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Embreagem dura não é bom sinal

terça-feira, 29 de outubro de 2013

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Como já falamos aqui algumas vezes, o carro “manda sinais” quando algo não vai bem. Nem sempre é possível notá-los, pois as mudanças são gradativas na maioria das vezes e os condutores acabm se acostumando com o defeito.

A embreagem é o maior exemplo dessa mudança gradual. Normalmente ela endurece, ou “pesa”, aos poucos e passam, por isso, despercebida a mudança. Depois da embreagem ficar dura e o problema não for corrigido, é comum sentir dificuldade de engatar a primeira marcha e a marcha à ré. Elas começam a “arranhar”. Então parece que o motor está sem força, pois o carro trepida para sair do lugar.

O que fazer?

Procurar um mecânico de confiança com urgência. Urgência mesmo!

O problema não está no motor, e sim na embreagem que patina e não transfere a força do motor para o câmbio e, consequentemente, para as rodas. Nesta última situação, convém deixar o telefone do guincho à mão, pois a qualquer momento você poderá ficar a pé. Para resolver o problema é necessário levar o veículo a uma oficina e substituir o kit completo, composto de platô, disco e atuador hidráulico.

Como sempre, melhor que remediar é prevenir. Por isso uma revisão periódica se faz necessária. E evite desgastar a embreagem à toa, como manter o pé apoiado sobre o pedal enquanto dirige ou segurar o carro em subidas com o auxílio dela.


Fique de olho na embreagem!

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

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O sistema de embreagem é fundamental para o veículo, pois, na prática, é ele que faz o carro andar (o acelerador só confere mais potencia). Mantê-lo é fácil, mas você precisa ficar atento a alguns detalhes.

Um sistema de embreagem é composto por platô, disco e rolamento e não tem um plano de manutenção específico (ele dura muito). Mas isso não quer dizer que você não deva dar atenção a ele.

Dirigir com o pé apoiado no pedal de embreagem pode prejudicar sua vida útil. Um motorista inexperiente também deve reduzir sua durabilidade por causa das trocas de marcha mais bruscas e com mais trancos.

A embreagem apresenta, quando gasta, dois problemas comuns: patinação e trepidação. A primeira ocorre quando vaza algum fluido nas peças e o segundo é sinal de um desalinhamento entre motor e transmissão. Cheiro de embreagem queimada também não é bom sinal.

Caso perceba algum desses efeitos em seu veículo, não tenha dúvidas em levá-lo para a manutenção.

Atente-se a um detalhe fundamental: caso alguma peça esteja danificada, é importante trocar o conjunto inteiro (platô, disco e rolamento). O preço parte de R$300 (para carros pequenos com transmissão manual). Transmissões automáticas podem custar até sete vezes mais (cerca de R$2.400).

Fique sempre de olho e dirija com cuidado para evitar desgaste desnecessário. Mas não pense duas vezes antes de trocar a embreagem caso seja realmente necessário, apesar do preço, é a sua segurança que está em jogo.

Embreagem some nos populares

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

No começo era apenas uma novidade que parecia distante dos carros nacionais, com o passar do tempo ele virou um item de luxo no Brasil e agora o câmbio automático está chegando aos modelos populares do país.

A iniciativa, além de proporcionar comodidade aos motoristas, principalmente aos que trafegam nos grandes centros, também dá acesso a uma parcela da população que queira desfrutar deste tipo de equipamento.

Mesmo trazendo mais comodidade o câmbio automático dos populares vem com algumas diferenças dos modelos tradicionais, porém tem comoembreagem vantagem sobre o automático normal o preço menor e também na manutenção mais em conta.

No mercado há pouco mais de dois meses, tanto o Gol como o Voyage receberam o sobrenome i-Motion e são uma opção para quem cansou de ter de trocas as marchas repetidamente nos congestionamentos.

Chamado de ASG (Automated Sequential Gearbox), a transmissão ainda engasga um pouco nas saídas e ultrapassagens. Portanto, nas situações em que é preciso mais agilidade, as trocas manuais do ASG acabam sendo a melhor opção.

Fonte: Icarros

Freio-Motor

sexta-feira, 3 de julho de 2009

pedalAs estradas normalmente são cheias daqueles “sobe e desce”, nestes momentos é bom usar o freio-motor. Ele utiliza o próprio funcionamento do motor para diminuir a velocidade ou controlar o veículo.

O freio-motor é muito utilizado em longas descidas, para não utilizar muito o freio - evitando um desgaste do mesmo - e não super aquecer o veículo.

É simples utilizar o freio-motor, basta o motorista reduzir uma ou duas marchas e deixar o carro seguir pela descida, quase não utilizando o freio - mas cuidado, se precisar, pise no freio!!

O fato de reduzir uma ou mais marchas faz com que as rotações do motor se elevem e ao mesmo tempo passam a impor uma velocidade controlada ao automóvel.

Por isto nunca é aconselhável descer na “banguela” (carro desengrenado), pois além de implicar em um grande risco ao motorista e passageiros, desgasta desnecessariamente o veículo.

Fonte: G1

Troque a marcha na hora certa

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

A caixa de marchas é um item do automóvel que os motoristas mais têm dúvidas.

O certo é trocar só quando o ponteiro chegar na faixa vermelha ou engatar a próxima marcha antes? E nos carros que não tem marcador, como saber a hora certa?

Todo motor tem uma faixa de giros limite para trocar a marcha, nos carros que possuem marcador de giros, esse limite é a faixa vermelha, quase sempre por volta dos seis mil giros. Acima disso o carro corre o risco de ser danificado. Mas só quem quiser andar muito rápido vai trocar a marcha na faixa vermelha.

Quando o carro não possui o marcador das rotações do motor o ideal é se basear pela velocidade, às vezes os carros têm uma marca no velocímetro para facilitar.

Não arranque com a primeira, o ideal é passar para a segunda nos 20 km/h, passe para terceira quando der 30 ou 35 km/h e fique nela até no máximo até 45 ou 50 km/h. Na quarta vá para 60 km/h e se for andar por muito tempo nessa velocidade passe para quinta marcha. Mas pode variar na estrada, que o limite é maior, se você estiver em alguma estrada que o limite é 120 km/h você pode esticar a terceira até 60 km/h, ficar na quarta até 90 km/h e depois permanecer na quinta aos 120 km/h.

O motorista pode trocar de marcha sem pisar na embreagem. Nos carros de competição, utilizam desse método, mas logo após a corrida o carro vai pra revisão, pois desse modo estão utilizando o carro no limite.

Mas não é recomendável utilizar dessa forma na rua, pois mesmo que o motorista seja muito bom, o conjunto não estará sendo utilizado de forma correta e o desgaste das peças de transmissão se dará em menos tempo.

Fonte: G1