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Justiça do Rio libera venda de bebidas alcoólicas em postos de gasolina

quinta-feira, 9 de julho de 2009

“A Prefeitura do Rio demonstra uma tentativa de desonerar-se do dever de adotar medidas públicas sérias e eficazes de fiscalização, educação e implementação de segurança no trânsito”. Foi com esta alegação que a juíza Maria Paula Gouveia Galhardo derrubou a lei que proibia a venda de bebidas alcoólicas em postos de gasolina.drunk

Sem dúvida foi uma vitória para os donos de postos de gasolina do Estado do Rio de Janeiro e uma derrota para a segurança da população. Mas e a opinião de vocês?

Concordam com a juíza? Acham que todos possuem o direito de comprar a bebida e cabe ao governo promover campanhas que expliquem os males que a mistura direção+ álcool pode causar?

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Fonte: UOL

Dá para abastecer um carro com bebida alcoólica?

quinta-feira, 19 de março de 2009

Não, pelo menos não com as bebidas “normais” que encontramos por aí.Apesar de o álcool consumível ser do mesmo tipo do utilizado como combustível (o etanol), ele aparece numa concentração bem menor nas bebidas - o chamado teor alcoólico.

No Brasil, o álcool vendido nos postos tem que ter pelo menos 92,6% de etanol. Nenhum goró vendido comercialmente no país chega nem perto dessa concentração.

Com teores alcoólicos na faixa dos 40%, bebidas como pinga, vodca e uísque têm mais água do que etanol em sua fórmula. E é justamente esse excesso de água que impede a combustão das bebidas nos pistões do motor.

Por isso, o carro nem dá partida. Somente alguns “drinques” muito especiais - e praticamente “imbebíveis” - seriam capazes de fazer um possante andar.

Nos EUA, existe uma bebida, Everclear, com impressionantes 95% de teor alcoólico. E a destilaria escocesa Bruichladdich produziu um uísque especial com 90% de teor alcoólico. Aí o motor pode até aguentar, mas o fígado

Carro movido a Cachaça

Para rodar com pinga, veículo precisaria ter megatanque e destilador:

- As bebidas têm teor alcoólico bem abaixo dos 92% do álcool do posto e renderiam pouco como combustível. Por isso, a primeira adaptação necessária para um carro rodar com pinga, por exemplo, seria ter um tanque 2,5 vezes maior.

- A bebida tem muita água, por isso ela não entraria facilmente em combustão no motor. A saída seria aumentar a concentração de álcool. Um destilador aqueceria a bebida até o etanol virar vapor, separando-se da água.

- A água e outras substâncias diluídas que sobrariam na base do destilador poderiam ser eliminadas por um sistema de canos, uma espécie de escapamento para líquidos.  Já o vapor de etanol destilado precisaria ser resfriado em um condensador para voltar à forma líquida. Só aí, com o combustível condensado, é que ele poderia seguir para os pistões, que são o coração do motor de um carro.

Você teria um deste?

Fonte: Mundo Estranho