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Cuidado com o combustível de má qualidade

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

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Ninguém abastece o carro com combustível ruim de propósito. Mas às vezes é bem difícil saber se um posto é confiável ou não. Existem algumas dicas que você pode seguir, mas sempre prefira abastecer nos postos que já conhece.

Um combustível ruim pode danificar algumas peças de seu carro, piora (e muito) o rendimento e ainda resulta em consumo até 30% maior. Mas chegou a hora de abastecer num posto novo, e aí?

Alguns detalhes devem nos deixar atentos. Primeiramente, é mais fácil encontrar gasolina alterada que álcool alterado, portanto, o etanol tende a ser mais seguro (isso não evita que alguns “espertinhos” diluam-no em água).

Quem abastece com etanol, reparece se o densímetro (aquele sifão que mete a densidade o produto para mostrar o quão puro ele é) está do lado da bomba. Se não tiver, é indício de algo muito suspeito. Não custa nada olhar o densímetro, ele tem as intsruões de leitura afixadas ao lado e é de simples entendimento.

A gasolina é um pouco mais complicada porque os instrumentos que fazem análise desse tipo de combustível são caríssimos e muitos postos não os têm!

Em regra geral, no entanto, sente-se uma gasolina de má qualidade logo na saída do posto. O motor responde menos e o acelerador parece mais “borrachudo”.

A gasolina ruim tem gera mau cheiro forte quando queimada e expelida pelo escapamento (só preste atenção, pois se o mau cheiro persistir mesmo em postos confiáveis, o problema pode ser o catalisador do carro).

No geral, uma dica “prática”: a gasolina boa tem cheiro forte, bem forte. Se chegar num posto desconhecido e o cheiro de gasolina for bem perceptível (mas de gasolina mesmo), pode abastecer.

Tem mais dicas? Manda pra gente.

Agora esfriou: como fica o motor flex?

terça-feira, 30 de julho de 2013

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Mesmo depois de 10 anos no mercado e com sucesso absoluto, o motor bicombustível gera dúvidas e desconfianças. Sobretudo quando o assunto é abastecer com etanol.

Primeiramente, é importante saber que não apenas o combustível, mas no frio, muitas peças e componentes precisam de mais atenção. Pneus, bateria, limpadores, cuidados extra com a carroceria…

Mas vamos ao tanque de combustível. É comum sentir dificuldade de ligar o carro abastecido com etanol. Para evitar tal desconforto, é fundamental manter o reservatório de partida, popular “tanquinho”, abastecido com gasolina de qualidade e nova.

Mas não é só o álcool o responsável por tal dificuldade. Mesmo em modelos atuais equipados com sistemas que dispensam a utilização do reservatório de gasolina para injetar o combustível na partida a frio, a vela de ignição tem papel fundamental no sucesso da partida do motor em dias frios. Nesse caso, os veículos com vela desgastada também vão apresentar dificuldade de partida em dias com temperaturas baixas.

Mas se você usa etanol o ano todo e, no frio, decide mudar por completo para gasolina, saiba que não há problema algum. Porém, é necessária a atenção nesta mudança. O ideal é que antes de deixar o carro com motor desligado por um longo período (como uma noite inteira), o veículo rode pelo menos 10 km para que o sistema de controle do motor reconheça o novo combustível presente no tanque e reprograme a estratégia de funcionamento, inclusive durante a partida a frio.

O frio não tem segredos, mas não custa nada dar uma atenção extra para seu veículo.

Pane elétrica: não se desespere, mas procure um especialista

sexta-feira, 26 de julho de 2013

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Ao contrário de alguns pequenos reparos que podem ser feitos por qualquer pessoa, a parte elétrica do veículo é complexa e precisa de um especialista. Caso tenha alguma pane, não tente descobrir sozinho o que ocorreu, prever e reparar um alternador ou uma bomba de combustível é bem difícil.

A melhor saída é sempre a manutenção preventiva. No entanto, é possível (e necessário) ficar de olho em alguns sinais do carro que revelam que a parte elétrica pode nãoe star indo tão bem.

Primeiramente, esteja atento à dificuldade para fazer o carro pegar, queda na intensidade das luzes de cortesia ao dar a partida ou hodômetro apagado. Isso é um sinal de que algo vai mal no carro. Mesmo quando a energia é necessária pra algum componente, outro não pode sofrer com queda de potência.

Algumas baterias possuem um visor que indica a condição de carga. Se ele estiver na cor verde, significa que está em boas condições; um visor preto indica que está sem carga. Neste caso, é importante verificar se o alternador está funcionando corretamente antes de substituir a bateria.

Mesmo com o carro parado e com o motor em marcha lenta, equipamentos elétricos e acessórios originais de fábrica, teoricamente, são suportados pelo alternador e bateria. Mas como é muito comum modificar alguns componentes elétricos, principalmente som automotivo, é importante buscar instaladores e lojas de confiança para dizer ao proprietário se terá a necessidade de redimensionar o alternador da bateria. Caso isso não seja feito, você pode ficar na mão.

Atenção nunca é demais e não toma quase nada do nosso tempo. Vale a pena ficar de olhos bem atentos.

Abra o olho sobre o superaquecimento do motor

terça-feira, 16 de julho de 2013

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Um motor superaquecido é perigo à vista. Além de parar o carro, custa cerca de R$4 mil para consertar um motor travado. O superaquecimento acontece quando a água não circula ou não consegue ser resfriada satisfatoriamente pelo radiador, causando um aquecimento excessivo do motor. A junta do cabeçote acaba queimando.

Para cuidar mesmo de um motor aquecido, apenas um especialista, mas o motorista pode (e deve) ficar atento a alguns sinais que indicam o bom funcionamento. Caso apareça algum vestígio de problema, tratar preventivamente (como sempre) é mais seguro e mais barato.

A atenção deve estar primeiramente no ponteiro de temperatura no motor. Se o ponteiro chegar e permanecer perto do “vermelho”, procure um mecânico de confiança, pois é sinal de que o sistema precisa de reparos.

Outro sinal que deve ser visto com calma é se o nível de água do motor precisa ser frequentemente completado. Isso pode indicar algum vazamento.

Em relação ao nível de água, quando for preciso repor, faça sempre com o motor frio e desligado. Use água destilada (aquela da torneira contém cloro que pode, em longo prazo prejudicar o motor). É imprescindível a utilização do aditivo; para a reposição dele, consulte no manual do proprietário qual é a especificação técnica recomendada pela montadora, bem como a proporção correta. Aditivos não apropriados podem causar problemas antes do que você imagina.

Vale lembrar que se usar, por exemplo, uma garrafa plástica de 2 litros e já tiver despejado quase toda a mistura, mas ainda não atingiu a metade do nível do reservatório, termine de colocar o líquido e leve o carro ao mecânico. Quando é o caso de colocar muita água, é preciso fazer a chamada sangria do sistema (processo de retirada de bolhas de ar), bem como os testes para se certificar de que o problema foi sanado.

Para não perder a direção

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

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Já foi discutido em nosso blog cuidados e prevenções com as rodas, pneus, embreagem, vidros, etc. No entanto, reparamos que tem uma peça importante no carro que muitos acreditam não ter manutenção e acabam deixando os cuidados de lado. Estamos falando da direção.

A direção (que inclui todo o sistema, desde o volante até a caixa de direção e, posteriormente, às rodas) precisa de alguns cuidados e atenção. Primeiramente, vamos lembrar que a maioria dos carros hoje são equipados com um sistema hidráulico.

Esse tipo de sistema é muito seguro e confortável, auxiliando o motorista nas manobras. Mas mesmo esse conjunto pode ter sinais de desgaste e mau uso.

O primeiro “sintoma” de que algo está errado é a folga. Você gira levemente o volante e as rodas permanecem paradas. Uma direção em perfeitas condições transmite imediatamente o movimento do volante para as rodas do veículo.

Isso pode acontecer porque a bomba hidráulica precisa de um fluido para seu bom funcionamento. Agora responda: quantas vezes você trocou o óleo da direção? Ou ainda, quantas vezes você checou o nível desse fluido?

Claro que sua durabilidade é muito maior que aquele do motor, mas isso não quer dizer que ele seja “eterno”.

De qualquer forma, o que mais desgasta um sistema de direção é esterçar o volante com o veículo parado. Isso força muito doto o conjunto e pode dar a sensação de uma direção mais pesada que o normal. Faça apenas em casos de real necessidade e evite girar o volante até seu travamento.

Em caso de buracos muito grandes ou depois de enfrentar uma viagem com estrada extremamente acidentada, um check-up será bem vindo. Isso porque impactos fortes podem romper a bomba do sistema de direção e danificar o equipamento.

A vida útil do sistema de direção é muito longa e a manutenção é pouca. Mas isso também depende de um bom uso e algumas atenções diárias.