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Calibragem do pneu e seu bolso

terça-feira, 28 de maio de 2013

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Não há dúvidas sobre a importância dos pneus do carro para a segurança dos passageiros e motoristas. Além de ser o único contato do veículo com o solo, os pneus são peças fundamentais para frenagens, arrancadas e aderência. Mas saiba que não apenas segurança e desempenham são influenciados pelos pneus, mas consumo também.

Os fabricantes garantem que a vida útil média de pneus em carros de passei é de quatro anos. Mas isso depende da calibragem sempre correta. Por algum motivo, é comum que as pessoas confiram a calibragem apenas quando vão pegar estrada, mas a ruas da cidade castigam bem mais os pneus e, no geral, todos roam mais em ambientes urbanos do que em viagens.

Segundo os fabricantes de pneus, ainda, o brasileiro poderia economizar cerca de R$600 anuais de combustível só com calibragem de pneus. Isso para quem gasta apenas R$150 mensais abastecendo (a minoria).

Portanto, além de ser fundamental para a sua segurança e para dar uma maior vida útil à peça, a calibragem também tem uma influência direta no consumo do carro e, consequentemente, no seu bolso. O ideal é conferir a cada 15 dias, não custa nada.

Para quem roda pouco de carro em São Paulo, táxi é mais econômico

terça-feira, 16 de abril de 2013

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Isso é o que afirma o economista Samy Dana. Segundo o especialista, pra quem tem um carro na faixa de R$30 mil e roda até 16 km por dia em São Paulo gastaria menos se usasse táxi.

O economista apresentou contas no jornal Bom Dia Brasil (Rede Globo) mostrando que o gasto anual com um carro que rode cerca de 16 km diários é de R$ 17.920 por ano, contra R$ 16.882 do táxi.

Pra quem anda exatos 16 quilômetros por dia, a conta quase empata, mas a vantagem ainda é do táxi – os custos com o carro saem por R$ 18 mil, contra R$ 17.806 do táxi. Só a partir de 17 km é que a vantagem passa a ser ter um carro – R$ 18.079, contra R$ 18.729 do táxi.

Foi levado em conta não apenas o combustível utilizado, mas impostos, estacionamento, seguro e manutenção. Além daquilo que os economistas chamam de “gasto de oportunidade”, ou seja, o dinheiro que é deixado de ganhar por não estar aplicado e sim “amarrado” ao veículo, que desvaloriza constantemente (todos sabem que carro não é investimento financeiro).

Porém, a média de rodagem em São Paulo, lembra o economista, é de cerca de 48 km diários. Ou seja, são raros os casos de cidadãos que podem se dar ao luxo de usar apenas táxis.

Nova geração de Pneus: mais ecológicos e baratos.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

A questão da sustentabilidade ganha cada vez mais espaço no cotidiano e vida das pessoas. A indústria automobilística está de olho nisto e procura desenvolver a cada dia produtos que garantam maior eficiência de uma pneusforma “ecológica”, ou seja, que não agrida o meio-ambiente.

Após a onda de combustíveis sustentáveis e carros híbridos, começa a ganhar notoriedade os chamados “pneus ecológicos”, que garantem mais economia e menos poluição.

A chamada “linha verde” não é constituída de um material revolucionário. A grande diferença é que possuem tecnologia que garante um melhor aproveitamento, tornado-se assim mais eficiente e menos poluente.

Os “ecopneus” proporcionam economia da ordem de 1% de combustível. Pode parecer insignificante, mas representa um pneu novo a cada jogo de pneus que deve ser trocado. Outra vantagem: Por ano, cada veículo emite 50 quilos a menos de CO2, o dióxido de carbono.

Hoje, a Bridgestone e Michelin são empresas que já trabalham com estes novos pneus. Quando for comprar um novo conjunto de “roladores”, fique de olho e, se possível, escolha por um modelo ecológico, você estará ajudando o seu bolso e o meio-ambiente.

Fonte: Estado de São Paulo

Na estrada: ar-condicionado ou vidro aberto?

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Uma dúvida que muitos condutores têm é se na estrada vale mais a pena andar com o vidro aberto ou utilizar o ar-condicionado. O que consome menos combustível? Bom, pela lógica, andar com o ar ligado aumenta simcarrovidroestrada o consumo de combustível, mas na estrada existe a exceção desta regra.

Nas estradas, com o vidro do automóvel aberto e você a uma velocidade maior que 70 km/h cria-se o chamado arrasto, ou seja, o vento entra pelas janelas e “segura” o veículo e isto faz com que o motor seja mais exigido, com maior desgaste e consumo de combustível.

 

Já com os vidros fechados e ar ligado, evita-se a criação deste atrito aerodinâmico, tonando a viagem mais econômica. Já na cidade o consumo de combustível será maior utilizando o ar-condicionado do que se estivesse com os vidros abertos.

Resumindo então:  Se estiver a mais de 70 km/h feche as janelas e ligue o ar.

Para finalizar, uma curiosidade: O compressor do ar-condicionado dos carros funciona de forma constante, portanto não importa se você estiver utilizando o ar na potência 1,2,3 ou 4, o consumo de combustível será sempre o mesmo.

Fonte: G1

Dicas para economizar combustível

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Vale a pena descer a ladeira com o carro em ponto morto? E andar com o ar condicionado ligado aumenta ou diminui o consumo de combustível? Muita gente ainda desconhece o que pode prejudicar o consumo do veículo.

Acelerar muito e andar com pneus fora da calibragem são alguns dos fatores que interferem no consumo.

Segundo estudo, andar com libras a menos, aumenta a superfície de contato do pneu com o chão. Como a aderência é maior, você sempre vai ter que acelerar um pouquinho mais.

È meio óbvio, mas acelerar muito aumenta o consumo de combustível. Nos lugares onde tem um sinal em cada esquina, é melhor tentar controlar esta aceleração.

Andar na descida em ponto morto, ao contrário do que se pensa, não é a melhor solução para economizar combustível. Se o carro não está abastecimentoengrenado, o motor continua funcionando na marcha lenta. Você estará gastando o combustível de marcha lenta.

Quando se está engrenado sem acelerar, o sistema corta o combustível por completo.

Outra dica é andar sempre na marcha certa. Isto varia de carro para carro.

Manter o ar condicionado ligado em temperatura média gasta 20% a menos de combustível do que deixá-lo permanentemente na máxima. Para manter aquela temperatura muito baixa, o compressor está sempre consumindo combustível do carro.

Andar com alguns quilos a mais dentro do porta-malas também pode pesar na conta do combustível. Dez quilos já são suficientes pra fazer cair mais rápido o ponteiro do combustível.

Fonte: G1