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Mecânico de confiança é importante até na hora de trocar pneus

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

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Às vezes, trocar pneus, alinhar e balancear pode ser mais difícil do que parece. Muito por causa da política que assumem algumas lojas do ramo.

Em alguns estabelecimentos que vende e presta serviços de manutenção, os vendedores recebem pela venda de peças caras da suspensão, como molas, amortecedores e pivôs. Por isso, eles podem tentar vender para o cliente esse material mesmo que não seja necessário.

Como a maioria de nós não tem como conhecer a situação das peças do automóvel, acabamos caindo na conversa e gastando muito dinheiro. O único jeito de saber é consultando um mecânico de confiança.

A melhor saída é fazer uma cotação na própria loja de pneus e levar o carro a seu mecânico para que ele veja a real situação da suspensão e se o valor proposto pela loja é condizente, tanto em peças como em mão de obra.

Vale ressaltar que o seu veículo realmente pode estar precisando de alguns reparos. Mas, também pra isso, ninguém melhor que o seu mecânico para dizer. Viu? Ter um bom e confiável profissional influencia até mesmo uma simples troca de pneus.

Curso de Mecânica exclusivo pra mulheres

segunda-feira, 15 de março de 2010

Todos deveriam aprender conceitos básicos de mecânica para conseguir se virar em um caso de emergência e também para não ser enrolado na hora de levar o carro a uma oficina mecânica.

Porém, pensando no aumento de mulheres ao volante, a Volks resolveu darmecanicamulhe um presente para o sexo feminino e criou o M.I.M. - curso de Mecânica Inteligente para Mulheres.

O objetivo é auxiliar a mulher a entender melhor o seu carro, além de mostrar a importância de fazer as revisões nas concessionárias autorizadas e utilizar peças e acessórios originais.

No curso, as mulheres irão aprender mecânica básica de uma forma muito divertida, simples e direta, além de tirar as dúvidas mais freqüentes que permeiam o universo feminino.

Durante o curso, que tem duração aproximada de 1 hora, as mulheres irão receber um kit de lápis e caderno com dicas para detectar sintomas de possíveis problemas no veículo. Ao final do curso, as mulheres ganham um certificado de participação.

Saiba mais no site www.vw.com.br .

Fonte: Volks

Termos dos mecânicos

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

No post Peças de carros, escrevi o significado de algumas peças. Como existe muitos termos utilizados pelos mecânicos, fiz outra lista com mais alguns termos:

Altura de rodagem
É à distância do solo em relação a um ponto de referência no chassi ou carroceria do carro. Toda a geometria de suspensão e direção é baseada em uma altura de rodagem padrão. Essa altura tende a diminuir com o tempo e com a quilometragem do veículo. Isso ocorre devido à deformação das molas da suspensão. Por isso, a altura do solo deve ser verificada nas revisões periódicas e, enquanto for possível, deve ser ajustada - até o momento em que a troca das molas será necessária.

Calço hidráulico
É um fenômeno que provoca danos ao motor por causa da aspiração de água, que pode entrar no sistema de admissão de ar quando, por exemplo, se trafega em um trecho alagado. Nesse caso, a água, que não se comprime, entra nos cilindros e impede que os pistões sigam o curso normal. O motor, que até o momento da aspiração da água estava em funcionamento, fará força para girar e assim provocará um forte golpe, que entortará as bielas - peças nas quais os pistões são fixados - entre outros inúmeros problemas.

Equalizador de escape
É um tubo que liga os dois canos de escapamento nos sistemas de escape duplo em motores em V, principalmente do tipo V8 (oito cilindros em V). O equalizador é a junção dos canos após os coletores de escapamento e, como o nome já diz, tem a finalidade de equilibrar as pressões de todos os cilindros.

Linha de cintura
É o ponto de encontro entre a parte lateral da carroceria de metal com o começo da área envidraçada. O termo é muito utilizado pelos estilistas e projetistas de automóveis.

Peso em ordem de marcha
É o peso de um automóvel usado como referência na indústria automotiva. Para chegar a essa medida é preciso deixar o veículo com todos os elementos essenciais para o funcionamento. O tanque de combustível cheio e o nível de todos os líquidos, como óleos e água, no ponto máximo. Além disso, o estepe deve estar calibrado bem como todas as ferramentas, como a chave de rodas, em seus devidos lugares.

Tucho
Trata-se de uma peça cilíndrica que recebe movimento por meio do ressalto do comando de válvulas. O movimento gerado pelo ressalto segue então para a vareta da válvula, que por sua vez aciona o balancim que faz a válvula abrir e fechar. Na prática, o comando atua como um martelo, que bate no tucho, que empurra a vareta, que encosta no balancim e abre e fecha a válvula. O tucho pode ser mecânico, como descrito acima, ou hidráulico (alimentados pelo próprio óleo do motor). O hidráulico costuma ser mais silencioso e também consegue manter o mecanismo sem folga, mesmo com a variação de temperatura, que pode ocasionar variações dimensionais.

Túnel de vento
Consiste de uma sala fechada com temperatura e pressão atmosférica controladas. Ela conta com um dispositivo de grandes dimensões, que nada mais é que um tubo no qual um enorme ventilador produz corrente de ar de alta velocidade. Um veículo em tamanho normal ou em escala é submetido a essa corrente de ar e seus efeitos são estudados a fim de se obter o melhor coeficiente aerodinâmico para o automóvel. Com base nesse estudo, são determinadas as características aerodinâmicas do carro, tais como o arrasto, que influi diretamente no desempenho e consumo.

Fonte: G1

Prejuízo das enchentes

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

No verão, sempre chove pancadas de chuva alagando certos lugares. Em Santa Catarina, além de grande parte da população ter perdido sua casa, muitas pessoas perderam seus carros inundados.

As pessoas que tem o seguro vão recorrer, mas muitas vezes não vão receber o dinheiro ou o carro novo. Para não correr o risco de não receber e ficar a par de tudo que seu seguro cobre, basta tomar alguns cuidados.

Respeite o questionário de avaliação de risco preenchido antes de assinatura do contrato, no qual é perguntado, por exemplo, se o motorista possui estacionamento fechado para o veículo e se a utilização é profissional ou lazer.

Avise a seguradora de qualquer alteração como mudança de endereço.

Solicite as condições gerais da apólice antes de assinar o contrato. Nela, estão obrigações e direitos das partes contratantes, glossário com as principais definições, período de carência, riscos excluídos e critério de reajuste.

Todos os planos básicos têm cobertura contra colisão, incêndio, roubo e submersão total ou parcial do veículo em água doce.

Se o carro fica com água abaixo do painel, às vezes é passível de recuperação, mas quando o motor é afetado, se aproxima de uma perda total.

O proprietário só corre o risco de ficar sem cobertura, se for caracterizado por laudos técnicos que houve agravamento de riscos, mas isso dificilmente acontece.

Mas para quem não tem o seguro, se o carro ficar alagado o prejuízo é grande, pois os órgãos públicos não se responsabilizam pelo prejuízo. Se o carro tiver salvação o proprietário vai desembolsar no mínimo de R$ 2 mil a R$ 3 mil com consertos e higienizações.

Fonte: G1

Escolhendo uma oficina

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Quando o carro quebra, bate ou até a luz do farol queima, e você não pretende levar seu carro em uma concessionária, você tem que procurar uma oficina mecânica.

Mas como saber se essa oficina que você vai deixar seu precioso carro é de confiança, faz o serviço correto, cobra um preço justo e não engana o cliente?

Segue abaixo algumas dicas para você não ser enganado:

- Pegue referências sobre a oficina e os serviços prestados por ela, consultando antes clientes que já tenham executado algum trabalho no local.

- Consulte antes o escritório do Procon de sua cidade para saber se existe alguma reclamação sobre a empresa no órgão. Em São Paulo, essas informações podem ser obtidas pelo telefone 11-3824-0446.

- Faça uma pesquisa para comparar preços e a qualidade dos serviços oferecidos.

- Veja se a oficina é organizada, limpa e se possui as ferramentas e equipamentos básicos adequados para a execução do reparo.

- Alguns serviços, como manutenção de injeção de combustível, exigem equipamentos eletrônicos especiais e só podem ser executados por oficinas especializadas.

 

- Verifique se a oficina tem funcionários treinados na manutenção de carros nacionais e importados. Um bom indicativo é o certificado ASE, estampado no uniforme dos profissionais e na fachada da oficina. Para obter esse certificado, os reparadores têm de passar por um rigoroso teste de conhecimentos.

- Exija um orçamento prévio, no qual estejam discriminadas detalhadamente as peças a serem usadas, além do valor da mão-de-obra, condições de pagamento e data de início e o término dos serviços. O seu prazo de validade deve ser de, no mínimo, dez dias.

- Pergunte sobre uma eventual cobrança pela emissão do orçamento. O orçamento costuma ser cobrado em algumas oficinas, mas pode ser gratuito em caso da aprovação do serviço.

- Faça um levantamento de preços das peças mais caras em lojas de autopeças e revendas autorizadas e depois os compare com os preços levantados pela oficina.

- Verifique a possibilidade de você mesmo comprar essas peças para a oficina.

- Caso isso não seja permitido, fique atento se a oficina vai substituir realmente o componente danificado por um novo.

- Não aceite peças recondicionadas. De acordo com o artigo 21 do Código de Defesa do Consumidor, o componente só pode ser remanufaturado com a autorização do cliente.

- Depois do conserto, exija a devolução de todas as peças que forem substituídas.

- Antes de deixar o carro na oficina, peça um documento relacionando as condições gerais do veículo no ato da entrega, fazendo constar o estepe, ferramentas, extintor, a quilometragem e o nível de combustível.

- Não deixe nada dentro do carro, como guarda-chuva, casacos. Retire objetos de uso pessoal, como óculos, caneta, cartão de zona azul, fitas ou CDs.

- Ao retirar o veículo, faça uma inspeção geral no carro e compare com as condições em que este se encontrava ao entrar.

- Verifique se há riscos na pintura, raspadas nos pára-choques, amassados na carroceria ou equipamentos avariados, além de graxa ou furos produzidos por cigarro nos bancos. Cheque a quilometragem rodada e o nível de gasolina.

- Faça então uma inspeção do serviço executado. Se o serviço foi de funilaria, observe o reparo à luz do dia. Se foi mecânico, dê algumas voltas próximo à oficina para testar o carro.

- Verifique também se o serviço foi executado de acordo com o que foi combinado.

- Só retire o carro se tudo estiver em ordem. Em caso de problemas, registre o motivo pelo qual o carro não foi retirado em um documento da oficina.

- Não havendo entendimento entre as partes, registre um boletim de ocorrência na delegacia mais próxima ou faça sua queixa em um escritório do Procon.

- O consumidor tem direito a uma garantia legal de, no mínimo, 90 dias para qualquer serviço executado, mesmo que a oficina estabeleça um período menor.

- Se o serviço foi malfeito, o cliente poderá exigir -com base no Código de Defesa do Consumidor- uma nova execução do serviço ou a restituição da quantia paga atualizada ou, ainda, o abatimento proporcional no valor do serviço.

- Exija sempre nota fiscal discriminada contendo tudo o que foi relacionado no orçamento, assim como os dados do veículo e das partes reparadas.

- Em caso de dúvidas, procure o Procon de sua cidade para mais informações. Veja a lista dos escritórios do Procon nas principais capitais na seção Consumidor.

Fonte: Procon-SP