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Aparelhos de CD e DVD no carro: saiba como cuidar deles

terça-feira, 27 de novembro de 2012

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É muito raro carros sem qualquer sistema de áudio nos dias de hoje. Mesmo aqueles que não são equipados de fábrica, o mercado de reposição oferece peças das mais variadas possíveis, normalmente em qualidade superior aos originais de fábrica. E são muito comuns aparelhos multimídias, com CD, DVD e MP3 Player.

Então se você gosta de ouvir um som enquanto dirige, se liga em algumas dessas dicas para cuidar bem do seu aparelho de som automotivo.

Pra começa, o básico: mantenha o aparelho limpo de poeira e umidade, não use mídias de má qualidade (como CDs e DVDs piratas ou riscados) e evite deixar CDs ou DVDs no carro e depois coloca-los no som, pois a temperatura interna de um veículo pode estragar a mídia que, por sua vez, força o leitor e diminui consideravelmente sua vida útil.

Para um bom funcionamento do aparelho, a parte elétrica do veículo deve estar ótima. Isso evita panes no funcionamento e curtos circuitos. Não só do som, mas das lanternas, limpadores de vidro, luzes internas, ar condicionado digital… Imagine a situação: você troca de faixa e o carro sinaliza o pisca pra esquerda!

Ao utilizar mídias removíveis, como pen-drives, recomenda-se colocar apenas arquivos de áudio ou vídeo. Dessa forma evita possíveis erros no software do aparelho do carro. Obviamente que você deve sempre evitar arquivos contaminados com vírus.

Quando for instalar o aparelho pelo mercado de reposição, deve-se respeitar o ângulo de inclinação máxima sugerido pelo fabricante. Isso faz com que o sistema anti-shock funcione perfeitamente e não interrompa a música ou o vídeo em cada valeta ou rua de paralelepípedo.

Antes de escolher aqueles falantes de primeira linha, verifique se o modelo escolhido tem a mesma impedância suportada pelo aparelho instalado. Caso não seja, a saída de áudio do seu aparelho poderá ser danificada (de forma irreversível) por conta do excesso de corrente elétrica. Para isso, consulte um bom profissional.

Lembre-se do último detalhe: é proibido ao motorista assistir DVDs com o carro em movimento por razões lógicas. Na hora de dirigir, o trânsito deve ter toda atenção.  Curta seu som com segurança, responsabilidade e respeitando as pessoas a seu redor.

Esperamos ter ajudado com essas dicas. Tem outras? Manda pra gente.

Mitsubishi i-MiEV começou a ser comercializado

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

A empresa japonesa Mitsubishi lançou hoje a comercialização do seu pequeno elétrico, o i-MiEV. O primeiro país a receber o veículo para vendas para pessoas físicas foi Portugal.

O modelo usa um propulsor elétrico de 67 cv e 18,3 kgfm de força constante, e conta com um baterias de íons de lítio alojadas sob o chão do carro. Para recarregar o veículo são necessárias 6 horas em tomadas comuns. Segundo a empresa é possível recuperar 80% da carga em 30 minutos, no modo rápido.

Os preços de comercialização do carro são: para pessoa física 29.675 Euros, e para empresas 34.680 Euros. Quando convertidos para reais, os preços ficam da seguinte forma, pessoa física, R$ 66.440,00, e empresas R$77.700,00.

Ainda não sabemos datas para a vinda do modelo para o Brasil.

Fonte: Motor Dream

A onda dos itens regenerativos

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

A fórmula 1 apresentou uma novidade para a categoria, o Kers: freios regenerativos, que convertem a energia cinética do movimento do carro em eletricidade para alimentar um motor elétrico.

Poucos sabem é que este recurso já equipa os modelos híbridos, como o Toyota Prius, lançado em 1997 e até mesmo carros a gasolina, como o esportivo M3 da BMW, que usa a recuperação de energia cinética dos freios para alimentar a diversidade de equipamentos elétricos do esportivo.

Estes “itens regenerativos” serão equipamentos quase que obrigatórios para aumentar a autonomia dos veículos elétricos que começam a chegar ao mercado. Estima-se que, de cada 10 litros consumidos por um carro a gasolina, apenas 3 são usados para fazer o veículo se mover. Os outros 7 acabam se perdendo, seja em forma de calor gerado na combustão, seja no atrito de peças do motor e da transmissão, seja para acionar periféricos.energia

Conheça mais alguns produtos regenerativos que devem entrar no mercado:

1-) A Eaton criou um freio regenerativo para caminhões que não usa eletricidade. Quando o freio é acionado, a energia cinética ativa uma bomba, que libera fluido hidráulico para um acumulador que contém nitrogênio. O gás se comprime e ajuda a parar o caminhão. Mais tarde, quando se pisa no acelerador, o fluido se expande e impulsiona o veículo nas arrancadas, aumentando a economia de combustível.

2-) Nos carros com freios regenerativos, o motor elétrico é o responsável por parar o veículo. A cada frenagem, o movimento das rodas se converte em eletricidade, que é transmitida por circuitos elétricos até as baterias. Assim, a energia armazenada pode aumentar a autonomia do veículo híbrido ou elétrico em até 50%.

3-) A Universidade de Tufts (EUA) desenvolveu amortecedores que absorvem as irregularidades do solo e as convertem em eletricidade. Sempre que o carro fizer uma curva ou passar por um buraco ou ondulação da pista, um ou mais amortecedores serão comprimidos. Esse movimento aciona o gerador linear, que vai transformar o sobe-edesce em energia elétrica, que será enviada por meio de cabos para as baterias.

Fonte: Quatro Rodas

Vai equipar? Olho no Alternador!

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Comprar um carro “sem nada” é a única uma opção viável para a grande parte dos brasileiros. Mas quem não gostaria de ter um ar-condicionado, travas elétricas ou até mesmo um som mais bacana?

vidro-eletricoUma alternativa acaba sendo colocar estes itens em lojas especializadas, mas é preciso ficar atento a uma peça do carro que é comumente esquecida, o alternador. Ele precisa estar preparado para o consumo desses equipamentos.

Os alternadores carecem de pouca manutenção, entretanto, desde que não sejam acrescentados novos acessórios ao veículo, principalmente aqueles que consomem muita energia.

Se instalar e o alternador não der conta do recado só terá uma alternativa, a troca do alternador e da cablagem. De um modo geral, aquilo que não participou do projeto elétrico na construção do veículo vai exigir um novo alternador, ou então uma manutenção regular.

Fonte: G1