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Vão-se as chuvas e ficam os buracos

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Talvez este post venha em um momento não muito apropriado, afinal, as chuvas seguem castigando dia após dia a capital paulista. Mas quem anda pelas ruas de São Paulo já podem sentir a ação que a água faz no asfalto.Jáburaco não bastasse termos que escapar de pontos de alagamento, temos que ter atenção redobrada para desviar dos buracos que a chuva faz nas ruas em meio ao nosso caminho.

Com isto vem o grande risco de danificar os pneus ou os componentes da suspensão. Segundo especialistas, a procura pela assistência técnica das concessionárias por problemas provocados por buracos aumentou cerca de 12% no período das chuvas de 2009.

Para enfrentar esse verdadeiro rali diário, a dica é dirigir com cautela e manter uma boa distância do carro da frente para poder enxergar as crateras com antecedência. Porém, caso o motorista seja pego por uma dessas armadilhas cravadas no asfalto, a saída é procurar uma boa oficina.

E atenção! Os principais problemas causados por buracos não são provocados pelas grandes crateras e sim pelos pequenos buracos e desníveis no asfalto, aqueles que os motoristas enfrentam todo dia, que provocam com o tempo, um desalinhamento do sistema de direção, que gera um desgaste de forma irregular e prematura dos pneus.

Mitos e verdades sobre os pneus

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

pneus1

Conheça hoje alguns mitos, verdades e dicas para a manutenção dos pneus:

Desgaste: A principal recomendação dos especialistas é a verificação do TWI (Tread Wear Indicators). Esta simpática sigla nada mais é que o indicador de desgaste da banda de rodagem, que aparece no início dos sulcos dos pneus.

O limite de segurança é de 1,6 mm de profundidade dos sulcos, ou seja, quando o TWI se nivela com a banda é hora de trocar o pneu. A “não-troca” pode resultar em multa ao proprietário do veículo;

Pressão: As pressões devem ser verificadas semanalmente, ou no máximo, a cada 15 dias, com os níveis determinados no manual do proprietário, sempre cumprindo aquela orientação de calibrar o carro com os pneus frios.

Troca e rodízio: Na hora da troca, deve-se manter pneus da mesma marca em um único eixo. Você também deve trocar os pneus quando sinais de danos e/ou avarias acidentais — cortes, avarias, bolhas — aparecerem. Ou depois de rodar com baixa pressão de calibragem ou sobrecarga e sofrer algum dano.

O rodízio de pneus é importante. A cada 5 mil km, recomenda-se passar os pneus traseiros para frente e vice-versa. Esta medida serve para equalizar o desgaste.

Fonte: UOL