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Mercedes promete Classe C brasileiro igualzinho ao alemão, “mas com motor flex”

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

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Se os brasileiros temiam que os carros da Mercedes fabricados por aqui tivessem alguma diferença em relação aos alemães, a montadora tranquilizou-os. A empresa alemã garante que os carros terão primazia em termos de segurança, nível de equipamentos e, mais importante, qualidade construtiva.

Thomas Weber, membro da Diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento da Mercedes, garante que os veículos da marca são os mesmo no mundo todo, sejam eles fabricados na Alemanha, nos EUA, na China ou em qualquer outro país, e com o Brasil não seria diferente. Ele apontou pra uma única mudança que torna o veículo ainda mais completo: a adoção do motor flex.

“Embora sejam iguais em qualquer lugar do mundo, os produtos precisam ser regionalizados. No Brasil, a única diferença será o motor flex,já que o etanol é abundante no Brasil e o consumidor exige esse tipo de tecnologia”, afirmou Weber no Salão de Detroit.

O motor que receberá a tecnologia flex será o 1.6 turbo, de 156 cavalos, o propulsor de maior volume dentro da oferta da Mercedes atualmente. Weber ainda falou de planos futuros para o Brasil e a possibilidade de outros modelos receberem o motor bicombustível: “Você precisa de um volume mínimo de produção para tornar motores bicombustível disponíveis. Portanto, não acredito que em curto prazo motor flex será importante para um Classe S, por exemplo. Para o Classe E? Não sei, talvez”.

Mercedes garante carros flex no Brasil

terça-feira, 8 de outubro de 2013

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Quando a Mercedes anunciou a fábrica no Brasil, uma das questões levantadas é se os carros montados aqui seriam bicombustíveis ou manteriam a configuração dos europeus (movidos apenas a gasolina).

A montadora então pronunciou-se e garantiu: tanto o Classe C, quanto o GLA (primeiro carros nacionalizados da marca) serão flex, ou seja, poderão ser abastecidos tanto com gasolina quanto com etanol. A decisão foi tomada tendo em vista a preferência do público brasileiro.

A tecnologia flex será implantada no motor 1.6 turbo atual (que equipa tanto o Classe C quanto o GLA). Porém, antes mesmo de serem nacionalizados (em 2016), os modelos chegam ao Brasil ano que vem com motor movido apenas a gasolina.

Sobre o preço, a Mercedes já anunciou que não haverá redução em relação aos exemplares importados dos mesmos modelos.

Mercedes opta pelo interior de São Paulo

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

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Depois de algumas especulações de onde seria a fábrica da Mercedes no Brasil, a marca alemã optou pelo interior de São Paulo.

A fábrica responsável apenas pelos carros nacionalizados da marca será em Iracemápolis, a 150 km da capital (região de Limeira). Desde o início, a infraestrutura paulista chamou a atenção dos diretores da marca. Também ficou claro que os carros não seriam produzidos nas mesmas fábricas dos caminhões ou ônibus, em São Bernardo do Campo e Campinas, respectivamente (também São Paulo).

Juiz de Fora (MG) e Rio de Janeiro (RJ) eram outras cidades cotadas, mas saíram logo do páreo. Algumas regiões de Santa Catarina ainda foram cogitadas, mas as chances sempre foram pequenas. Iracemápolis tem cerca de 20 mil habitantes e, segundo medição das Nações Unidas, é o 168º município brasileiro em desenvolvimento humano (seu índice é considerado alto).

O primeiro modelo que começará a ser produzido é o SUV urbano GLA, seguido pelo agora hatch premium Classe A e, depois, pela nova geração do Classe C (que será apresentada em janeiro de 2014 no tradicional Salão de Detroit).

Com fábricas no Brasil, preços de BMW, Audi e Mercedes vão baixar?

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Mercedes-Benz GLA Showcar Studio; 2013

Resposta: não. Ou muito pouco. E existem alguns motivos pra isso.

Primeiro porque mesmo produzindo os carros aqui, a tecnologia deverá ser importada. Isso tem um custo alto, tanto em mão de obra quanto em produtos.

Aí encontramos outro fator: mesmo montando no Brasil, a maioria das peças virão de fora. Num primeiro momento, cerca de 65% das peças dos carros ainda serão de fora.

Outro ponto é que será preciso amortizar od custos. A Audi, por exemplo, precisa vender quaser R$ 500 milhões para recuperar o valor investido no país. Quem paga isso é o consumidor, obviamente.

Mas mesmo assim, não deveria cair cerca de 10% os preços, só por não ter mais a taxa de importação sobre o produto pronto?

Então nos deparamos com o principal motivo dos preços permanecerem iguais. Uma lógica simples de mercado: tem muita gente que compra por esse valor, portanto baixar não soa lucrativo para a montadora.

O que podemos ter é uma queda de 3%, no máximo 5%, do valor por causa da suposta maior facilidade de manutenção e reposição. 10 % é sonhar alto demais e ter preços parelhos com os europeus chega a soar ridículo, dada a improbabilidade de isso acontecer.

Portanto, não se anime tanto. Os carros montados aqui não terão preços melhores e menos abusivos.

Fábrica no Brasil já estaria certo para Mercedes, segundo jornal alemão

terça-feira, 10 de setembro de 2013

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A Mercedes, de olho em seus mercados crescentes, estaria com tudo fechado para abrir uma fábrica no Brasil. A ideia seria montar e vender carros compactos da marca.

Segundo o jornal alemão Stuttgarter Zeitung, a montadora estaria selecionando um lugar entre três possíveis para começar a contruir nova fábrica no Brasil no começo de 2014. A intenção é voltar a montar carros no Brasil – atualmente a Mercedes fabrica apenas caminhões por aqui.

Dieter Zetsche, presidente-executivo da marca, afirma que a decisão partiu de uma premissa simples: importar compactos para o Brasil não está valendo a pena. Ou monta aqui, ou sai do segmento. “Nossa decisão é a seguinte: queremos participar”, afirmou.

O jornal de Stuttgar conversou com porta-vozes da Mercedes, mas nem datas e nem modelos foram confirmados. A aposta seria na montagem do Classe B, alguma versão do Classe C (o veículo mais vendido da marca no Brasil) e talvez o novo Classe A. A ideia seria rejuvenescer o público (algo que a montadora de luxo assume ser uma prioridade).

Agora é aguardar por novidades.