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Kia confirma Soul elétrico para 2014

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

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Soul EV ainda camuflado

Não é de hoje que, apesar do preconceito ainda existente, os carros elétricos e híbridos são gratas realidades. A Kia não poderia ficar de forae já confirmou o Soul elétrico para 2014.

O público torce o nariz pra esse tipo de propulsor por acreditar que eles não são potentes, mas isso é mais uma ideia errada. O Soul, garante a montadora, terá 110 cv de potência e atingirá a velocidade máxima de 145 km/h. Lembrando que não há no Brasil nenhuma via pública onde essa velocidade possa ser atingida.

Além do mais, o grande atrativo pra esse tipo de veículo é sua autonomia e consumo. A Kia promete que o Soul EV terá autonomia de 200 km.

O Soul EV será o primeiro veículo elétrico da Kia a ser vendido fora da Coreia do Sul. Ele faz de 0 a 100 km/h em menos de 12 segundos, informa a fabricante. Para recarregar completamente, a bateria deve ficar 5 horas conectada a uma tomada.

Torcemos para que dê certo no Brasil.

Completa o tanquinho!

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

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Apesar da desconfiança de alguns ainda hoje, carros bicombustível é uma realidade.Os mais modernos e tecnológicos dispensam o uso do tanque de partida a frio, o popular “tanquinho” (aquele reservatório de tampa vermeha perto do para-brisas), mas a grande maioria precisa dele.

Algumas lendas e inseguranças, porém, rondam a existência desse reservatório, o quanto ele consome, quando reabastecer e etc. Vamos tentar ajudar.

Primeiramente, ele consome realmente pouquíssima gasolina poruqe não é utilizado quase nunca! O tanquinho apenas entra em uso na hora de dar a partida.

E não só qualquer partida. Por conta de softwears bem programados, ele só entra em funcionamento se o carroe stiver abastecido de etanol, apenas em temperaturas abaixo de 18 graus e só na hora da partida mesmo. Portanto, fique tranquilo, ele quase não “bebe”.

Outro detalhe: ele não precisa estar sempre cheio. Pela metade, sua funcionalidade já é perfeita. E, por ser de pouco, porém útil, uso, gasolina adtivada nele é gastar a toa, não faz nenhuma diferença.

Por que o carro consome mais na cidade do que na estrada?

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

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Todos sabem isso, qualquer carro faz consumo melhor na estrada se comparado à cidade. Os motivos, muitos podem imaginar.

Ao trafegar na estrada, o motorista encontra menos curvas e praticamente nenhum semáforo (apenas em algumas rodovias com trecho urbano). O “para e anda” é muito menor, mesmo em situações críticas como ano novo e carnaval, quando o volume de carros é gigante.

Mesmo nessas situações, não dá nem pra comparar com o trânsito diário de uma cidade e com as inúmeras paradas que os cruzamentos exigem (mesmo aqueles que não têm semáforo).

Outro detalhe é que na estrada é possível manter uma marcha alta (quinta ou sexta, dependendo do modelo). As marchas menos são mais fortes e, consequentemente, mais gastonas (basta notar como a rotação sobe rápido em primeira marcha e devagar em quinta).

Por isso que mesmo quando não se enfrenta trânsito lento na cidade, o consumo tende a ser maior, pois a cidade exige que o veículo trafegue em marchas mais baixas.

Andar em linha reta também economiza combustível. Aí a questão é a força que o motor faz pra “empurrar” um carro na curva. A força é maior porque é distribuída desigualmente entre as rodas, mas não pode deixar de manter a velocidade do veículo.

Portanto, é impossível fazer na cidade o consumo que se tem nas estradas, mas ao evitar caminhos com muitas curvas e semáforos, é possível ter alguma economia. O caminho mais curto não é necessariamente o mais econômico.

Cuidado com o combustível de má qualidade

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

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Ninguém abastece o carro com combustível ruim de propósito. Mas às vezes é bem difícil saber se um posto é confiável ou não. Existem algumas dicas que você pode seguir, mas sempre prefira abastecer nos postos que já conhece.

Um combustível ruim pode danificar algumas peças de seu carro, piora (e muito) o rendimento e ainda resulta em consumo até 30% maior. Mas chegou a hora de abastecer num posto novo, e aí?

Alguns detalhes devem nos deixar atentos. Primeiramente, é mais fácil encontrar gasolina alterada que álcool alterado, portanto, o etanol tende a ser mais seguro (isso não evita que alguns “espertinhos” diluam-no em água).

Quem abastece com etanol, reparece se o densímetro (aquele sifão que mete a densidade o produto para mostrar o quão puro ele é) está do lado da bomba. Se não tiver, é indício de algo muito suspeito. Não custa nada olhar o densímetro, ele tem as intsruões de leitura afixadas ao lado e é de simples entendimento.

A gasolina é um pouco mais complicada porque os instrumentos que fazem análise desse tipo de combustível são caríssimos e muitos postos não os têm!

Em regra geral, no entanto, sente-se uma gasolina de má qualidade logo na saída do posto. O motor responde menos e o acelerador parece mais “borrachudo”.

A gasolina ruim tem gera mau cheiro forte quando queimada e expelida pelo escapamento (só preste atenção, pois se o mau cheiro persistir mesmo em postos confiáveis, o problema pode ser o catalisador do carro).

No geral, uma dica “prática”: a gasolina boa tem cheiro forte, bem forte. Se chegar num posto desconhecido e o cheiro de gasolina for bem perceptível (mas de gasolina mesmo), pode abastecer.

Tem mais dicas? Manda pra gente.

Evite andar na reserva de combustível

quarta-feira, 26 de junho de 2013

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É muito comum que pessoas trafeguem sempre com o carro perto da reserva. Normalmente é o condutor que pretende gastar R$15 por abastecimento, mas isso pode custar caro para o seu carro e seu bolso.

Primeiro vamos esclarecer uma coisa: a reserva não é uma reserva de verdade. Ou seja, não há um reservatório extra de combustível, é apenas um sinal que seu carro envia para avisar que restam poucos litros e é preciso abastecer.

Um dos transtornos possíveis é ficar sem combustível em alguma via pública. Esse transtorno resulta em multa de R$ 85,13, quatro pontos na carteira e remoção do veículo (sim, “pane seca” é multa prevista no Código de Trânsito Brasileiro).

Mas os problemas não param por aí. Rodar com pouco combustível sobrecarrega e superaquece a bomba de gasolina, o que diminui sua vida útil. Isso ocorre porque nos carros modernos a bomba é interna e o próprio combustível faz o papel de refrigeração (outro motivo pelo qual combustível de qualidade é sempre necessário).

Além do mais, o fundo de seu tanque deve conter resíduo e sujeira que decantou. Com pouco combustível, a bomba pode “puxá-los” e alguma partícula passar pelo filtro.

Caso a bom pare mesmo de funcionar, o bolso vai sentir. Uma peça dessa custa entre R$200 e R$300 para carros populares 1.0. O preço sobe conforme modelo, marca e tamanho do tanque.

A prevenção, no entanto, é simples: evite ao máximo rodar na reserva. Quando o nível de combustível atingir ¼ do tanque, já procure um posto e abasteça.