na maioria das vezes, não existe má-fé, mas mesmo assim a seguradora pode se recusar a pagar a indenização.

EMBRIAGADO, O SEGURADO BATE O CARRO
A seguradora precisa de uma prova de que o motorista estava bêbado para que possa alegar embriaguez e não pagar a indenização. O teste de bafômetro realizado pelo policial serve, mas se o motorista se negar a fazer o teste, o policial pode fazer constar a recusa no boletim de ocorrência e informar que havia aparência de embriaguez. Caso contrário, o não-pagamento da seguradora pode ser contestado judicialmente.

O CARRO PASSOU A NOITE FORA DA GARAGEM E FOI ROUBADO                                                                               A maioria das seguradoras indeniza o segurado se for possível provar que o carro dormia todos os dias na garagem e passou só uma noite fora. Porém, se ela provar que o carro dormia na rua habitualmente, pode se recusar a pagar. Algumas apólices têm uma cláusula adicional, que diz que a seguradora não é responsável se o carro estiver fora de uma garagem entre a meia-noite e 6 horas da manhã, por exemplo.

O CARRO ESTÁ COM IMPOSTOS OU PARCELAS DO SEGURO ATRASADOS
Se o veículo for roubado antes de o seguro ser quitado, o que falta pagar será descontado da indenização. O mesmo vale para os impostos atrasados e multas não pagas.

O SEGURADO VIAJOU PARA O URUGUAI E BATEU OU FOI ROUBADO                                                                       A grande maioria das apólices só vale no território nacional. Quem viaja para o exterior precisa se garantir, pois os sinistros que ocorrem depois da fronteira só estão cobertos se isso constar na apólice. Caso contrário, o segurado não tem direito à indenização.

UM MANOBRISTA BATEU O CARRO
Por lei, as empresas que atuam com manobristas em São Paulo precisam ter um seguro, que deve ser acionado em caso de roubo ou acidente (e elas são obrigadas a pagar a franquia). O problema é que há várias empresas que atuam na informalidade e não têm seguro. Nesses casos, o segurado tem de fazer um boletim de ocorrência e acionar sua seguradora, que vai então cobrar da empresa responsável pelo manobrista.

UM AMIGO OU A NAMORADA LEVOU O CARRO EMPRESTADO E HOUVE UM ACIDENTE
Se o amigo for maior de 18 anos, tiver habilitação válida, não estiver embriagado e usar o carro eventualmente, a seguradora pagará. Se algum desses quatro pré-requisitos não for cumprido, ela pode se recusar. Mas se a namorada usa seu carro uma vez por semana, isso configura uso habitual. Para ter direito à indenização, é preciso incluí-la como motorista e pagar mais por isso.

O SEGURADO RESOLVEU ASSUMIR A CULPA NO LUGAR DE OUTRO MOTORISTA QUE NÃO TEM SEGURO
Um motorista sem seguro arrebenta o carro de outro que tem. O segurado assume a culpa pelos dois acidentes, mas o outro paga a franquia. Parece um acordo bom para os dois lados, só que isso é fraude. Para evitá-la, as seguradoras podem reconstituir os acidentes e verificar se há divergências com o que o segurado informou.

Fonte: Quatro Rodas