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Lei Seca diminui 6,3% mortes no trânsito

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Muitos afirmam que a fiscalização não é mais a mesma - e em São Paulo não é mesmo - mas mesmo assim a Lei Seca parece ter pegado no Brasil, quem confirma isto são os números de pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde. Prestes a completar dois anos de existência, a Lei começa a produzir números animadores.

Segundo levantamento realizado pela instituição, o índice de mortes causadas por acidente de trânsito diminuiu 6,3% nos 12 meses após o início da Lei Seca, se comparado com os 12 meses que antecederam a aplicação da lei. Emleisecavinho números, foram registradas 2.302 mortes a menos no período. O total de óbitos causados pelo trânsito caiu de 36.924 para 34.597 registros.

Por região, o Rio de Janeiro apresentou a maior diminuição no número óbitos causados por acidente de trânsito, com queda de 32%.

Por região do País, a taxa de mortalidade caiu 32,5% no Rio de Janeiro, 18,4% no Espírito Santo, 17,4% no Distrito Federal, 17% em Alagoas, 12,5% em Santa Catarina, 8,6% na Bahia, 7,7% no Paraná e 7% em São Paulo.

O percentual de melhor ainda é pequeno se formos pensar apenas em números, mas é importante lembrar que por trás de cada número destes existe uma vida, então já é um ótimo começo. Com maior fiscalização estes números seriam melhores?

Fonte: Carsale

Ruas calmas concentram grande parte dos sequestros relâmpagos

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Trafegar por uma rua sem muito movimento nem sempre é sinal de tranquilidade para o motorista. Segundo um estudo de três anos da Delegacia Antissequestro os assaltantes que se utilizam do sequestro relâmpago (atividade em que a vítima é mantida refém dentro do carro enquanto os ladrões sacam dinheiro de sua conta bancárseqrelampagia em caixas eletrônicos) tem dado preferência a vítimas que utilizam ruas calmas e próximas a Marginal Pinheiros.

Segundo a polícia, os assaltantes têm como alvo as pessoas que estão saindo ou chegando ao trabalho, à academia, que param para falar ao celular, que estão esperando a namorada. Após tomar o motorista como refém os sequestradores seguem com a vítima para a Marginal Pinheiros e começam suas “atividades”.

Este estudo derruba a teoria em que se pensava que os bandidos davam preferência a pessoas que paravam em um semáforo ou caixa eletrônico ou que saíam de shoppings.

Na lista dos bairros campeões de casos estão Moema, Brooklin, Morumbi, Chácara Santo Antônio e Pinheiros. Segundo a polícia os crimes ocorrem, geralmente, das 7h às 10h e das 17h às 21h.

Portanto atenção redobrada nestes horários e nestes bairros!

Fonte: Folha de São Paulo

Em SP, 156 cruzamentos têm mais risco de assaltos

terça-feira, 2 de junho de 2009

A zona sul de São Paulo concentra um terço, ou 57, dos 156 cruzamentos com maior risco de assaltos na capital paulista, nos quais 80% das vítimas são mulheres. Além disso, na maior parte das vezes os ataques são feitos por motoqueiros.

Esses dados constam do Sistema de Informações Criminais (Infocrim) da Secretaria da Segurança Pública. Os locais mais perigosos ficam próximos de áreas nobres da região, mais especificamente nas Avenidas Giovanni Gronchi e Morumbi e na Rua Engenheiro Oscar Americano, rodeadas de casas e condomínios de luxo.

Em seguida, aparecem as zonas leste (37), norte (25), central (22) e oeste (15), com endereços como a Rua da Mooca, a Avenida Brás Leme, a Rua da Consolação e a Avenida Rebouças.

Para conter a onda de violência, identificada principalmente em horários revolverconsiderados de pico, a corporação desenvolve atualmente operações com reforço policial nesses 156 trechos. São PMs normalmente em dupla que permanecem nesses locais, nos períodos das 7 às 10 e das 17h às 20 horas. Eles utilizam viaturas ou motos e são deslocados de diversos batalhões da cidade, diz a polícia.

O capitão Emerson Massera, porta-voz do Serviço de Comunicação Social da PM, estima que existam 74 mil cruzamentos na cidade. Ao menos 1.011, que são monitorados, já registraram crimes. Mas destaca que, desse total, 156 são críticos por terem registros de assalto com frequência.

Para o oficial, as vítimas precisam manter a atenção o tempo todo. No trânsito lento ou no congestionamento é indicado manter uma distância do carro da frente, não para fugir e sim para que, caso se note alguma movimentação estranha, a pessoa avance um pouco com o carro. Dessa forma, vai demonstrar estar atenta ao que está acontecendo ao redor do veículo.

Fonte: O Estado de S. Paulo