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Ninguém merece volante e manoplas desgastadas

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

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Todos conhecem inúmeros reparos e cuidados a serem tomados em relação a lataria do carro. O mesmo serve para as rodas, vidros e pneus. Estofado, idem. Mas e as partes plásticas?

Vamos lembrar grande parte do interior do carro é construído de plásticos, dos mais diversos tipos. O exterior também tem seus parachoques e paralamas desse material.

Quando o problema é no exterior, caso a peça seja pintada, os reparos que funcionam para a lataria terão ótimos recultados. Só que muitos esquecem das peçs internas; e neste caso, quem mais sofre são os volantes e as manoplas.

Quando estão gastos e esbranquiçados, eles dão um aspecto realmente ruim para o carro, deixando-o com cara de velho e mal cuidado. Duas notícias. A boa: existem produtos para revitalizar as cores. A má: custam em média R$150…

Outra má notícia: o desgaste é invitável, pois é causado pelo sol e pelo suor das mãos. Quando as manoplas e o volante apresentam aspecto muito ruim, o mlehor a se fazer é trocar o revestimento. Lembrando que essa troca será feita uma, no máximo duas, vezes em sua vida (dependendo da ácidez do seu suor e do quanto o carro fica exposto ao sol sem película nos vidros).

Portanto, é melhor efetuar a troca do que gastar com o produto revitalizador.

Melhor ainda, sempre: prevenir. Uma flanela seca depois de usar o carro vai retardar em muito tempo o desgaste das peças.

Quando trocar a Pastilha de Freio?

segunda-feira, 29 de março de 2010

Como saber a hora de trocar a Pastilha de Freio? Existem duas maneiras na verdade. Os veículos mais modernos e equipados vêm de fábrica com um dispositivo eletrônico de segurança que indica o fim da vida útil da pastilha. Mas são poucos os que contam com esta comodidade, portanto é melhorpastilha aprender o segundo método para saber quando trocar.

E este segundo método é simples, basta ficar com o ouvido ligado no barulho do seu carro, isto porque as pastilhas têm um indicador de desgaste, uma pecinha metálica que, quando a pastilha estiver muito baixa, vai esbarrar no disco de freio e produzir aquele famoso chiado.

Se o barulho for mais forte que aquele chiado agudo, corra para concessionária pois isto significará que o freio já está sendo efetuado diretamente no disco.

Mas fica a dica: É sempre bom verificar condições das pastilhas a cada 5.000 km e trocá-las quando chegarem a espessura de 2 mm, o que ocorre geralmente a cada 30.000 km.

Fonte: Caçula de Pneus e Concessionárias Renault

Vão-se as chuvas e ficam os buracos

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Talvez este post venha em um momento não muito apropriado, afinal, as chuvas seguem castigando dia após dia a capital paulista. Mas quem anda pelas ruas de São Paulo já podem sentir a ação que a água faz no asfalto.Jáburaco não bastasse termos que escapar de pontos de alagamento, temos que ter atenção redobrada para desviar dos buracos que a chuva faz nas ruas em meio ao nosso caminho.

Com isto vem o grande risco de danificar os pneus ou os componentes da suspensão. Segundo especialistas, a procura pela assistência técnica das concessionárias por problemas provocados por buracos aumentou cerca de 12% no período das chuvas de 2009.

Para enfrentar esse verdadeiro rali diário, a dica é dirigir com cautela e manter uma boa distância do carro da frente para poder enxergar as crateras com antecedência. Porém, caso o motorista seja pego por uma dessas armadilhas cravadas no asfalto, a saída é procurar uma boa oficina.

E atenção! Os principais problemas causados por buracos não são provocados pelas grandes crateras e sim pelos pequenos buracos e desníveis no asfalto, aqueles que os motoristas enfrentam todo dia, que provocam com o tempo, um desalinhamento do sistema de direção, que gera um desgaste de forma irregular e prematura dos pneus.

Mitos e verdades sobre os pneus

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

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Conheça hoje alguns mitos, verdades e dicas para a manutenção dos pneus:

Desgaste: A principal recomendação dos especialistas é a verificação do TWI (Tread Wear Indicators). Esta simpática sigla nada mais é que o indicador de desgaste da banda de rodagem, que aparece no início dos sulcos dos pneus.

O limite de segurança é de 1,6 mm de profundidade dos sulcos, ou seja, quando o TWI se nivela com a banda é hora de trocar o pneu. A “não-troca” pode resultar em multa ao proprietário do veículo;

Pressão: As pressões devem ser verificadas semanalmente, ou no máximo, a cada 15 dias, com os níveis determinados no manual do proprietário, sempre cumprindo aquela orientação de calibrar o carro com os pneus frios.

Troca e rodízio: Na hora da troca, deve-se manter pneus da mesma marca em um único eixo. Você também deve trocar os pneus quando sinais de danos e/ou avarias acidentais — cortes, avarias, bolhas — aparecerem. Ou depois de rodar com baixa pressão de calibragem ou sobrecarga e sofrer algum dano.

O rodízio de pneus é importante. A cada 5 mil km, recomenda-se passar os pneus traseiros para frente e vice-versa. Esta medida serve para equalizar o desgaste.

Fonte: UOL

Comprando um usado blindado

quinta-feira, 26 de março de 2009

Brasil tem hoje a terceira frota de carros blindados do mundo, atrás de Colômbia e México, segundo fontes do mercado.Diante da popularização da blindagem e da quantidade de veículos nas ruas, acaba se tornando mais fácil encontrar modelos usados para a venda.

Mas quem tem a intenção de comprar um auto nessas condições deve ficar atento a alguns possíveis desgastes e problemas que o veículo possa ter, para que o negócio não vire sinônimo de prejuízo.

Acompanhe as dicas:

• Observe os vidros: eles não podem apresentar bolhas ou trincos - o que reduz a capacidade de absorção aos tiros;

• Verifique o estado dos amortecedores e freios: devido ao peso excessivo do carro após a blindagem, esses itens sofrem maior desgaste;

• Confira a potência da proteção. O nível III é o mais comum no Brasil, sendo seguro para armas de mão em geral;

• Os aros metálicos internos dos pneus devem estar em perfeito estado, garantindo assim 15 quilômetros de rodagem, caso os pneus fiquem vazios;

• Olhe com cuidado os vidros elétricos: o peso extra pode prejudicar a abertura e fechamento.

Por fim, caso seja possível, opte por um modelo automático porque, em uma fuga, não existe o risco de o motor morrer.

Fonte: Agência Autoinforme