Posts com a Tag ‘Legislação’

GM já elimina versão de entrada do Celta

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Chevrolet Celta 2014 ganhou frisos cromados na grade, além de a

Não é de se surpreender. Com a lei que obriga ABS e airbag em todos os carros fabricados no Brasil desde 1 de janeiro de 2014, os modelos de entradas sumiram.

O Celta duas portas “pelado” já não existe, afirmam compradores e jornalistas que procuraram pelo modelo em algumas concessionárias, segundo o Jornal do Carro, do Estado de São Paulo.

O efeito colateral da lei, porém, também já pode ser sentido. Se até dezembro de 2013 era possível comprar um Celta duas portas por R$26 mil, os modelos encontrados hoje partem de R$32 mil nas concessionárias.

Por outro lado, o Jornal do Carro afirma que na internet há um modelo duas portas disponível por R$25.990, mas em nenhuma das revendedoras consultadas tinha um exemplar desse disponível.

Problemas ao rebaixar o carro

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

dirigindohoje

A mania de customizar carros de rua teve seu auge na década anterior, com o sucesso da franquia Velozes e Furiosos no Brasil. Na ocasião, alterações extremas deixavam muitos veículos tão personalizados que era difícil dizer que era o modelo no veículo. Tal mania recebeu o nome do tunning.

Sem os exageros do passado, muitos proprietários ainda são fãs das personalizações. Dentre todas as modificações, rebaixar o carro é a “chave-mestra”, presente em todos os projetos.

Mas rebaixar o carro pode trazer problemas? Sim, se não feito de forma correta. Antes de começar você precisa saber três coisas: 1. Carro rebaixado é mais desconfortável porque transfere mais da irregularidade do chão para os passageiros; 2. É preciso legalizar e documentar a modificação, portanto prepare-se para burocracia e 3. A maioria dos seguros não cobre carros rebaixados, por frescura, mas não cobre.

Existem duas formas de modificar a altura das molas: fixa ou variável. Apenas a primeira pode ser regulamentada.

As variáveis são aquelas suspensões reguláveis por algum tipo de sistema. Os métodos existentes são suspensão a ar e suspensão de rosca. Elas só podem ser usadas regularmente se forem originais de fábrica.

As fixas são as mudanças permanentes e podem ser feitas de quatro formas: cortando as molas e diminuindo o número de elos, aquecendo e encolhendo as molas, prendendo com presilhas metálicas ou trocando o conjunto por outro esportivo. Recomendado mesmo, apenas o último.

O motivo é simples: os fabricantes utilizam softwares para o dimensionamento das molas, pois o cálculo envolve um grande número de variáveis como quantidade de elos, diâmetro, comprimento, carga, grau de inclinação dos elos, tensão máxima de cisalhamento do material, entre outras. Depois, os engenheiros avaliam a geometria da suspensão para identificar as solicitações a que esta mola estará sujeita e, por último, são indicados os tratamentos térmicos que serão aplicados durante o processo construtivo. Por isso, técnicos em suspensões não recomendam qualquer modificação nas molas que diminua seu tamanho, seja o corte de alguns elos, grampos ou mesmo aquecimento.

Sobre a troca do kit que tem outra vantagem. Com molas diferentes, os amortecedores também devem ser diferentes. Amortecedores são construídos para trabalharem além e aquém do curso das molas e uma mola nova requer um amortecedor que cumpra essa função, com nova carga e novo curso. Por isso, kits esportivos completos são mais recomendados.

Ao contrário do que muita gente pensa, quem modifica seu veículo em geral é muito mais cuidadoso do que aqueles que andam com o carro “original” e procuram profissionais a qualquer ruído diferente no conjunto. Eles sabem que qualquer coisa é motivo para encostar o carro e verificar as peças envolvidas na personalização.

Mas nunca se esqueça: modificou, tem que regulamentar.

Transporte seu animal de estimação com segurança

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

18-10-2012-1

Os animais de estimação são nossos grandes companheiros; alguns mais calmos, outros mais peraltas. Levar o cachorro para passear no parque domingo ou o seu animal no seu pet shop requer o uso do carro, e muitas pessoas tem dúvidas de o que é permitido e o que não é. Vamos esclarecer as dúvidas.

De acordo com o Código de Trânsito, “é vetado o transporte de animais entre as pernas e braços ou do lado esquerdo do motorista (vale ressaltar que isso também vale para pessoas e volume material). Portanto, nada de levar seu animal no colo enquanto estiver dirigindo! É proibido também conduzir animais nas partes externas do veículo (na caçamba ou fora da janela), salvo nos casos autorizados.

Cuidado com o animal se ele estiver solto, ele pode distrair o motorista e corre riscos de se machucar com uma freada brusca ou algum acidente que possa ocorrer. Para resolver esta questão, há diversos acessórios à venda como cintos, grades, travas, caixas de transporte, dentre outros.

Trate o seu animal com carinho e dirija com segurança. Assim, todos ficam bem. Até a próxima.

Regulamentação para o transporte de bicicletas

sexta-feira, 28 de maio de 2010

No último dia 17 o Contran (Conselho Nacional de Trânsito) regulamentou o transporte de bicicletas em automóveis e picapes. Confira abaixo alguns pontos que devem ser seguidos.

1-) As bicicletas devem ser carregadas em suportes específicos na parte traseira do carro ou sobre o teto.suporte_bicicletas

2-) As bicicletas não podem se arrastar sobre a via.

3-) As bicicletas devem respeitar o limite de peso estabelecido pelo manual do veículo.

4-) O suporte também não pode ser fonte de ruído nem de poeira.

5-) O suporte, bem como a bicicleta, não deve cobrir a visão da placa ou de lanternas.

6-) Se houver necessidade a tampa da caçamba pode ficar aberta, desde que a carga esteja sinalizada.

7-) A medida do eixo traseiro até o final da bicicleta não deve exceder 60% da distância entre-eixos do veículo

8-) De noite é necessário existir uma indicação luminosa e com refletor vermelho.

Fonte: Contran

São Paulo vai multar por falta à inspeção veicular

terça-feira, 5 de maio de 2009

radar2

As primeiras multas para quem desrespeitar a lei municipal da inspeção veicular ambiental na capital paulista começarão a ser emitidas neste mês para os veículos com placas de final 1 que forem flagrados circulando irregularmente na cidade.

O valor da multa é de R$ 550,00. As autuações serão feitas por meio do sensoriamento remoto, equipamento móvel capaz de fazer até 6 mil leituras de placa por dia.

Os dados captados pelo equipamento, que pode ser instalado em qualquer via do Município, serão cruzados com o banco de informações dos veículos inspecionados.

Cerca de 22 mil carros e 43 mil motos da frota paulistana com placas de final 1 perderam o prazo para o teste - que venceu no dia 30 - e estão sujeitos às punições previstas na lei.

Além da multa, os veículos que perderam o prazo ficam automaticamente com o licenciamento bloqueado no Departamento Estadual de Trânsito (Detran).

Fonte: G1