Posts com a Tag ‘dicas’

Leilão de veículos ganha adeptos, mas há riscos

terça-feira, 17 de setembro de 2013

NEGOCIOS-AUTOS-RENAULT-PRODUCAO

Antigamente, apenas empresas participavam de leilões de veículos aprendidos ou recuperdos (ou mesmo não recuperados e vendidos como ferro-velho). Porém, já é comum hoje em dia que o consumidor particular procure um carro dessa maneira: preço baixo é o chamariz.

Os preços podem chegar até a 50% abaixo do valor de tabela, mas nem sempre vale a compra. Lembre-se que esses carros são aprendidos ou recurepados. No segundo caso, é preciso ter consciência que será investido, após a aquisição, uma quantidade significativa para conserto e documentação do veículo.

Antes de bater o martelo, então, preste atenção nessas dicas:

- Leia com muito cuidado e atenção o edital e o descritivo da venda. Ali estará descrito a situção detalhada do produto leiloado. Se a longarina do carro foi afetada, por exemplo, será impossível colocá-lo no seguro.

- Comaperça a vistoria física e avalia pessoalmente o estado do carro. É permitido, e aconsselhavel, levar um mecânico de confiança junto.

- A idoneidade do leiloeiro é crucial; se tiver dúvidas, verifique o histórico da empresa na junta comercial.

- Calcule quanto gastará com reparos e documentação do veículo; o desconto em relação ao preço de tabela pode não compensar. Se for o caso, consulte um especialista antes de fechar negócio.

O DENATRAN-SP tem um dos mais confiáveis leilão de veículos apreendidos do Brasil. Em seu site, é possível consultar todos os editais (), mas para 2013, não há mais nenhum agendado.

Desde quando carro é depósito?

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

14-08-2013-1

Existem pessoas que usam o carro como depósito de todo tipo: guarda coisas compradas no supermercado, vira uma extensão do próprio quarto com objetos de todos os tipos espalhados pelo veículo.

Acontece que essa mania não traz vantagem nenhuma.

Primeiro por uma questão de organização. Não é nada prático deixar objetos que talvez você use em casa dentro do carro. Na hora que precisar daquela “coisinha” e for procurar, não vai saber onde encontrar. Sem contar que carro não é “quartinho da bagunça”.

Outros motoristas, quando vão viajar, esquecem que no destino também tem supermercado e lotam o carro com engradados de bebidas, mantimentos, enfim, vários itens que poderiam ser adquiridos na cidade de destino.

Ainda há aqueles que acumulam lixo no interior e porta-malas do veículo. Não precisamos comentar que isso é no mínimo desagradável e anti-higiênico.

Outro ponto crucial é que toda essa tralha pesa. E carro mais pesado consome mais gasolina. Só para se ter uma ideia, se o carro estiver 100 kg mais pesado (pode parecer muito peso pra tralha, mas imagine que você também vai dar carona pra alguém, 100 kg não é nada) consome quase 10% mais do que deveria.

Então já sabe, no carro o que é do carro, em casa o que é da casa. Carregador móvel de celular, ok. Coleção de revistas do Homem Aranha, não…

Evite passar por lombadas e valetas na diagonal

terça-feira, 13 de agosto de 2013

13-08-2013-1

Essa é uma mania muito comum entre vários motoristas brasileiros. Ao avistar uma lombada alta ou uma valeta profunda, entra logo com o carro meio de lado, passando uma roda de cada vez. O que poucos sabem, porém, é que isso é prejudicial ao veículo.

O ideal é enfrentar as lombadas (ou quebra-molas) em baixa velocidade e de maneira perpendicular.

O hábito de passar por esses obstáculos na diagonal pode provocar torção da carroceria do veículo. Estas torções chegam a causar o rompimento de pontos de solda, gerando estalos e barulhos difíceis de serem diagnosticados. Acabamentos internos de plástico também são vitimas das torções e passam a fazer rangidos indesejáveis.

Hoje em dia, os carros têm sistemas de amortecimento muito eficientes e por isso “mascaram” pequenas torções e anomalias. Mas pra isso, suspensão, amortecedores, molas, terminais de direção e pivôs pagam a conta. Então é melhor deduzir a velocidade para estender a vida útil de todo esse sistema. Passar de lado, só em último caso mesmo.

5 verdades que muitos deixam de lado

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

08-08-2013-1

Ontem publicamos aqui cinco mitos da manutenção automotiva que muita gente leva como verdade. Hoje faremos o inverso, vamos esclarecer cinco verdades que muitos têm dúvidas ou então encaram como mentira.

Vamos a elas:

1. Álcool é vantagem quando está até 70% do preço da gasolina. Sim, é verdade. O etanol gera mais potência ao motor, mas também faz menos quilômetros por litro. Para saber se vale a pena abastecer com etanol, ele precisa estar, no máximo, até 70% do preço da gasolina. É só pegar a calculadora (todo celular tem uma, sem desculpas) e fazer as contas.

2. Guiar com o pé na embreagem prejudica o carro. É verdade. Manter o pé na embreagem, mesmo que “só apoiado”, faz uma pressão desnecessária no pedal e diminui a vida útil de alguns componentes. A principal peça danificada é o disco da embreagem, caso ele quebre, você pode ficar na rua sem conseguir trocar marchas.

3. Carro novo precisa amaciar. Mesmo com os avanços tecnológicos, o motor 0 km precisa ser amaciado por um tempo. Claro que hoje em dia esse tempo é bem mais curto que há dez anos, por exemplo. Os manuais do carro explicam inclusive qual a quilometragem em que o motorista deve evitar pisadas muito fundas.

4. Ar-condicionado consome combustível, mas vidros abertos na estrada consomem mais. Isso ainda gera dúvida entre os proprietários, mas o ar-condicionado faz o motor consumir cerca de 10% a mais de combustível, além de pequena perda de potência (sensível em carros com motor fraco). Mas circular com os vidros abertos numa estrada a mais de 90 km/h altera a aerodinâmica significativamente e faz o carro consumir mais do que se estivesse com o ar-condicionado ligado, pois a entrada de vento lateral vai fazer muita força contrária e obrigar o motor a trabalhar mais forte para manter a velocidade.

5. Guinchar um veículo automático pode danificar a caixa de câmbio. Sim, mas só se for rebocado de forma errada. O carro automático não “consegue” rodar o eixo da tração com motor desligado. A maioria dos veículos do Brasil tem tração dianteira, então ser rebocado pela frente não é problema, mas caso você não tenha certeza da tração de seu automóvel, o mais recomendado são os guinchos tipo plataforma, usado pelas maiores seguradoras.

É isso, pessoal. Esperamos ter colaborado e se tiver dúvidas ou dicas, mande pra cá.

Tire algumas dúvidas comuns sobre seguro de autos

quinta-feira, 9 de maio de 2013

09-05-2013-1

Muita gente tem muitas dúvidas em relação ao seguro do automóvel. A hora de renovar, papéis, valores, descontos e etc. Vamos tentar, então, reunir algumas dúvidas mais comuns para esclarecê-las.

- Posso renovar meu seguro sem a documentação do carro em dia?

Não. Nenhuma seguradora autoriza renovação se os documentos do veículo (e do condutor) não estiverem em dia. Providencie o mais rápido possível.

- Rastreadores e bloqueadores tornam o seguro mais barato?

Quase sempre, sim. Depende do contrato feito, do perfil do cliente, do automóvel e da seguradora, mas esses equipamentos podem dar um desconte de até 20% no preço final. O motivo é simples: com eles, seu carro é mais facilmente encontrado.

- Se o índice de roubos e furtos aumentarem, aumentará o valor do seguro?

Sim. O seguro faz um cálculo levando muitos dados em consideração e um deles é o índice de furtos e roubos. Fique esperto, porque esse tipo de crime cresceu quase 20% no primeiro trimestre de 2013 em relação ao mesmo período do ano passado.

- Caso o veículo seja roubado, objetos deixado em seu interior são cobertos pelo seguro?

Não. A não ser que eles estejam assegurados em outro tipo de plano. Um seguro automotivo cobre apenas o automóvel. Por isso é bom nunca deixar objetos de valor no carro.

- Por que mulheres pagam menos?

Simples, porque homens se envolvem em mais acidentes. Por mais que o senso comum diga que mulheres dirigem mal, o Denatran mostra que isso não passa de um preconceito: 71% dos acidentes de trânsito são causados por homens. Por isso que as mulheres pagam de 9% a 12% menos no valor de um seguro.

Sabemos que existem mais dúvidas, mas aqui estão algumas bem comuns. Se tiver alguma outra, manda pra gente.