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Alguns mitos e verdades sobre o consumo de combustível

segunda-feira, 19 de julho de 2010

combustEm caso de trânsito compensa desligar o motor? Carros menores são mais econômicos que os modelos maiores? Transmissão automática gasta mais ou menos que os carros manuais?

Enfim, muitas dúvidas permeiam a cabeça do condutor quando falamos em consumo de combustível, mas o que é mito e o que é verdade? Confira no post de hoje alguns esclarecimentos.

Carro pequeno nem sempre é mais econômico: Com novas tecnologias como motores híbridos, injeção direta, turbo, caixa de marchas de até oito velocidades, pneus com baixa resistência à rolagem e melhoramentos aerodinâmicos, é possível que carros médios e até sedãs grandes consigam bons números no consumo.

Trocar o filtro de ar não ajuda a reduzir o consumo de combustível: Os novos modelos equipados com sistemas de injeção mudam automaticamente a mistura ao receber menos ar do que deveriam, logo a troca do filtro de ar não irá melhorar o consumo do modelo, e sim aumentar sua potência.

Transmissão automática pode, em alguns casos, proporcionar um consumo melhor do que um automóvel manual: Graças aos avanços tecnológicos em relação às transmissões automáticas, estas muitas vezes se equivalem e até superam seus equivalentes com câmbio manual.

A idade do automóvel não aumenta seu consumo: Quando um carro faz a manutenção corretamente durante sua vida, útil o motor segue oferecendo praticamente o mesmo consumo de combustível.

Em muitos casos é melhor desligar o motor: É um mito que o motor consuma mais gasolina ao ser ligado que deixando-o alguns instantes desligado. Vale a pena desligar o motor durante, por exemplo, o trânsito dos grandes centros urbanos. O motor de arranque o único que sofrerá algum desgaste.

Gasolina Premium não melhora o consumo: A menos que o motor do automóvel tenha sido desenvolvido especialmente para este tipo de gasolina, não há grandes benefícios ao utilizá-la em veículos “normais”.

Fonte: MotorDream

Cuidados com o câmbio automático

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Cada vez mais o câmbio automático está se tornando parte do cotidiano dos motoristas que enxergam neste antigo artigo de luxo uma boa solução para enfrentar o caótico trânsito das grandes cidades - sem ter que ficarcambioautomatico1 engatando e desengatando a marcha.

Segue então algumas dicas para você manter em ordem a transmissão automática:

1-) Sempre que o carro estiver no plano, em velocidade de cruzeiro, o câmbio automático deve permanecer em “D” (Drive).

2-) Repare no chão da garagem que você para o carro: manchas de fluido avermelhado podem indicar vazamentos.

3-) Mantenha o nível de fluído sempre na marca, nem acima e nem abaixo.

4-) Utilize apenas o fluido indicado no manual do veículo ou da transmissão.

5-) Barulhos estranhos ou trancos nas trocas de marchas é sinal que algo está errado, procure um mecânico.

6-) Siga as orientações de troca de fluido descritos no manual (normalmente a primeira verificação é quando o carro atinge 25 mil Km.

Fonte: G1

Volvo faz recall do C30

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

c30

Carro novo, importando, ano 2010 e já com defeito! Ninguém merece, né? Mas é o que está acontecendo com os não tão felizes proprietários de veículos da Volvo.

A empresa está convocando um recall do modelo C30 (ano 2010) para a substituição da transmissão automática. Foi constatado que existe a possibilidade de vazamento interno, o que pode impedir a mudança de marchas de acordo com o pretendido pelo condutor.

E o que acontece quando não colocamos a marcha correta? O carro poderá sofrer solavancos ou até mesmo a parada repentina do motor.

Confira os chassis envolvidos:

YV1MK755BA2181105 a YV1MK755BA2184545

Ficou na dúvida se o seu carro está ou não envolvido no recall? Entre em contato com a Volvo pelo tel. (0800) 707-7590 ou pelo site www.volvocars.com.br.

Fonte: Carsale

Em velocidade, depois ré

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Muitas pessoas ficam se perguntando o que aconteceria se o carro estiver em uma velocidade considerável, e o motorista colocar a marcha ré.

Mas dificilmente alguma pessoa teve a coragem de tentar, pois além do medo de ocorrer algum acidente, a pessoa tem medo de causar algum dano à transmissão.

A engrenagem da marcha ré de qualquer carro com transmissão manual é uma peça incrivelmente simples. Existe uma haste que é acionada pelo motor e que possui dentes usados para a marcha ré. Existe uma outra haste que aciona as rodas e que também possui dentes usados na marcha ré.

Para acionar a marcha ré, uma engrenagem é empurrada entre as duas hastes para acionar os dois conjuntos de dentes. Uma descola seus dentes para dentro dos dentes das duas hastes e os aciona.

Sendo assim, se você tentar acionar a marcha ré enquanto dirige por alguma rua ou estrada, a engrenagem que precisa ser desviada para ser posicionada tentará acionar duas engrenagens rolantes e uma dessas engrenagens estaria girando rapidamente na direção oposta.

O que vai ocorrer é um som irritante dos dentes rangendo uns contra os outros. É impossível posicionar a engrenagem enquanto está em movimento. A transmissão não vai explodir igual muitos pensam e o carro não vai dar ré igual em desenhos animados.

O momento que você realmente consegue colocar o carro em marcha ré, é somente quando ele está parado.

Fonte: Uol

Sem freio

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Imagine você dirigindo por uma reta na estrada, quando está no fim dela, você pisa no freio, mas não acontece nada. Você pisa várias vezes e nada de frear. Você está sem freio, mas o que fazer?

Nos carros de hoje, quando você pisa no freio, você pressiona um pistão que empurra o fluído de freio para o cilindro mestre, que pressuriza o fluído. Depois passa por tubos finos, que se chamam tubulações de freio, até chegar aos pistões em cada roda. Esses pistões aplicam pressão sobre as pastilhas de freio, que comprimem um disco ou um tambor para parar o carro.

Se alguém cortar suas tubulações de freio ou o carro ter uma perda de fluído de freio considerável, nada ira acontecer quando pisar no pedal de freio.

Nesses casos a primeira coisa a fazer é tentar pisar várias vezes no pedal de freio, pois você pode conseguir mandar fluído suficiente para o sistema manter as coisas sob controle.

Não conseguindo mandar o fluído, a segunda opção é tentar o feio de emergência, mas se as tubulações de freio estiverem cortadas e você descobrir que o freio de emergência também não está funcionando você está com um grande problema.

A próxima tentativa é diminuir a velocidade usando a transmissão, reduza uma marcha, espere a velocidade diminuir e depois reduza mais uma.

Se nem assim der certo, você tem que fazer alguma manobra que pode prejudicar o carro, como ir para algum canteiro central com grama, raspar o carro na parede e contar muito com a sorte.

Para não correr esse risco, é imprescindível verificar sempre se não existem vazamentos e se não está faltando fluído de freio.

Fonte: Uol